Tipos de Compulsão

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Tipos de Compulsão

Ser compulsivo pode estar ligado a muitos fatores: compulsão por compras, compulsão por alimentos, compulsão por jogo. Existem muitas maneiras de compulsão e, quando diagnosticado como “compulsão”, precisa ser cuidado.

Compulsão, de forma resumida, é o ato recorrente do indivíduo de fazer a mesma coisa várias vezes, sem necessidade (mas o indivíduo compulsivo não percebe quando está fazendo alguma coisa de forma compulsiva). Claro que, geralmente, quando buscam por tratamento, esses indivíduos foram orientados ou mesmo perceberam que estes comportamentos vêm afetando sua vida e consequentemente, sua rotina.

Às vezes esta compulsão pode vir de onde menos esperamos: quando percebemos que aquela amiga compra muitas roupas, sapatos, bolsas sendo que ela já está com o armário repleto de tudo aquilo, e ainda assim, ela quer mais e pior, sempre usando as mesmas roupas de sempre! Ou mesmo quando uma pessoa come exageradamente, mistura alimentos que nada tem a ver, só pensa e só fala em comida… E aquela pessoa, namorado (a)/ marido (esposa)/ que começa a se perder na compulsão por jogos/apostas e coloca em risco o patrimônio da família. Estas são algumas das compulsões mais comuns, mas existem muitas outras.

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A principal questão é: existe tratamento e precisa ser tratado, uma vez que isto causa transtornos a médio e longo prazo na vida do paciente e também daqueles que o cercam, como familiares e amigos que fazem parte da convivência. Em alguns casos, pode gerar até mesmo um corte de relação, pois muitas vezes a compulsão chega a ser tanta que os que estão ao redor simplesmente não aceitam e se incomodam.

Como tratar?

Primeiramente, como em quaisquer outras demandas, o indivíduo precisa entender que está necessitando do auxílio de um profissional. Esse entendimento pode vir de um amigo, familiar, ou mesmo do próprio paciente. A busca por um tratamento começa quando o paciente percebe que aquilo está afetando sua rotina, e que ele(a) sozinho(a) já não está dando conta de impor limites em seu próprio comportamento.

O psicólogo terá muitas maneiras de trabalhar esta compulsão e por isso não existe um prazo estipulado de sessões para que se consiga alcançar o objetivo da terapia. É necessário cuidado e paciência, uma vez que a compulsão é vista quase que como um vício: precisa ser feito o desmame, e todo um trabalho minucioso para que impacte o mínimo possível a vida do paciente, também para que esse “desapego” seja encarado de forma saudável e naturalista.

O importante é que o paciente entenda que esta mudança é para melhorar sua qualidade de vida e, consequentemente, daqueles que o cercam. A mudança é possível, então, comece já!

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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