Veja como a baixa autoestima prejudica o trabalho e a vida pessoal

Categoria dos serviços da psicóloga: serviços variados de psicologia
Veja como a baixa autoestima prejudica o trabalho e a vida pessoal

Os reflexos da baixa autoestima no ambiente de trabalho e na vida pessoal podem ser fatais para a carreira e para a saúde em geral das pessoas. Do outro lado da mesma moeda, é preciso ficar atento em relação o quando a atividade profissional está causando a baixa autoestima. Em ambos os casos, um psicólogo pode dar uma ajuda fundamental, motivando o autoconhecimento e orientando como conduzir a vida de forma a melhorar e até mesmo evitar essas duas situações.

Ninguém vive sem trabalho, tanto por causa do lado financeiro, quanto devido à satisfação profissional. Porém, cada vez mais temos visto casos de profissionais que, em busca por resultados extraordinários e alcance de metas ousadas, têm recebido muita pressão psicológica no ambiente de trabalho. O estresse acumulado e a falta de tempo para si mesmo e para a família acabam causando problemas físicos e emocionais, como, por exemplo, dificuldade para se alimentar, insônia, dores de cabeça, irritabilidade e baixa autoestima.

Está procurando por psicóloga em São Paulo para questões variadas sobre psicologia? Então conheça as psicólogas no nosso consultório de psicologia, confira o valor da consulta e agende uma consulta diretamente pelo site.

Um psicólogo ajuda a quebrar círculo vicioso

Quando a pessoa tem sua autoconfiança alterada, como consequência da baixa autoestima, ela entra num círculo vicioso: passa a produzir menos e com menor qualidade e aí começa a ser mais cobrado, desencadeando outros sintomas relacionados com quem vive sob pressão o tempo todo. As empresas, por seu lado, não podem se sustentar por muito tempo mantendo em seu quadro funcionários que não entregam a contento. Neste caso, além de não os promoverem, muitas vezes elas são obrigadas a demitir, o que só aumenta o problema da pessoa envolvida.

É por tudo isso que a baixa autoestima é perigosa. Na medida em que ela faz o profissional pensar que não é mais capaz de fazer as atividades para as quais foi contratado, anulando-o, surge a insatisfação, a frustração, o medo, a insegurança, enfim, uma série de sensações negativas, que precisam ser rapidamente explicadas a um psicólogo, que poderá ajudar o indivíduo em questão.

Sinais que indicam se o profissional está com baixa autoestima

  • Não aceitar seus próprios erros;
  • Passar a procurar culpados pelos erros e faltas que provavelmente são de sua responsabilidade;
  • Não sentir confiança na sua própria capacidade de evolução;
  • Ficar desatento às próprias aptidões, habilidades e competências;
  • Pânico em pensar que suas atividades não serão aprovadas;
  • Evitar encontros com pessoas do relacionamento profissional no âmbito pessoal;
  • Dificuldade de concentração;
  • Procrastinação de tarefas que antes fazia sem nenhuma dificuldade;
  • Pessimismo.

Imagine um profissional que passe por todos os pontos acima ou parte deles. A vida dele se torna um pesadelo, contaminando e impactando todos que o rodeiam, seja em casa ou no trabalho. Diante disso, algumas empresas têm programas para melhorar a qualidade de vida no trabalho. Com isso, elas mostram preocupação com as pessoas e também conseguem diminuir seus gastos com a saúde dos seus funcionários e ter outros benefícios econômicos, como a redução da rotatividade da mão de obra.

Se você já faz parte ou está prestes a entrar para as tristes estatísticas que mostram que cada vez mais profissionais estão com problemas de baixa autoestima, saiba que há algumas atitudes que podem ajudar a mudar este quadro. Para resolver o problema da baixa autoestima, como já dissemos, é necessário trabalhar seu autoconhecimento e é aí que entra o psicólogo que vai orientar como reconhecer seus talentos, atestar seu valor e resgatar o seu potencial produtivo.

Para buscar seu equilíbrio emocional, satisfação pessoal e profissional, não hesite em procurar um psicólogo.

Outros textos que podem lhe interessar

Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.