Psicólogos da linha comportamental

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Psicóloga
CRP 06/143864
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Gestação
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Medos
Orientação de Pais
Puerpério
Queixas Sexuais
Relacionamentos
Separação
Sexologia
Sexualidade
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Formação e Cursos
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada, atua com TCC - Terapia Comportamental e é pós-graduada em Sexualidade Humana e Sexologia, atua em seu consultório particular com demandas de ansiedade, relacionamentos, depressão, terapia de casal e vida profissional...
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Psicóloga
CRP 06/117294
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Estresse
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Morte e Luto
Orientação Vocacional
Pós-parto
Pré e Pós Cirúrgico
Preparação para Vestibulares
Separação
Sexualidade
Traição
Formação e Cursos
Especialista em TCC - Terapia Cognitiva Comportamental, com foco em terapia individual em demandas como ansiedade, conflitos conjugais, estresse, depressão e carreira. Com formação em Inteligência Emocional, cursa especialização em…
Presencial
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Sobre a análise do comportamento e o behaviorismo

Behaviorismo é o nome da tradição filosófica e científica; análise do comportamento é o campo que dela derivou e que sustenta a prática clínica. O que essa tradição afirma é simples de dizer e difícil de aplicar: comportamento não acontece no vácuo. Ele é aprendido, é mantido por consequências e faz sentido dentro de um contexto — inclusive quando sai caro para quem o pratica.

A ferramenta central chama-se análise funcional, e é feita com você, não sobre você: descreve-se a situação, o que você fez e o que veio depois, até a função aparecer. Pensamentos e sentimentos não ficam de fora — entram como parte do que acontece e do que explica, nunca como assunto proibido.

Por que a gente repete o que faz mal? O mecanismo do reforço

Porque o comportamento não é mantido pelo que ele custa — é mantido pelo que ele resolve, e resolve agora. O alívio imediato pesa mais que o prejuízo distante: adiar a conversa difícil tira a angústia de hoje (e engorda o problema do mês que vem); checar o celular corta o tédio em dois segundos (e fatia a atenção do dia inteiro); a bebida desliga o corpo à noite (e desorganiza o sono que sustentaria o resto). A análise do comportamento chama isso de reforço — e a versão mais traiçoeira é a negativa: quando o que sustenta o padrão não é um prazer, é a retirada de um desconforto. É por isso que “saber que faz mal” não basta: o saber mora no longo prazo, e o reforço opera no curto. O tratamento mexe exatamente nessa balança — encurtando o caminho das consequências boas e tirando a urgência das ruins.

Punição funciona? O que a ciência do comportamento responde

Muito menos do que parece — e a resposta vale também para a bronca que você dá em si mesmo. A punição até suprime um comportamento no curto prazo, mas não ensina o que fazer no lugar; e produz efeitos colaterais conhecidos: esquiva (a pessoa não para de fazer — para de fazer na sua frente), mentira, e a associação de quem pune com ameaça. Aplicado a si, o mecanismo é idêntico: a autocrítica feroz depois de uma recaída não previne a próxima — costuma antecipá-la, porque adiciona ao dia exatamente o desconforto que o comportamento-problema alivia. O que a ciência aponta como alternativa é menos dramático e mais eficaz: tornar o comportamento desejado mais fácil e mais recompensado, tratar o deslize como dado (o que faltou no plano?) e guardar a energia da bronca para desenhar o contexto da próxima semana.

Onde essa linha fica no mapa das terapias

Ajuda saber que a família comportamental é uma só, com ramos. Da mesma raiz vieram a TCC, que dá ênfase forte aos padrões de pensamento, a ABA, que organiza o trabalho em metas escritas e etapas, e as terapias contextuais, voltadas à relação da pessoa com os próprios pensamentos e emoções. A análise do comportamento é o tronco: investiga a função do que se faz, no contexto em que se faz.

É também uma das tradições mais estudadas da psicologia, com décadas de pesquisa em ansiedade, fobias, compulsões e padrões que se repetem apesar do esforço. Isso não a torna a linha certa para todo mundo — nenhuma é —, mas explica por que ela costuma aparecer como referência quando o objetivo é mudar um comportamento concreto.

O que muda na prática, semana a semana

Uma diferença aparece cedo: pede-se detalhe, não impressão geral. “Foi uma semana ruim” vira uma situação específica, com hora, contexto, o que você fez e o que aconteceu em seguida. E o trabalho não fica só na sala — parte dele é desenhar o contexto da semana: o que muda de lugar, o que vem antes de um comportamento, quem está por perto, o que acontece depois.

O encontro seguinte lê o resultado como dado, não como boletim. Se o plano não funcionou, a informação é sobre o plano — o que faltava, o que competia com ele — e não sobre a sua determinação. Esse detalhe muda o clima do processo para quem já saiu de outras terapias com a sensação de ter decepcionado alguém.

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Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Local aconchegante e profissionais incríveis!
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Victoria
Excelente
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Rubistar Barbosa
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Fui bem atendido.
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Cicero Leão
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas

Psicólogos para Análise do Comportamento / Behaviorismo no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre a terapia comportamental

Behaviorismo não é coisa antiga, dos experimentos com animais?

A origem experimental é real e ficou no imaginário escolar. A prática clínica de hoje é outra: conversa, investigação da função do que acontece na sua vida e planejamento feito junto com você. A tradição, aliás, é uma das que mais acumularam pesquisa desde então — o que envelheceu foi a caricatura, não o campo.

Qual a diferença entre esta linha, a TCC e a ABA?

São ramos da mesma família. A TCC trabalha fortemente os padrões de pensamento; a ABA organiza o trabalho em metas escritas, com etapas e progresso acompanhado; a análise do comportamento se concentra na função — o que dispara e o que mantém aquilo que você faz. Na prática as técnicas se cruzam, e a primeira consulta indica a ênfase que serve ao seu caso.

Não quero falar da minha infância. Aqui eu preciso?

Não é obrigatório. A história entra quando ajuda a entender como um repertório foi aprendido, mas o foco é o presente: o que acontece na sua semana e o que mantém o padrão hoje. Muita gente escolhe essa linha exatamente por isso.

Minha queixa é emocional, não é comportamento. Serve mesmo assim?

Serve. Emoções não ficam de fora: entram como parte do que dispara e do que é mantido — a ansiedade que a esquiva alivia, o desânimo que o isolamento aprofunda. O que a abordagem evita é parar no rótulo; o que ela busca é o encadeamento entre o que você sente, o que faz e o que vem depois.

Já fiz terapia antes e não avancei. Faz diferença mudar de linha?

Pode fazer, e vale investigar o que não funcionou antes de repetir o mesmo desenho. Às vezes faltou foco; às vezes, vínculo; às vezes, o momento não era esse. Isso é conversado na primeira consulta, e a psicóloga diz com franqueza se outra abordagem tende a servir melhor ao seu caso.

Como são as sessões e qual o valor?

De 50 minutos a 1 hora, em geral semanais, presenciais no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h. R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Não é preciso escolher a abordagem sozinho

Chegar sem saber qual linha combina com você é o mais comum — e essa dúvida cabe na primeira consulta, que custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275). Para saber quais psicólogas trabalham nessa abordagem e quais horários estão livres, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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