
Depressão Sazonal: Causas, Sintomas e Tratamentos
A depressão sazonal está ligada à redução da luz solar no outono e inverno e pode comprometer humor, sono e energia. Seus sintomas são reais — e o tratamento, contínuo.
A maioria dos casais chega à terapia depois de muito tempo tentando resolver sozinha — e não precisava ser assim: buscar ajuda antes da crise instalada costuma encurtar o caminho. Não é preciso estar à beira da separação para uma conversa a dois valer a pena.
No consultório, que atende no Brooklin desde 2012, a terapia de casal é conduzida por psicólogas com CRP ativo, em sessões presenciais ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h.
Escolham o perfil e o horário livre — a agenda abaixo é a real, e um dos dois pode fazer o agendamento pelo site.
Na terapia de casal, o “paciente” não é nenhum dos dois — é a relação. A psicóloga não faz papel de juíza, não aponta culpado e não tira prova de quem tem razão: o trabalho é entender o padrão que os dois constroem juntos e que nenhum consegue mudar sozinho.
Isso a diferencia de duas terapias individuais somadas: o material de trabalho é o que acontece entre vocês — a conversa que trava, o silêncio que pune, o assunto que virou campo minado.
O melhor momento é antes do que a maioria espera: quando os dois ainda têm energia para trabalhar a relação — e não como último recurso, com a decisão de separar meio tomada. Alguns sinais de que a hora chegou:
Não — o critério é existir um vínculo que os dois querem cuidar, não o estado civil. O trabalho recebe namorados decidindo se moram juntos, noivos se preparando para o casamento, uniões longas renegociando a convivência, casais recasados equilibrando filhos de relações anteriores e pares em relação a distância. Vínculos recentes, aliás, costumam aproveitar especialmente bem o processo: os padrões ainda estão se formando, e ajustar agora o que já range custa muito menos do que desmontar, anos depois, um roteiro consolidado. Se a dúvida é “o nosso caso é caso de terapia?”, a primeira sessão serve exatamente para responder isso.
Quase todo casal em sofrimento reconhece o ciclo: um gatilho pequeno, uma reação, uma contra-reação mais dura, e em minutos os dois estão na mesma briga de sempre — só o assunto mudou. Com o tempo, a saída passa a ser o afastamento: menos conversa, menos toque, menos vida em comum.
O trabalho em sessão é mapear esse roteiro enquanto ele acontece, identificar o que cada um dispara no outro e construir respostas novas — não para eliminar o conflito, mas para que ele deixe de seguir sempre o mesmo fim.
As sessões são conjuntas, com 50 minutos a 1 hora, em geral uma vez por semana. Conforme o caso, a psicóloga pode propor encontros individuais pontuais — sempre com regras de manejo combinadas com os dois no início, inclusive sobre o que é dito em separado.
A neutralidade é parte do método: os dois precisam sentir que a sala é um território seguro, onde nenhum chega em desvantagem.
Em geral, sim — a primeira consulta (R$ 150) costuma ser a dois, para a psicóloga ouvir as duas versões e propor o formato do trabalho. Sessões individuais podem entrar depois, se fizerem sentido para o caso.
Não — e isso é método, não omissão. O papel dela é neutro: ajudar os dois a enxergar o padrão da relação, não arbitrar disputas. Casal que sai da sessão com um “vencedor” volta para a mesma briga em casa.
As regras de manejo são combinadas com os dois no início do processo — inclusive o que é tratado em separado. O sigilo profissional do Código de Ética vale para o casal e para cada um individualmente.
R$ 275 por sessão do casal — o valor é por encontro, não por pessoa — com a primeira consulta a R$ 150. O pagamento é feito no agendamento, por Pix ou cartão, com recibo para eventual reembolso do plano.
Não há prazo fechado — depende do momento da relação e do objetivo de vocês. O progresso é avaliado em conjunto ao longo do caminho, em blocos de algumas semanas, e o processo termina quando os dois e a psicóloga entendem que cumpriu o seu papel.
Faz — nesse cenário o trabalho muda de objetivo: ajudar os dois a encerrar o ciclo com menos dano, o que importa especialmente quando há filhos e a relação de pais continua depois da separação.
Não é preciso os dois estarem 100% convencidos para começar — basta um agendar a primeira conversa. Se quiserem tirar dúvidas antes, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.