Psicólogos para tratar a compulsão alimentar

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Psicóloga
CRP 06/219159
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Autonomia
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Compulsão Alimentar
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Conflitos Amorosos
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Ludopatia - Vício em jogos de azar
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Traição
Transtornos Alimentares
Traumas
Formação e Cursos
Realiza especialização em TCC-Terapia Cognitivo Comportamental e é pós-graduada em Neurociência com formação complementar pela PUC Campinas. Sua prática clínica é baseada em abordagens contemporâneas, ideal para adultos e casais com demandas relacionamento, ansiedade, questões profissionais...
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Psicóloga
CRP 06/66773
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
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Casais
Casamento
Compulsão Alimentar
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Morte e Luto
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Separação
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
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Formação e Cursos
A Psicóloga Danielle é graduada pela PUC SP, e, desde então, buscou outros cursos como maneira de agregar conhecimentos e técnicas na Clínica. Possui pós-graduação em Neurociência pela PUC RS, curso de "Cinesiologia" (psico-físico) pelo Sedes Spientiae, e "Terapia de Casais" pelo IPQ...
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Sobre a compulsão alimentar

O que define o quadro não é a quantidade: é a perda de controle. Episódios em que não se consegue parar, geralmente rápidos, muitas vezes sem fome e quase sempre a sós, seguidos de culpa intensa — e com recorrência. Comer demais num jantar de família não é compulsão; o que caracteriza é o padrão, e o sofrimento que ele produz.

Duas observações honestas. O diagnóstico é feito por avaliação profissional, não pela leitura de uma descrição na internet. E o cuidado costuma ser multiprofissional: a psicoterapia é frente central, e o acompanhamento médico e nutricional entra ao lado, cada um no seu papel.

Fome física e fome emocional: como diferenciar na prática?

Algumas marcas ajudam a distinguir na hora. A fome física cresce gradualmente, aceita opções variadas (“qualquer coisa resolve”), pode esperar alguns minutos e desliga com a saciedade. A fome emocional chega de repente, pede um alimento específico (quase sempre o mesmo), tem urgência de agora e não desliga — porque o que ela busca não é nutriente, é regulação: abafar ansiedade, preencher tédio, adiar um sentimento. Duas honestidades clínicas: comer emocional ocasional é humano e não é doença — o problema é quando vira o único recurso disponível para toda emoção difícil; e em quem passou anos sob regras rígidas os dois sinais chegam misturados, porque a leitura interna foi apagada — nesses casos, diferenciar as fomes não é o ponto de partida do tratamento, é uma das suas conquistas.

Comer escondido: o segredo que pesa mais que o episódio

É um dos traços mais universais do quadro — e um dos menos falados: comer “normal” na frente dos outros e viver a compulsão a sós, com a embalagem escondida, o horário calculado, a versão pronta. O segredo tem lógica (protege do julgamento) e tem preço: ele isola, e isolamento é combustível de episódio; transforma cada refeição social num teatro que exaure; e produz uma culpa dupla — pelo que se comeu e por mentir sobre isso a quem se ama. O ciclo se alimenta: quanto maior a vergonha, maior o segredo; quanto maior o segredo, mais a compulsão fica sendo a única companhia dos momentos difíceis. Por isso a primeira quebra do ciclo raramente é alimentar — é narrativa: dizer em voz alta, num espaço profissional e sem tribunal, o que acontece de verdade. Não por acaso, muitos pacientes descrevem essa primeira descrição honesta como o dia em que o tratamento começou.

O tudo-ou-nada e a fome que foi desaprendida

A resposta intuitiva ao episódio é apertar o controle — e é justamente isso que arma o próximo. Quanto mais rígida a regra, mais o alimento vira proibido-desejado, e mais violenta é a quebra: um pedaço fora do plano às três da tarde não vira “comi um pedaço”, vira “estraguei o dia”, e o que sobra do dia deixa de ter valor. O tudo-ou-nada transforma um deslize pequeno na licença para o episódio inteiro.

Há um segundo efeito, menos comentado: anos obedecendo a regras externas apagam a leitura dos sinais internos. Muita gente já não sabe reconhecer fome moderada nem saciedade — percebe apenas a urgência, quando ela já chegou. Por isso o tratamento não passa por mais controle: passa por regularidade, por desarmar as regras que criam o proibido e por reaprender, aos poucos, a escutar o próprio corpo.

Como o tratamento é conduzido

Começa por uma descrição detalhada e sem contabilidade de culpa: como são os episódios, em que horários acontecem, o que vem antes, o que sobra depois e o que já foi tentado. O registro que às vezes se combina é de contexto — situação, horário, o que estava acontecendo —, nunca de calorias.

O acompanhamento é regular, porque a mudança se dá por repetição, e cada sessão retoma a semana sem tribunal: um episódio entra como informação sobre o que ainda dispara, não como confissão. Quando há médico e nutricionista acompanhando, o trabalho se articula com eles. E o progresso é medido por sinais concretos — episódios mais raros, menos regras rígidas em vigor, voltar a comer diante de outras pessoas sem ensaiar antes.

Nossas avaliações no Google

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Excelente
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Rubistar Barbosa
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
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Marcelo Esperandio Lucio
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
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Suzanne Maia
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
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Renata Giacobelli
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
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Juliana Ruffo
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
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Alessandra Campos
Ótimo atendimento e qualidade!
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Renan Dias do Vale
Um local agradável, aconchegante, seguro.
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Neida Aquino
Local aconchegante e profissionais incríveis!
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Victoria
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Excelente
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Edileusa Santos vieirra
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
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Aureliana Alcântara
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
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Adriana Zaik
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
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Amanda Santos
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
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cecilia morisson
Muito atenciosas e prestativas
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Rodrigo Xavier
Muito bom! Gostei de mais!
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Muito atenciosas.
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Fui bem atendido.
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Cicero Leão
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
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Edmar Fernandes

Psicólogos para Compulsão Alimentar no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre compulsão alimentar

Comi muito num jantar e me senti péssima. Isso é compulsão?

Provavelmente não. O que caracteriza o quadro é a repetição de episódios com perda de controle — a sensação de não conseguir parar —, em geral às escondidas e acompanhados de sofrimento intenso. Um excesso pontual, num contexto social, com desconforto passageiro, é outra coisa. A avaliação inicial distingue os dois casos com calma.

Depois de um episódio eu prometo compensar restringindo no dia seguinte.

Esse é exatamente o elo que mantém o ciclo funcionando: a restrição do dia seguinte aumenta a pressão sobre a comida e prepara o episódio da noite. Interromper essa lógica é um dos primeiros objetivos do trabalho — e costuma exigir a frente nutricional junto, porque a regularidade precisa ser construída na prática, não apenas combinada em sessão.

Não consigo ter certos alimentos em casa.

É comum, e vale examinar sem pressa. Retirar o alimento do ambiente pode dar alívio no começo, mas quando a lista de proibições cresce ela costuma alimentar o desejo e o tudo-ou-nada. O que se trabalha é a ordem: primeiro estabilizar a regularidade das refeições, depois reintroduzir com apoio o que hoje é intocável.

Vou ter que fazer dieta durante o tratamento?

Prescrição alimentar não é atribuição da psicóloga — quem faz isso é o nutricionista ou o médico. E o objetivo do trabalho psicológico não é a balança: é a liberdade na relação com a comida e o fim dos episódios. Mudança de peso, quando acontece, é consequência e pertence às outras frentes.

Isso é o mesmo que transtorno alimentar?

A compulsão alimentar é um dos quadros que compõem o campo dos transtornos alimentares, ao lado de outros. Este recorte trata especificamente do episódio e do ciclo que o sustenta; a página irmã cobre o conjunto e a articulação de cuidado que ele exige. A avaliação indica por onde começar.

E se eu não estiver bem entre uma sessão e outra?

Vale saber antes: o consultório atende com hora marcada e não é serviço de urgência. Se em algum momento aparecerem pensamentos de morte, o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188, e o SAMU, pelo 192, em emergências. Fora disso, o que se constrói nas sessões é um plano seu para as noites difíceis — e elas entram como assunto, nunca como falta.

Qual o valor e como funciona a parceria com as outras frentes?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150, em encontros de 50 minutos a 1 hora, de segunda a sexta, das 7h às 22h. Se você ainda não tem acompanhamento médico e nutricional, a psicóloga indica quando ele passa a ser necessário e o trabalho segue articulado com quem já acompanha você.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Contar isso em voz alta costuma ser o passo mais difícil

Descrever os episódios para alguém que ouve isso profissionalmente é diferente de contar para conhecidos — e nada do que você disser será novidade. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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