Psicólogos para as travessias da família

Veja quem atende o tema, compare os perfis e escolha um horário livre.

Psicóloga
CRP 06/219159
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Autonomia
Carreira
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Emagrecimento
Equilíbrio emocional
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Fobia Social
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Hábitos Saudáveis
Insegurança
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
LGBTQI+
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transtornos Alimentares
Traumas
Formação e Cursos
Realiza especialização em TCC-Terapia Cognitivo Comportamental e é pós-graduada em Neurociência com formação complementar pela PUC Campinas. Sua prática clínica é baseada em abordagens contemporâneas, ideal para adultos e casais com demandas relacionamento, ansiedade, questões profissionais...
Presencial
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* Horários de Brasil/Brasília
Carregando horários...
Psicóloga
CRP 06/120952
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Borderline
Carreira
Casais
Casamento
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Insegurança
Medos
Morte e Luto
Personalidade
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtornos Alimentares
Formação e Cursos
Formada há mais de 10 anos pela Universidade de Franca, especialista em Psicoterapia Psicanalítica, membro do Núcleo NEOTA, possui experiência em atendimentos de adultos e terapia de casal, com foco em demandas como transtornos de ansiedade, relacionamentos, conflitos profissionais, depressão...
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Sobre as questões de família

Este é o recorte amplo: o que atravessa a família ao longo do tempo, e não apenas a briga da semana. Cabem aqui a saída da casa dos pais e a independência que não veio junto; a chegada de gente nova pelo casamento dos filhos; o nascimento de netos e as opiniões não pedidas; o dinheiro — empréstimos, ajuda mensal, imóvel em nome de quem; o adoecimento e a morte de um dos pais; e a distância que se instalou sem que ninguém tenha brigado.

O que quase toda travessia dessas tem em comum é a redistribuição silenciosa de funções. Alguém passa a ser o cuidador, alguém vira o financiador, alguém assume o papel de manter a paz. Ninguém foi consultado, e reclamar depois soa como traição. Em sessão, esses acordos não escritos ficam visíveis — e é possível decidir quais você quer continuar sustentando.

Se só eu mudar, a família muda?

Em parte — e a parte honesta importa. Uma família funciona como sistema: quando você deixa de ocupar o papel de sempre, os outros são obrigados a se reorganizar em volta, o que muitas vezes melhora o conjunto sem que ninguém mais tenha pisado num consultório. Mas há o outro lado, e o trabalho prepara para ele: sistemas resistem. É comum a primeira reação ser pressão para você voltar ao papel antigo — cobranças, drama, o rótulo de egoísta. Isso não é sinal de que a mudança falhou; é sinal de que ela foi notada. E há os ganhos que não dependem de ninguém: culpa menor, decisões mais claras, a diferença entre se afastar por explosão e se posicionar por escolha. O que a terapia não promete é controlar a mudança dos outros — promete mudar o que está ao seu alcance, que é mais do que parece.

Quando a questão familiar pede terapia?

Alguns sinais de que o tema saiu do tamanho administrável:

  • Você é a estrutura — há anos segura sozinho uma função (cuidado, dinheiro, mediação) e está adoecendo dela;
  • Visita com ressaca — cada encontro familiar exige dias de recuperação emocional;
  • Decisão adiada por medo da reação — mudança, casamento, limite: a sua vida espera a família aprovar;
  • Culpa como idioma — dizer não a alguém da família dispara culpa desproporcional, sempre;
  • Conversa só em explosão — os assuntos importantes só aparecem em briga, nunca em diálogo.

Nenhum item exige que a família participe: o trabalho aqui é individual — sobre a sua posição.

Quando o cuidado se inverte

Existe uma fase que quase ninguém prepara: aquela em que o filho passa a ser responsável pelo pai. Ela chega por um exame, uma queda, um esquecimento que virou rotina — e traz junto decisões pesadas sobre casa, dinheiro, cuidador e o que contar a quem. Na prática, quase sempre uma pessoa carrega a maior parte, enquanto os irmãos participam por telefone e opinam à distância.

Junto com o cansaço vêm sentimentos que costumam ser abafados: irritação com quem se está cuidando, alívio quando a visita termina, medo do que vem pela frente e culpa por sentir tudo isso. Dizer isso em voz alta, num lugar onde não vira munição familiar, é boa parte do trabalho — e é o que permite negociar a divisão de forma realista, em vez de aguentar até adoecer junto.

Como se trabalha a família em atendimento individual

Começa-se pelo concreto: quem faz o quê, o que se espera de você, quais assuntos são proibidos e o que acontece quando alguém sai do papel de sempre. Muita coisa só fica visível quando é descrita fora de casa, para alguém que não faz parte da história.

Depois, o trabalho vira preparação e revisão: uma conversa com o irmão que vem sendo adiada há meses, um pedido de ajuda formulado de outro jeito, um limite testado numa situação pequena — e a análise do que voltou. Quando o tema é a briga recorrente, o recorte é o de conflitos familiares; quando é a criação dos filhos, o trabalho é o de orientação de pais. A porta de entrada não muda o resultado: a primeira conversa situa o seu caso.

Nossas avaliações no Google

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Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
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cecilia morisson
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Excelente
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Edileusa Santos vieirra
Muito atenciosas.
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Flávia
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Muito bom! Gostei de mais!
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Ricardo Lucas
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Fui bem atendido.
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Cicero Leão
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
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Adriana Zaik
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
Muito atenciosas e prestativas
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Rodrigo Xavier
Ótimo atendimento e qualidade!
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Renan Dias do Vale
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Excelente
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Rubistar Barbosa
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia

Psicólogos para Família no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre terapia e questões de família

Sou eu que cuido de tudo e meus irmãos somem.

É uma das queixas mais frequentes deste recorte, e ela tem duas frentes: o desgaste real da sobrecarga e a conversa que nunca foi feita porque parecia mesquinha. O trabalho prepara essa conversa com objetividade — o que é possível, o que não é, o que precisa ser dividido — e cuida do que sobra depois, quando a divisão não acontece do jeito que deveria.

Meu pai adoeceu e a família toda desandou. Isso é assunto de terapia?

É, e chega bastante aqui. O adoecimento de um dos pais reabre histórias antigas justamente quando todos estão com menos reserva emocional: decisões urgentes, dinheiro, mágoas de trinta anos atrás voltando à mesa. Ter um espaço próprio, fora do grupo da família, muda a qualidade das decisões que você toma nesse período.

Quero me afastar da minha família. Isso é errado?

Não é papel da terapia dizer isso. O que se faz é examinar o que o afastamento resolve, o que ele custa e se existem graus intermediários entre a convivência atual e o rompimento — muita gente descobre que precisava de menos contato, não de nenhum. Se a decisão for pelo afastamento, o trabalho continua: sustentá-lo sem culpa permanente também é processo.

Isso é a mesma coisa que conflitos familiares?

São recortes vizinhos do mesmo trabalho. Conflitos familiares trata da briga que se repete e do clima de tensão; esta página cobre o quadro maior — papéis, fases, cuidado, dinheiro, distância. Em caso de dúvida, entre por qualquer uma: o foco é ajustado na primeira consulta.

Minha questão é com os meus filhos, não com os meus pais.

Então o caminho costuma ser a orientação de pais, em que quem frequenta as sessões é o adulto. Vale lembrar que este consultório atende a partir dos 14 anos e não atende crianças; a partir dessa idade, o adolescente pode ter atendimento próprio, individual e sigiloso.

Preciso que alguém da família participe? E qual o valor?

Não. O formato é individual, e o sigilo do Código de Ética cobre tudo o que você trouxer — ninguém da família precisa saber que você faz terapia. As sessões duram de 50 minutos a 1 hora e custam R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150, de segunda a sexta, das 7h às 22h.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Mudar a sua posição já muda o conjunto

Não é preciso que a família concorde, participe ou saiba: o que se move aqui é o seu lugar na história. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e serve para situar por onde começar. Para comparar os perfis ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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