Psicólogos para o incômodo que ainda não tem nome

Escolha o perfil e um horário livre — não é preciso saber explicar direito para marcar.

Psicóloga
CRP 06/143864
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Gestação
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Medos
Orientação de Pais
Puerpério
Queixas Sexuais
Relacionamentos
Separação
Sexologia
Sexualidade
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Formação e Cursos
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada, atua com TCC - Terapia Comportamental e é pós-graduada em Sexualidade Humana e Sexologia, atua em seu consultório particular com demandas de ansiedade, relacionamentos, depressão, terapia de casal e vida profissional...
Presencial
Online
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
* Horários de Brasil/Brasília
Carregando horários...

Sobre as queixas sexuais

Queixa sexual é o incômodo vivido, antes de qualquer nome técnico: o interesse que era e não é mais, o corpo que não responde como antes, o desconforto que apareceu, a distância que se instalou. Nem toda queixa é um quadro — variações de desejo em fases de estresse, cansaço ou conflito são respostas do corpo ao contexto, e não doenças.

O que transforma queixa em questão clínica é a persistência ao longo de meses e o sofrimento que produz; nesse caso, o recorte é o das disfunções sexuais. Aqui o trabalho começa antes disso, quando ainda não há nome — e chegar sem saber nomear é o ponto de partida esperado, não um problema a resolver antes da consulta.

A régua emprestada da pornografia: comparação que fabrica queixa

Uma parcela das queixas que chegam não descreve um corpo com problema — descreve um corpo real comparado com um roteiro editado. O conteúdo pornográfico é produção audiovisual: elenco selecionado, cenas montadas, tempo cortado, nada de negociação, cansaço ou dia ruim — e quem o consome desde a adolescência pode chegar à vida adulta com ele instalado como referência do “normal”, medindo frequência, duração, intensidade e até os próprios sons pela ficção. O resultado é a variação humana comum lida como falha: a queixa existe, o sofrimento é real, mas o defeito está na régua. Em sessão o tema entra sem moralismo — consumo de pornografia é assunto clínico como qualquer outro, nem vilão nem tabu — e o trabalho tem duas frentes: recalibrar a referência com informação real sobre resposta sexual humana, e examinar, quando é o caso, o papel que o consumo ocupa (companheiro de solidão, regulador de ansiedade, hábito que dessensibiliza). Boa parte das “disfunções” dessa origem se resolve no dia em que a régua muda de dono.

O casal que parou de se tocar: a quarentena silenciosa do afeto

Existe um efeito colateral das queixas sexuais que ninguém combina e quase todo casal executa: o desligamento geral do toque. Depois de alguns episódios frustrados, cada gesto físico passa a ser lido como possível convite — e, para não “sinalizar” nem criar a situação temida, corta-se tudo: o abraço de chegada, a mão no sofá, o beijo demorado, o carinho sem propósito. A cama vira território de tensão e o resto do dia vira distância educada. O problema: o afeto físico cotidiano era justamente o solo de onde o desejo brotava — e a quarentena que pretendia proteger o casal da frustração o desconecta por completo, alimentando a queixa original. Por isso um dos primeiros movimentos do trabalho, em muitos casos, nem toca no sintoma: é a reintrodução combinada do toque SEM agenda — o carinho com pacto explícito de que não é preâmbulo de nada, que devolve segurança ao contato físico e tira os dois do modo vigilância. Parece pequeno; costuma ser a primeira peça do dominó a se reerguer.

Do que a queixa está falando

Alguns mensageiros aparecem com regularidade. A exaustão e a privação de sono, que reduzem desejo em qualquer pessoa e costumam ser desconsideradas porque “todo mundo está cansado”. Medicações e condições de saúde, que exigem conversa com quem prescreve. O ressentimento acumulado na relação, que não se resolve na cama. As mudanças do corpo — gestação, cirurgia, menopausa, envelhecimento, ganho ou perda de peso. E a régua de desempenho aprendida em conteúdo pornográfico ou na comparação com relatos de terceiros, que transforma variação normal em falha.

Um marcador prático ajuda a separar contexto de quadro instalado: o que acontece nas férias, ou em qualquer período longe da rotina habitual. Quando a queixa some numa semana de descanso, ela costuma estar falando de carga e de contexto; quando permanece igual, o caminho da investigação é outro. É uma pergunta simples e ela orienta boa parte do começo.

O que a sessão pede — e o que ela não pede

Não pede detalhe. A psicóloga conduz com perguntas objetivas, no vocabulário que for confortável para você, e o nível de detalhamento cresce com a confiança, sem que isso atrase nada. Não há exercício imposto, não há exigência de trazer a parceria e não há necessidade de chegar com o assunto organizado — organizá-lo é justamente parte do trabalho.

Depois da primeira conversa, o caminho costuma ficar claro em poucas sessões: seguir como acompanhamento psicológico quando a queixa está ligada ao momento de vida; virar um trabalho focado, com passos combinados; ou correr junto de uma avaliação médica, quando há sinal de componente físico — o que é sempre o caso quando há dor. Se o incômodo for da relação mais do que do corpo, a terapia de casal pode entrar; se o tema for mais amplo que a queixa, o recorte é o de sexualidade.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 790 avaliações

Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia

Psicólogos para Queixas Sexuais no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre queixas sexuais

Só sei dizer que "não está bom". Isso basta para começar?

Basta, e é o cenário mais comum. A queixa chega como incômodo difuso, não como relatório — e as perguntas que organizam são trabalho da psicóloga, não pré-requisito seu. Chegar sem saber o nome do que se sente é exatamente o ponto de partida esperado aqui.

Em férias funciona bem; na rotina, não.

Essa observação é bastante informativa e vale trazer logo. Quando a queixa desaparece fora da rotina, ela costuma estar falando de carga, sono, estresse e falta de tempo privado — e o trabalho vai por aí, mexendo em condições concretas antes de qualquer outra coisa. Quando permanece igual em qualquer contexto, a investigação segue outro caminho.

Qual a diferença entre queixa sexual e disfunção?

É de estágio e de critério. Queixa é o incômodo, que pode ser passageiro e ligado ao contexto. Disfunção descreve um padrão que persiste por meses, se repete na maioria das vezes e produz sofrimento. A primeira consulta situa em qual dos dois você está — e a porta de entrada não muda o atendimento.

Tomo antidepressivo e minha vida sexual mudou.

É um efeito conhecido de algumas medicações, e a conversa é com quem prescreve: ajustes existem, e interromper por conta própria tem riscos. A psicóloga não prescreve nem opina sobre receita. O que a terapia cuida é do que se organizou em volta — a evitação, o silêncio no casal, a interpretação de que o problema é você — e que costuma sobreviver mesmo depois do ajuste clínico.

Minha queixa é sobre a relação, não sobre o corpo.

Acontece com frequência, e nesse caso o trabalho muda de foco: o que sobra de intimidade depois de meses de atrito, o que virou obrigação, o que não é falado há tempo demais. Dá para trabalhar individualmente ou a dois, na terapia de casal — e é possível começar sozinho e incluir a parceria depois, se e quando fizer sentido.

O atendimento é sigiloso? E qual o valor?

O sigilo é dever previsto no Código de Ética do psicólogo e cobre tudo o que você trouxer, inclusive o que nunca foi dito a ninguém. As sessões duram de 50 minutos a 1 hora e custam R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150, de segunda a sexta, das 7h às 22h, no Brooklin ou por vídeo.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Dá para começar sem saber nomear

A primeira consulta serve exatamente para transformar um incômodo difuso em algo que dá para trabalhar. Ela custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
Últimos Artigos