Psicólogos para o tratamento do transtorno de pânico

Compare os perfis e escolha um horário livre — dá para começar por vídeo, se sair ainda for difícil.

Psicóloga
CRP 06/143864
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Gestação
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Medos
Orientação de Pais
Puerpério
Queixas Sexuais
Relacionamentos
Separação
Sexologia
Sexualidade
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Formação e Cursos
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada, atua com TCC - Terapia Comportamental e é pós-graduada em Sexualidade Humana e Sexologia, atua em seu consultório particular com demandas de ansiedade, relacionamentos, depressão, terapia de casal e vida profissional...
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O que o nome designa

O quadro não se define por uma crise. Ele descreve um padrão que se mantém no tempo: crises que aparecem sem aviso e sem situação que as justifique, somadas a uma preocupação persistente com a possibilidade de novas crises e a mudanças concretas de comportamento por causa dessa preocupação — o que se deixa de fazer, aonde não se vai mais, o que passou a ser indispensável levar na bolsa.

Esta página não traz lista de critérios diagnósticos, e isso é proposital: diagnóstico se faz em avaliação profissional, com história de vida e exame do caso, não por conferência de itens numa página. A avaliação médica também tem lugar, para descartar o que for da alçada dela. O recorte da experiência da crise — o pronto-socorro, o que o corpo faz, os recursos que viram obrigatórios — está descrito em síndrome do pânico.

Transtorno de pânico tem cura?

É um dos quadros com melhor resposta a tratamento na saúde mental — e a palavra honesta é remissão: a maioria das pessoas tratadas chega a ficar sem crises e, tão importante quanto, sem o medo delas, retomando o que havia sido abandonado. O que a clínica pede para deixar claro: melhora não é linear — uma crise isolada durante o processo não zera o progresso; é dado, não recaída. O fim das crises não é o fim do trabalho — a fase final consolida justamente o que impede a volta. E uma recaída futura, se vier, encontra uma pessoa treinada: o segundo episódio de tratamento costuma ser muito mais curto que o primeiro. Prazo fechado ninguém sério promete; trajetória conhecida, sim.

Café, álcool e energético: o que alimenta o quadro no dia a dia?

Três hábitos comuns conversam diretamente com o pânico, e vale conhecê-los:

  • Cafeína — acelera o coração e mimetiza o começo de uma crise; num corpo que monitora cada batimento, o cafezinho das 16h pode ser o “gatilho misterioso” da crise das 17h;
  • Álcool — alivia na hora e cobra no rebote: a ansiedade da manhã seguinte é fisiológica, e o uso regular “para relaxar” constrói dependência do alívio;
  • Energéticos e pré-treino — doses altas de estimulante, em quem tem o quadro, são convite a disparo.

Nada disso é proibição moral — é informação de manejo: reduzir esses insumos costuma diminuir a frequência das crises “do nada”, e muita gente descobre que parte do “nada” tinha nome e xícara.

Agorafobia: quando o mapa da cidade encolhe

A complicação mais frequente do quadro tem um nome que quase todo mundo entende errado. Agorafobia não é medo de lugar aberto: é evitar situações das quais seria difícil sair, ou nas quais seria difícil receber ajuda, se a crise viesse. Na prática, isso costuma ser o metrô, a fila do caixa, a ponte, o engarrafamento, o cinema no meio da fileira, o avião — e, para muita gente, ficar sozinha em casa.

O mapa vai encolhendo por subtração, e cada retirada parece razoável isoladamente. Quando a agorafobia está presente, o tratamento ganha uma frente a mais: além de trabalhar a interpretação das sensações do corpo, é preciso recuperar terreno, situação por situação, em ordem combinada. É a diferença entre parar as crises e voltar a ter a cidade inteira disponível.

O que um tratamento estruturado prevê

Existe um caminho bem estabelecido para este quadro, e ele costuma ter quatro peças. Primeiro, entender o que acontece no corpo durante uma crise — só isso já reduz o pavor, porque tira a interpretação de catástrofe do centro. Segundo, trabalhar a leitura das sensações corporais, que é onde a crise se alimenta. Terceiro, retomar as situações evitadas de forma gradual e combinada. Quarto, reduzir aos poucos a dependência dos recursos que viraram obrigatórios.

Sobre medicação: a decisão é do médico psiquiatra, e a psicóloga não prescreve. É comum as duas frentes andarem juntas, e também é comum que a psicoterapia continue depois que as crises cedem — porque interromper no primeiro alívio costuma deixar de pé justamente a parte que mantém o quadro. Prazo fechado não se promete; o que se combina é a revisão periódica do que já mudou.

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O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
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Alessandra Campos
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Excelente
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Edileusa Santos vieirra
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
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Suzanne Maia
Muito atenciosas.
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Flávia
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
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Adriana Zaik
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Excelente
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Rubistar Barbosa
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas

Psicólogos para Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre o transtorno de pânico

Recebi "transtorno de pânico" num atestado. É o mesmo que síndrome do pânico?

É o mesmo quadro, com dois nomes de uso diferente: “síndrome do pânico” é a expressão popular, “transtorno de pânico” é a forma usada em documentos e manuais. Não há dois problemas nem dois tratamentos. A descrição da experiência das crises está em síndrome do pânico; aqui o foco é o quadro nomeado e o que o tratamento prevê.

Evito metrô, fila e ficar sozinho em casa. Isso é agorafobia?

Pode ser — o traço característico é evitar situações de onde sair seria difícil ou constrangedor caso a crise viesse, e não o espaço aberto em si. Quem faz a leitura do seu caso é a avaliação profissional. O que importa saber é que a presença dela muda o desenho do tratamento, acrescentando a retomada gradual das situações que foram saindo do mapa.

Preciso de diagnóstico fechado para começar a terapia?

Não. Muita gente chega antes de qualquer avaliação formal, e a primeira consulta serve exatamente para situar o que está acontecendo. Quando o caso indica avaliação médica ou psiquiátrica, isso é dito com clareza e o encaminhamento é orientado, com o trabalho psicológico seguindo em paralelo.

Comecei medicação e as crises pararam. Ainda preciso de terapia?

Essa é uma das decisões mais importantes do processo, e ela é conversada com você e com quem prescreve. O que a experiência clínica mostra é que a ausência de crises não desfaz sozinha o que se organizou em volta delas — as evitações, a vigilância do corpo, os recursos que viraram obrigatórios. É justamente essa parte que a psicoterapia trabalha.

Quanto tempo dura o tratamento?

Não há prazo padrão, e desconfie de quem der um. O que existe é um caminho com etapas reconhecíveis e revisão periódica: o medo da próxima crise costuma ceder antes de as crises rarearem, e a retomada das situações evitadas é a fase que mais varia de pessoa para pessoa, porque depende de quanto terreno foi perdido.

E se eu tiver uma crise fora do horário da sessão?

Convém combinar isso antes: o consultório atende com hora marcada e não é serviço de urgência. Diante de sintoma físico que preocupe, procure avaliação médica; em emergência, o SAMU atende pelo 192. Se em algum momento surgirem pensamentos de morte, o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188. O que as sessões constroem é o seu plano para esses momentos.

Qual o valor e como são as sessões?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150, em encontros de 50 minutos a 1 hora, em geral semanais. De segunda a sexta, das 7h às 22h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Ter o nome do quadro já é meio caminho

Saber que aquilo tem nome, tratamento descrito e um caminho conhecido muda a relação com o problema. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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