Psicólogos de orientação psicanalítica

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Psicóloga
CRP 06/120952
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Borderline
Carreira
Casais
Casamento
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Insegurança
Medos
Morte e Luto
Personalidade
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtornos Alimentares
Formação e Cursos
Formada há mais de 10 anos pela Universidade de Franca, especialista em Psicoterapia Psicanalítica, membro do Núcleo NEOTA, possui experiência em atendimentos de adultos e terapia de casal, com foco em demandas como transtornos de ansiedade, relacionamentos, conflitos profissionais, depressão...
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Sobre a psicanálise

O método é simples de descrever: você fala do que vier, sem pauta obrigatória e sem precisar organizar antes; a analista escuta de um lugar particular, atenta ao que se repete, ao que escapa, ao que insiste nas entrelinhas. Não é conversa — numa conversa o interlocutor responde ao conteúdo; aqui o trabalho é sobre a forma como esse conteúdo aparece.

Isso a distingue das outras linhas praticadas na casa. A TCC e a análise do comportamento partem de um problema definido e trabalham o presente com objetivos combinados. A psicanálise parte do que você diz e vai onde isso levar, sem definir de antemão qual é o problema — o que costuma ser um alívio para quem chega com uma queixa que não se deixa nomear.

Sonhos na análise: para que servem — sem dicionário de símbolos

Comecemos desfazendo o mal-entendido: não existe tabela em que sonhar com dente significa X e voar significa Y. O sonho não vale pelo símbolo — vale pelas associações de quem sonhou: o mesmo cachorro é uma coisa no sonho de quem cresceu com um e outra no de quem foi mordido. Na sessão, o trabalho é simples de descrever: você conta o sonho como lembrar — inclusive os pedaços sem sentido, especialmente eles — e fala do que ele puxa: que cena da véspera, que pessoa, que sensação conhecida. É nesse encadeamento, não num dicionário, que algo do funcionamento aparece; o sonho tem a liberdade que a fala acordada não tem, e por isso costuma chegar antes dela. Um fenômeno curioso e frequente: quem começa análise volta a lembrar dos sonhos em poucas semanas — como se essa produção, tendo finalmente um destino, voltasse a ser entregue. E não lembrar, por ora, não impede nada: trabalha-se com o que há.

Atos falhos: quando o “sem querer” diz alguma coisa

O nome trocado na hora errada, o compromisso esquecido — justamente aquele —, o presente que se perde antes de ser entregue, a mensagem enviada “por engano” ao grupo que era, no fundo, o destinatário. A psicanálise ouve esses tropeços com interesse porque eles têm um padrão: raramente são aleatórios na direção — erram sistematicamente para um lado, e esse lado costuma apontar o que não estava autorizado a ser dito. Não se trata de paranoia interpretativa: cansaço existe, distração existe, e nem todo lapso é mensagem — o critério é a repetição e o contexto, lidos com a pessoa, nunca decretados sobre ela. O valor clínico está menos no flagra e mais na porta que se abre: o ato falho é, muitas vezes, a primeira aparição pública de algo que a pessoa vinha conseguindo não saber. Tratado sem culpa — errar não é crime, é informação —, ele vira o que sempre foi: o inconsciente pedindo pauta.

O padrão se repete também dentro da sessão

Este é o ponto que mais surpreende quem começa. O jeito como você se relaciona com as pessoas aparece, mais cedo ou mais tarde, na relação com a analista: você começa a se preocupar com o que ela pensa, a querer trazer a sessão bem preparada, a se irritar com o intervalo das férias, a testar se ela vai desistir de você como os outros desistiram. Nada disso é acidente nem falta de profissionalismo dela.

É justamente esse deslocamento que torna o método verificável ao vivo. Em vez de trabalhar só com relatos — o que aconteceu com o chefe, o que a sua mãe disse —, o padrão passa a acontecer ali, entre vocês dois, onde pode ser observado no momento em que ocorre. Foi por isso que a psicanálise fez da relação terapêutica um instrumento, e não apenas um clima favorável.

Ritmo, profundidade e para quem serve

Vale ser honesto sobre o enquadre. As primeiras entrevistas servem para escutar o que traz você e combinar frequência e horários fixos — e a regularidade não é burocracia: é parte do que faz o método funcionar, porque o trabalho se dá no acúmulo, no que se repete de uma semana para a outra. Processos psicanalíticos costumam ser mais longos que os de linhas focadas em sintoma, e isso é uma característica, não um defeito.

Sobre para quem serve: se você quer alívio de um sintoma específico, com estrutura, tarefas e um prazo estimado, a TCC tende a servir melhor, e dizer isso faz parte do trabalho. Se a queixa é difusa, se o mesmo enredo se repete em contextos diferentes, ou se você já obteve alívio antes e o problema voltou por outra porta, a psicanálise costuma ter mais a oferecer. E os efeitos não ficam guardados para o final: destravamentos acontecem ao longo do caminho.

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Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
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Renata Giacobelli
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
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Adriana Zaik
Local aconchegante e profissionais incríveis!
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Victoria
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
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Edmar Fernandes
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
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Alessandra Campos
Um local agradável, aconchegante, seguro.
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Neida Aquino
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
Ótimo atendimento e qualidade!
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Renan Dias do Vale
Fui bem atendido.
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Cicero Leão
Excelente
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Rubistar Barbosa
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
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Amanda Santos
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
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cecilia morisson
Muito atenciosas.
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Flávia
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
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Aureliana Alcântara
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
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Marcelo Esperandio Lucio
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
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Juliana Ruffo
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Ricardo Lucas
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Rodrigo Xavier
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
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Suzanne Maia
Excelente
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Edileusa Santos vieirra

Psicólogos para Psicanálise no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre psicanálise

Como sei se a psicanálise combina comigo ou se eu deveria fazer TCC?

Pela natureza da queixa e pelo que você procura. Sintoma delimitado, com objetivo claro e preferência por estrutura, costuma responder bem à TCC. Queixa difusa, padrões que se repetem em contextos diferentes ou vontade de entender a própria história tendem a encontrar mais espaço aqui. A primeira consulta serve também para essa escolha, e trocar de linha depois não é fracasso.

E se eu não tiver nada para falar?

Isso acontece, e é material. A regra da fala livre não exige assunto interessante: o que vier serve — o trajeto até ali, uma irritação boba, o silêncio incômodo. O que parece irrelevante costuma ser exatamente o que ainda não foi examinado, e a analista trabalha com isso, inclusive com a dificuldade de falar.

Vou ter que contar a minha infância inteira?

Não há roteiro cronológico nem obrigação de reconstituir nada. A história aparece quando o presente a convoca, e costuma vir em pedaços, fora de ordem. O que interessa não é o inventário do passado, e sim o que dele continua operando hoje sem o seu consentimento.

Quantas vezes por semana e por quanto tempo?

A frequência é combinada nas primeiras entrevistas; uma vez por semana é o mais comum aqui, e há casos em que se propõe mais. Sobre a duração total, não há prazo padrão: o processo dura o que a elaboração pedir, é revisto com você e a decisão de encerrar é sua. Cada sessão tem de 50 minutos a 1 hora.

Psicanálise funciona por vídeo?

Funciona, e é feita assim com frequência. O que sustenta o método é a fala livre, a escuta e a regularidade — todos preservados na chamada de vídeo. O requisito prático é o mesmo de qualquer sessão online: um lugar onde você possa falar sem ser ouvido e sem interrupções.

Quem atende aqui é psicólogo? E qual o valor?

Sim: o atendimento psicanalítico neste consultório é feito por psicólogas com CRP ativo, conferível no site do Conselho Federal de Psicologia, com formação específica na abordagem indicada em cada perfil. As sessões custam R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150, de segunda a sexta, das 7h às 22h.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Para quem já tentou resolver pelo entendimento e não bastou

Quando o mesmo enredo volta em contextos diferentes, entender a lógica dele costuma não ser suficiente — e é aí que essa escuta faz diferença. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275). Para saber quais psicólogas trabalham nessa linha e quais horários estão livres, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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