Psicólogos que atendem adolescentes

Veja quem atende essa faixa e escolha um horário livre — inclusive antes ou depois da escola e do cursinho.

Psicóloga
CRP 06/128616
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Depressão Pós-parto
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios de Imagem
Equilíbrio emocional
Estresse
Estresse pós-traumático
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Hábitos Saudáveis
Hipocondria
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
LGBTQI+
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transição de Carreiras
Traumas
Formação e Cursos
A psicóloga Jaqueline Braga possui mais de 10 anos de experiência em Psicologia Clínica. É especialista Comportamental DISC pela Etalent Internacional e pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Anhanguera. Além disso, também possui pós-graduação em Psicologia...
Presencial
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* Horários de Brasil/Brasília
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Psicóloga
CRP 06/219159
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Autonomia
Carreira
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Emagrecimento
Equilíbrio emocional
Estresse
Estresse pós-traumático
Família
Fobia Social
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Hábitos Saudáveis
Insegurança
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
LGBTQI+
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transtornos Alimentares
Traumas
Formação e Cursos
Realiza especialização em TCC-Terapia Cognitivo Comportamental e é pós-graduada em Neurociência com formação complementar pela PUC Campinas. Sua prática clínica é baseada em abordagens contemporâneas, ideal para adultos e casais com demandas relacionamento, ansiedade, questões profissionais...
Presencial
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* Horários de Brasil/Brasília
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Psicóloga
CRP 06/228610
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Insegurança
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação Profissional
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traumas
Formação e Cursos
Psicóloga especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neuropsicologia. Atua com adultos e casais em demandas como relacionamentos. ansiedade, depressão, burnout, compulsões, conflitos afetivos e transição de carreira.
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* Horários de Brasil/Brasília
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Psicóloga
CRP 06/117294
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Estresse
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Morte e Luto
Orientação Vocacional
Pós-parto
Pré e Pós Cirúrgico
Preparação para Vestibulares
Separação
Sexualidade
Traição
Formação e Cursos
Especialista em TCC - Terapia Cognitiva Comportamental, com foco em terapia individual em demandas como ansiedade, conflitos conjugais, estresse, depressão e carreira. Com formação em Inteligência Emocional, cursa especialização em…
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Sobre a terapia na adolescência

A adolescência tem intensidade própria, e nem tudo o que assusta a família é sinal de problema: variação de humor, necessidade de privacidade, distanciamento dos pais e reorganização das amizades fazem parte da fase. A régua útil é a mesma de sempre — persistência e prejuízo: há quanto tempo dura e o que deixou de acontecer por causa disso.

Os motivos mais frequentes de procura são ansiedade e pressão escolar, dificuldades sociais, tristeza que não passa, conflito em casa que virou rotina, sono desregulado, relação com o corpo e com as redes, primeiros afetos e questões de identidade. Também chega quem não tem um problema definido e quer um lugar para pensar — o que é motivo suficiente.

Notas caindo: por que a escola é o primeiro termômetro?

Porque é o único lugar onde o adolescente é medido toda semana — e por isso quase tudo aparece ali primeiro. Ansiedade vira branco na prova; sono desregulado vira sonolência na terceira aula; tristeza vira lição não entregue; conflito com a turma vira recusa de ir. A queda de rendimento raramente é o problema em si: é o visor dele. Duas orientações práticas para a família: começar pela cobrança (“você precisa estudar mais”) costuma piorar — o desempenho é sintoma, e sintoma não melhora por exigência; e a pergunta útil não é “por que as notas caíram?”, e sim “o que mudou na vida dele nesse período?” — sono, amizades, telas, clima da casa. Em sessão, a escola entra como fonte de informação, não como pauta de rendimento: quando o que está por baixo é cuidado, as notas costumam voltar como consequência.

Bullying e o peso da turma: o sofrimento que os adultos subestimam

Nessa fase, o grupo não é detalhe — é régua central: a aceitação dos pares pesa no adolescente de um jeito que o adulto, já aliviado dessa pressão, tem dificuldade de lembrar. Por isso “ignora, isso passa” não funciona e ainda fecha a porta da conversa. E o sofrimento social nem sempre tem cena de agressão: a exclusão silenciosa — o grupo que combina sem chamar, a mesa em que não há lugar, o print que circula — machuca sem deixar flagrante. Sinais de alerta: não querer ir à escola sem motivo claro, sumir dos aplicativos que antes usava (ou não largá-los, vigiando), parar de mencionar amigos. Na terapia, o trabalho tem duas frentes: o que fazer na situação concreta — que às vezes exige a escola e os adultos — e a reconstrução do que o bullying corrói por dentro, que é a parte que segue doendo depois que a situação termina.

O contrato de três pontas: quem é o paciente e o que os pais sabem

O adolescente é quem faz terapia; os responsáveis viabilizam o processo, mas não encomendam o resultado. Essa distinção não é formalidade: sem ela, o adolescente entende que a sala é uma extensão da vigilância de casa, e não fala. E se ele não fala, não há trabalho.

Na prática, o sigilo previsto no Código de Ética vale também para ele: o conteúdo das sessões não é repassado. O que os responsáveis recebem é o andamento do processo e as orientações que couberem — e há exceções previstas na ética profissional, ligadas a situações de risco, que são explicadas a todos no início, e não descobertas no meio. Também é comum aparecer o pedido de “consertar” o adolescente; ele é acolhido e traduzido, porque quase sempre há algo a trabalhar também na dinâmica da casa, e para isso existe a orientação de pais.

Como o acompanhamento costuma começar

As primeiras sessões existem para construir terreno: rotina, escola, amizades, o que incomoda — sem pressa de chegar a lugar nenhum. Muitos adolescentes chegam calados, e isso é previsto; os primeiros encontros servem para ele saber com quem está falando, não para produzir revelações. A escolha da psicóloga pesa bastante nessa faixa etária, e vale ler os perfis com ele, não por ele.

O formato pode ser presencial ou por vídeo, e no vídeo existe um detalhe prático que decide a qualidade da sessão: onde ele vai falar. Se não houver privacidade em casa, o presencial costuma render mais. Quando o adolescente se recusa a começar, forçar tende a transformar a terapia em punição — nesses casos, os responsáveis podem começar sozinhos e, com frequência, ele aceita depois, quando o clima muda.

Nossas avaliações no Google

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Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Muito atenciosas.
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Flávia
Muito bom! Gostei de mais!
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Ricardo Lucas
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
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Alessandra Campos
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara

Psicólogos para Adolescência no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre terapia para adolescentes

Tenho 15 anos e quero fazer terapia. Meus pais precisam saber?

Para o atendimento acontecer, o agendamento e o pagamento são feitos por um responsável — isso é uma exigência prática, não uma escolha da casa. O que fica protegido é o conteúdo: o que você falar em sessão é sigiloso, e isso é explicado aos seus pais desde o início. Se a conversa em casa for a parte difícil, a nossa secretaria pode orientar como encaminhá-la.

O que exatamente vocês contam para mim sobre as sessões do meu filho?

O andamento do processo, as orientações que ajudarem a casa e o que for necessário para a continuidade — não o conteúdo do que ele traz. Essa fronteira é o que sustenta a confiança dele no trabalho. A forma de contato com os responsáveis é combinada no começo, com todo mundo sabendo das regras, inclusive das exceções ligadas a risco.

Meu filho tem 12 anos. Vocês atendem?

Não. O atendimento começa aos 14 anos e o foco do consultório é o público adulto e adolescente a partir dessa idade. Para crianças, o cuidado exige serviços preparados para essa faixa. O que existe aqui para os adultos da casa é a orientação de pais, que trabalha com quem convive com a criança.

Ele não quer ir de jeito nenhum.

Levar à força costuma transformar a terapia em castigo, e isso atrapalha por meses. Duas saídas funcionam melhor: propor uma única conversa, sem compromisso de continuar, deixando claro que ele pode decidir depois; ou os responsáveis começarem sozinhos, ajustando o que está sob o controle da casa. É comum ele aceitar mais adiante.

Ele só fala com os amigos e comigo não fala nada.

Faz parte da fase, e não significa que a porta fechou. O que costuma reabrir canal é frequência baixa e pressão zero: presença constante, perguntas sem interrogatório, disponibilidade em horários improváveis. Isso é justamente o que se trabalha na orientação aos pais — e ter um adulto de fora da família com quem falar costuma aliviar a conta que hoje recai sobre você.

Descobri marcas de automutilação, ou ele disse que não quer viver.

Leve a sério imediatamente e não espere pela próxima consulta. Em risco iminente, o SAMU atende pelo 192; o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188, e também recebe familiares. O consultório atende com hora marcada e não é serviço de urgência — o acompanhamento entra ao lado desse cuidado, e nessas situações a psicóloga trabalha com os responsáveis envolvidos, conforme prevê a ética profissional.

Qual o valor e como são os horários?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150 — o mesmo valor do atendimento adulto —, em encontros de 50 minutos a 1 hora. De segunda a sexta, com a primeira sessão às 7h e a última começando às 21h, o que costuma permitir encaixar antes ou depois da escola. O atendimento é particular, e o recibo pode ser usado para pedir reembolso ao plano, conforme as regras do contrato.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

A certeza de que é o caso costuma vir depois

Muita família adia a primeira consulta esperando ter certeza — e essa certeza raramente chega antes. A primeira conversa custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e já indica se faz sentido continuar. Para saber quais psicólogas atendem adolescentes e quais horários estão livres, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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