Psicólogos para o tratamento das disfunções

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Psicóloga
CRP 06/143864
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Gestação
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Medos
Orientação de Pais
Puerpério
Queixas Sexuais
Relacionamentos
Separação
Sexologia
Sexualidade
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Formação e Cursos
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada, atua com TCC - Terapia Comportamental e é pós-graduada em Sexualidade Humana e Sexologia, atua em seu consultório particular com demandas de ansiedade, relacionamentos, depressão, terapia de casal e vida profissional...
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Sobre as disfunções sexuais

Chama-se disfunção um padrão persistente que trava a resposta sexual, e ele costuma se organizar em quatro pontos: o desejo, a excitação, o orgasmo e a dor. O que separa uma disfunção de uma fase ruim não é a gravidade do episódio, e sim a persistência ao longo de meses, a repetição na maioria das vezes e o sofrimento que produz — em você, na relação, ou nos dois.

Duas informações importam desde já. A primeira: são quadros comuns e tratáveis, e a demora média até a primeira consulta é o que mais atrapalha o prognóstico. A segunda: quando há dor, a avaliação médica é indispensável e vem primeiro — dor na relação nunca deve ser tratada como normal. Nos demais casos, a articulação com urologia, ginecologia ou endocrinologia entra quando o quadro sugere componente físico.

Idade, medicação e saúde: as disfunções que chegam com os anos

Uma parte das disfunções tem cronologia — e informação aqui evita tanto o drama quanto a negligência. Medicações de uso comum interferem na resposta sexual, e a mais frequente das surpresas é a dos antidepressivos: a queda de desejo ou a dificuldade de orgasmo podem ser efeito do remédio, não do fim da atração — e a conduta certa é conversar com o médico que prescreveu (há ajustes possíveis), nunca abandonar o tratamento por conta própria. Condições como diabetes e hipertensão, e as transições hormonais — menopausa, andropausa —, também entram na equação, e é por isso que a investigação médica caminha junto. O erro simétrico é o “é da idade, fazer o quê”: idade muda ritmo e contexto da resposta sexual, mas não decreta o fim dela — aceitar sem investigar deixa sem tratamento o que teria tratamento. O trabalho psicológico entra no que sobra depois da física: a adaptação do casal ao novo ritmo, a ansiedade que o primeiro episódio instalou e a conversa que ninguém teve.

Recomeçar depois de muito tempo: a estreia que trava

Pós-divórcio, viuvez, um tratamento longo de saúde, ou simplesmente anos em que a vida sexual ficou em último plano: o recomeço depois de uma pausa longa tem dificuldades próprias que se disfarçam de disfunção. A resposta sexual “enferruja” como qualquer função pouco usada — não por dano, mas por desuso e pela ansiedade que a estreia carrega: um corpo diferente do da última vez, um parceiro novo que não conhece a sua história, a sensação de ter esquecido como se faz e a pressão de que a primeira vez do recomeço “precisa” dar certo — que é exatamente a receita para não dar. O enquadre clínico alivia: episódios ruins no reinício são esperados e não são diagnóstico; a retomada é gradual como toda retomada; e a pressa é o único ingrediente realmente contraindicado. Quando o padrão travado persiste além do período de reaquecimento — ou quando o medo do fracasso faz a pessoa desistir de tentar —, aí sim o trabalho descrito nesta página entra, com ótimo prognóstico.

A outra metade da cama

Enquanto uma pessoa monitora o próprio corpo, a outra costuma estar montando a própria explicação — e ela quase nunca é a correta. “Ele não me deseja mais.” “Ela deve estar com outra pessoa.” “Sou eu que não sou mais atraente.” Dessas leituras nascem comportamentos que complicam: parar de procurar, cobrar, testar, fazer piada no momento errado, ou simplesmente instalar um silêncio que ninguém rompe.

Com o tempo, essas reações se somam ao quadro original e passam a sustentá-lo. É por isso que, em boa parte dos casos, a conversa entre os dois é mais difícil do que o próprio sintoma — e por isso o trabalho quase sempre inclui, em algum momento, o que fazer com a parceria: o que dizer, quando, e como sair do ciclo de expectativa e frustração que se instalou em volta.

Do primeiro encontro ao plano de trabalho

O primeiro encontro é de história e contexto: quando a dificuldade apareceu, em que situações se repete, o que já foi investigado clinicamente, como está a relação e o momento de vida. O levantamento é feito com perguntas objetivas, e ninguém precisa detalhar mais do que estiver confortável em detalhar — o nível de detalhe cresce com a confiança, e isso não atrasa o tratamento.

Dali sai um plano com passos definidos e revisão a cada encontro; parte do trabalho acontece entre as sessões, em combinados que você aceita antes. A parceria entra quando faz sentido e quando você quiser, seja em encontros conjuntos, seja apenas na preparação das conversas. Quando a queixa é anterior a qualquer padrão instalado e ainda não tem nome, o recorte de queixas sexuais descreve esse começo.

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Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Ótimo atendimento e qualidade!
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Renan Dias do Vale
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
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Juliana Ruffo
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
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cecilia morisson
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
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Edmar Fernandes
Muito atenciosas.
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Flávia
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
Muito bom! Gostei de mais!
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Ricardo Lucas
Excelente
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Rubistar Barbosa
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
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Marcelo Esperandio Lucio
Excelente
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Edileusa Santos vieirra
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
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Adriana Zaik
Muito atenciosas e prestativas
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Rodrigo Xavier
Um local agradável, aconchegante, seguro.
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Neida Aquino
Fui bem atendido.
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Cicero Leão
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara

Psicólogos para Disfunções Sexuais no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre disfunções sexuais

Fiz todos os exames e não encontraram nada. Então é psicológico?

Exame normal significa que o caminho é outro, não que o problema seja imaginário. O que costuma sustentar o quadro depois das primeiras falhas é bem concreto: o corpo entra em estado de alerta, a atenção sai da experiência e vai para o desempenho, e alerta e resposta sexual não coexistem bem. Essa parte responde a tratamento psicológico com boa consistência.

Meu parceiro acha que eu não o desejo mais.

É a leitura mais comum de quem está do outro lado, e ela costuma estar errada — o que não impede que produza estragos reais. Desfazer esse mal-entendido é frequentemente o primeiro ganho do tratamento, porque tira do caminho um conflito que se somou ao problema original e que ninguém sabia como abordar.

Só acontece com a minha parceira atual; sozinho, funciona.

Essa informação é clinicamente útil e vale trazer logo na primeira conversa. Quadros que aparecem em algumas situações e não em outras apontam mais para fatores da relação, do contexto ou da ansiedade específica daquele momento do que para causa física — e isso muda o desenho do trabalho. Nada disso é motivo de vergonha: é dado.

Qual a diferença entre disfunção e queixa sexual?

Uma queixa sexual é o incômodo vivido, antes de qualquer nome — e boa parte delas é resposta ao contexto, não quadro instalado. Disfunção descreve o padrão que persiste por meses e se repete na maioria das vezes. A avaliação inicial situa em qual dos dois você está, e a entrada por qualquer uma das páginas leva ao mesmo atendimento.

Uso medicação indicada para isso. A terapia ainda faz sentido?

Faz, e as frentes se somam. Quem prescreve e ajusta a medicação é o médico; a psicóloga não prescreve nem opina sobre receita. O que o remédio geralmente não alcança é o que se organizou em volta — a antecipação do fracasso, a evitação, o silêncio no casal — e é justamente essa parte que decide o que acontece quando a medicação muda ou termina.

Sinto dor na relação.

A avaliação médica é o primeiro passo e não deve ser adiada: dor tem causas que precisam ser investigadas. Feito isso, é comum haver também uma camada psicológica, porque o medo da dor tensiona a musculatura e antecipa exatamente o que se teme. As duas frentes juntas são o padrão de cuidado nesses casos.

Qual o valor e como funciona o sigilo?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150, em encontros de 50 minutos a 1 hora, de segunda a sexta, das 7h às 22h. O sigilo é dever previsto no Código de Ética do psicólogo e cobre tudo o que você trouxer, inclusive o que nunca foi dito a ninguém.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Este é um assunto que costuma esperar anos por um primeiro contato

A conversa inicial é mais simples do que a espera faz parecer: ela situa o quadro e indica o caminho, incluindo a avaliação médica em paralelo quando for o caso. Custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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