Psicólogos para o trabalho com traumas

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Psicóloga
CRP 06/128616
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
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50 a 60 min
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Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
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Traumas
Formação e Cursos
A psicóloga Jaqueline Braga possui mais de 10 anos de experiência em Psicologia Clínica. É especialista Comportamental DISC pela Etalent Internacional e pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Anhanguera. Além disso, também possui pós-graduação em Psicologia...
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Formação e Cursos
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental e pós-graduada em Saúde Mental. Possui vasta experiência em atendimentos para adultos e casais, com foco em demandas como ansiedade, estresse no trabalho, conflitos familiares, depressão, questões emocionais como autoestima e autoconfiança…
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Formação e Cursos
Realiza especialização em TCC-Terapia Cognitivo Comportamental e é pós-graduada em Neurociência com formação complementar pela PUC Campinas. Sua prática clínica é baseada em abordagens contemporâneas, ideal para adultos e casais com demandas relacionamento, ansiedade, questões profissionais...
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CRP 06/228610
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Psicóloga especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neuropsicologia. Atua com adultos e casais em demandas como relacionamentos. ansiedade, depressão, burnout, compulsões, conflitos afetivos e transição de carreira.
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Formação e Cursos
Formação em TCC - Terapia Cognitiva Comportamental pelo CETCC e formação em Psicologia Organizacional pela PUC-SP. Tem expertise em questões como relacionamentos, ansiedade, conflitos profissionais e de carreira, estresse, conflitos familiares, depressão etc...
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Sobre os traumas

A palavra cobre situações muito diferentes: um evento único e brusco — acidente, assalto, violência, uma internação, um parto difícil, a morte repentina de alguém — e também o que se acumulou por repetição, como humilhação prolongada, negligência ou anos convivendo com medo dentro de casa. Nos dois casos, a marca não é do evento em si: é do que ele deixou no sistema de alarme.

Por isso muita gente demora a nomear o que viveu. Se a vida seguiu, se outros passaram por coisa pior, se ninguém por perto tratou aquilo como grave, o episódio é arquivado como parte da história e o sintoma vira jeito de ser. O sinal que importa não é o tamanho do acontecimento, e sim o que continua ativo: lembranças que invadem, evitações que estreitam a rotina, um estado de guarda que não desliga.

Dá para se traumatizar com o que aconteceu com outra pessoa?

Dá — e quem vive isso costuma achar que “não tem direito” ao próprio sofrimento, o que só o agrava. A exposição indireta é reconhecida clinicamente: testemunhar um acidente ou uma violência, receber a notícia brutal sobre alguém querido, acompanhar de perto o adoecimento ou o sofrimento de quem se ama. Há também a exposição repetida de quem trabalha com a dor dos outros — profissionais de saúde e emergência, policiais, jornalistas, advogados de casos duros, moderadores de conteúdo — em que nenhum episódio isolado parece “suficiente”, mas o acúmulo cobra. O sistema de alarme não exige que o perigo tenha sido seu: exige apenas que tenha passado por você. Se os sinais desta página existem na sua vida e o evento “foi com outra pessoa”, a conta fecha — e o tratamento é o mesmo, com o mesmo direito de entrada.

Quando o corpo guarda o que a memória não conta

Nem todo trauma vira narrativa. Parte dos registros — especialmente os precoces e os repetidos — fica guardada em outro formato: tensão crônica numa região do corpo, reações desproporcionais a toque ou proximidade, náusea ou aperto em situações específicas, dores recorrentes com exames limpos, o corpo que trava onde a pessoa “nem sabe por quê”. É também a resposta à dúvida comum de quem diz “não lembro direito”: o trabalho não depende de recuperar cenas — depende do que se apresenta hoje, e o que se apresenta, muitas vezes, é corporal. Por isso o processo inclui o corpo desde o início: reconhecer os sinais físicos do alarme, aprender a baixá-los em tempo real, ampliar aos poucos a margem do que é tolerável. Importante: dor persistente pede avaliação médica em paralelo, sempre — o cuidado psicológico soma, não substitui. As duas leituras juntas costumam explicar o que anos de exames isolados não explicavam.

Saber que passou não desliga o alarme

Uma das partes mais desconcertantes é a distância entre o que você sabe e o que o corpo faz. A pessoa sabe que está segura, que o lugar é outro, que aquilo terminou — e mesmo assim o coração dispara, a respiração encurta, a atenção varre a sala procurando saída. A reação chega antes do raciocínio, e é por isso que argumento não resolve: ninguém se convence a não ter uma resposta que não passou por decisão.

Os gatilhos, além disso, raramente são óbvios: um cheiro, um tom de voz, um horário do dia, um tipo de barulho, uma frase específica — coisas sem relação aparente com o episódio, que aprenderam a anunciar perigo. Mapear esses disparadores é uma etapa concreta do trabalho e costuma explicar reações que a pessoa vinha atribuindo a puro descontrole.

A ordem do trabalho, e quem segura o freio

Primeiro vem o presente: como está o sono, o que anda sendo evitado, o que sustenta os seus dias, quem está por perto. Junto disso, monta-se o mapa das evitações e dos gatilhos e constroem-se recursos para os momentos em que o alarme dispara. Só depois, se e quando fizer sentido, a memória é elaborada — em partes, no seu ritmo, com o final de cada sessão reservado para você seguir o dia em condições.

O freio é seu em todas as etapas: não há relato obrigatório, detalhe exigido nem prazo. Quando o sono e o estado de alerta estão insustentáveis, a psicóloga orienta a avaliação médica em paralelo — prescrição é atribuição do psiquiatra, e as duas frentes se somam. O avanço aparece fora da sala: um lugar que volta a ser possível, uma conversa que não é mais desviada, uma noite inteira de sono.

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Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
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Suzanne Maia
Um local agradável, aconchegante, seguro.
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Neida Aquino
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
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Adriana Zaik
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Muito atenciosas.
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Ótimo atendimento e qualidade!
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Renan Dias do Vale
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
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Local aconchegante e profissionais incríveis!
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Excelente atendimento!!!
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Excelente
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Edileusa Santos vieirra
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
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Amanda Santos
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
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Juliana Ruffo
Fui bem atendido.
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Cicero Leão
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
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Marcelo Esperandio Lucio
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
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cecilia morisson
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
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Edmar Fernandes
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
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Aureliana Alcântara
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
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Rodrigo Xavier
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Rubistar Barbosa
Muito bom! Gostei de mais!
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Ricardo Lucas

Psicólogos para Traumas no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre terapia para traumas

Não lembro direito do que aconteceu. Dá para tratar assim?

Dá. Memória fragmentada, com lacunas ou fora de ordem, é comum em experiências traumáticas, e o trabalho não depende de reconstruir um relato completo. Trata-se o que está ativo hoje: as reações, os gatilhos, as evitações. O que a memória devolver ao longo do processo entra quando vier, sem ser forçado.

Vocês usam alguma técnica específica para trauma?

Cada psicóloga tem a sua formação, e ela está descrita no perfil dela aqui no site — vale ler antes de escolher. O desenho do trabalho é definido na avaliação inicial, a partir do seu caso e do seu momento. O que não fazemos é prometer um protocolo ou um prazo antes de conhecer a sua história.

Isso é estresse pós-traumático?

São coisas próximas, mas não sinônimas: nem toda experiência traumática evolui para o quadro descrito como estresse pós-traumático, que tem critérios próprios e costuma envolver revivência, evitação persistente e hipervigilância mantidas ao longo do tempo. Essa distinção é feita na avaliação, com o cuidado de não transformar sofrimento em rótulo apressado.

Foi na infância e a minha família diz que eu exagero.

É frequente, e faz parte do peso: quando quem estava lá nega ou minimiza, a pessoa passa a duvidar da própria memória. A terapia não convoca ninguém para confirmar versões — trabalha com o que aquilo produziu em você e continua produzindo hoje. O reconhecimento necessário ao processo não depende de acordo familiar.

Tenho medo de mexer nisso e não conseguir trabalhar na semana seguinte.

É uma preocupação legítima, e o desenho do trabalho responde a ela: nada é aberto sem preparo, a aproximação é gradual e o encerramento de cada sessão é usado para você voltar ao dia em condições. Se a semana está especialmente pesada, isso é dito e o ritmo muda — o combinado se ajusta à sua vida, não o contrário.

Como funcionam as sessões e qual o valor?

De 50 minutos a 1 hora, em geral semanais, presenciais no Brooklin ou por vídeo — e a mudança de um formato para o outro é simples quando você quiser. De segunda a sexta, das 7h às 22h, por R$ 275 a sessão, com a primeira consulta a R$ 150.

E se eu tiver uma crise fora do horário da sessão?

Este consultório atende com hora marcada e não funciona como serviço de urgência — é importante saber disso antes de começar. Num momento agudo, com risco à sua vida ou à de alguém, o caminho imediato é o SAMU, pelo 192, e o CVV, que atende 24 horas por dia, de graça, pelo 188. O que a terapia oferece é a outra metade do cuidado: acompanhamento continuado, com um plano combinado para os períodos mais difíceis.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Começar não exige contar tudo

A primeira consulta não pede o relato do que aconteceu: ela se ocupa do presente e do que faria diferença agora. Custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou tirar dúvidas antes, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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