Psicólogos com formação em neuropsicologia

Veja quem tem essa formação, compare os perfis e escolha um horário livre.

Psicóloga
CRP 06/228610
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Insegurança
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação Profissional
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traumas
Formação e Cursos
Psicóloga especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neuropsicologia. Atua com adultos e casais em demandas como relacionamentos. ansiedade, depressão, burnout, compulsões, conflitos afetivos e transição de carreira.
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* Horários de Brasil/Brasília
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Psicóloga
CRP 06/66773
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsão Alimentar
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Estresse
Fobia Social
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
Medos
Morte e Luto
Relacionamentos
Separação
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Formação e Cursos
A Psicóloga Danielle é graduada pela PUC SP, e, desde então, buscou outros cursos como maneira de agregar conhecimentos e técnicas na Clínica. Possui pós-graduação em Neurociência pela PUC RS, curso de "Cinesiologia" (psico-físico) pelo Sedes Spientiae, e "Terapia de Casais" pelo IPQ...
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Sobre a neuropsicologia no acompanhamento

A neuropsicologia é o campo que estuda as relações entre o funcionamento cerebral e o comportamento: memória, atenção, linguagem e funções executivas — planejar, iniciar, sustentar, alternar, inibir — traduzidas no dia a dia de estudar, trabalhar e organizar a vida. No consultório, essa formação aparece na leitura da queixa e no desenho das estratégias, calibradas pelo funcionamento observado em vez de conselhos genéricos.

Um limite precisa ficar claro desde já: este consultório não realiza avaliação neuropsicológica. Avaliação é um processo formal, com etapas, instrumentos e relatório, e quando o caso pede isso a orientação é buscar um serviço especializado — o acompanhamento psicológico segue em paralelo, se você quiser. Prometer aqui o que não se faz seria o pior começo possível.

Multitarefa: por que fazer tudo ao mesmo tempo rende menos?

Porque o cérebro não executa duas tarefas que exigem atenção ao mesmo tempo — ele alterna. E cada alternância cobra pedágio:

  • Custo de troca — a cada mudança de tarefa, a mente leva um tempo para recarregar o contexto da anterior;
  • Resíduo de atenção — parte do foco fica presa na tarefa interrompida: o e-mail respondido pela metade continua rodando de fundo;
  • Erro e retrabalho — a sensação de produtividade sobe, a qualidade medida cai;
  • Fadiga precoce — alternar consome mais energia do que sustentar, e o dia termina exausto com a impressão de nada inteiro feito.

Na clínica isso importa porque parte das queixas de “memória ruim” e “falta de foco” descreve, na verdade, uma rotina picotada — e rotina se trabalha.

Aplicativos e lembretes ajudam — ou viram muleta?

Ajudam, e a lente neuropsicológica não tem pudor nenhum com apoio externo: anotar não é trapaça, é estratégia — cérebro nenhum foi feito para guardar trinta pendências soltas. O critério é outro: o apoio funciona quando reduz carga, e atrapalha quando vira mais uma tarefa. Funciona a lista única (um lugar só, sempre o mesmo), o lembrete com hora e contexto (“sair de casa → pegar o documento”) e a captura imediata — anotar na hora, não “depois”. Atrapalha o excesso: cinco aplicativos que não conversam entre si, notificação constante fragmentando justamente a atenção que se queria proteger, o sistema tão elaborado que mantê-lo virou o trabalho. Em sessão, esses apoios são desenhados para o seu funcionamento e revistos pelo resultado — vale o que se sustenta na sua semana real.

O que imita o quê

Vale conhecer as confusões mais comuns. Sono fragmentado imita desatenção, porque atenção depende de sono. Ansiedade imita falha de memória: a informação nem chega a ser registrada, já que a atenção estava ocupada com outra coisa — e depois a pessoa conclui que “esqueceu”. Humor deprimido imita lentidão cognitiva. Sobrecarga imita queda de raciocínio. E, do outro lado, dificuldades reais de atenção são lidas por anos como falta de esforço, inclusive pela própria pessoa.

A separação prática costuma passar por três perguntas. Desde quando — é de uns meses para cá ou foi assim a vida inteira? Onde — acontece em tudo ou só naquele contexto específico? E o que melhora quando o sono e a carga melhoram? As respostas raramente fecham um diagnóstico, mas orientam bem o caminho: às vezes o cuidado é psicológico, às vezes é médico, às vezes o caso pede uma avaliação formal em serviço próprio.

O que muda numa terapia conduzida por essa lente

As estratégias deixam de ser genéricas. Em vez de “se organize melhor”, trabalha-se com o funcionamento real: quanto tempo o foco se sustenta antes de cair, o que a rotina exige e o que ela permite, quais apoios externos de organização funcionam para você e quais só acrescentam mais uma tarefa. O que foi combinado é revisto pelo resultado, não pelo esforço declarado.

O atendimento é a partir dos 14 anos e vai até o adulto maduro; cada fase tem suas perguntas típicas, e a lente é a mesma. Quando há acompanhamento médico — neurologia, psiquiatria — ou um relatório de avaliação já feito, esse material entra como contexto do trabalho, sempre respeitando os papéis: a psicóloga não interpreta laudo médico nem prescreve.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 790 avaliações

Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio

Psicólogos para Neuropsicologia no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre neuropsicologia

Vocês fazem avaliação neuropsicológica?

Não. O que existe aqui é psicoterapia conduzida por profissional com essa formação, o que é diferente do processo formal de avaliação — que tem etapas próprias, instrumentos específicos e relatório. Quando o seu caso indicar essa necessidade, isso é dito na primeira conversa e a orientação é para um serviço especializado.

Minha memória anda falhando. É cedo para me preocupar?

Depende do conjunto, e é isso que a primeira conversa situa: desde quando, em que contextos, como estão sono, humor, carga de trabalho e medicações em uso. Falhas que aparecem em períodos de sobrecarga têm um significado; mudanças progressivas, que outras pessoas notam e que atrapalham tarefas antes automáticas, pedem avaliação médica sem demora.

Acho que tenho TDAH. Vocês investigam?

O acompanhamento ajuda a organizar a queixa, reduzir o prejuízo no dia a dia e decidir se a investigação formal se justifica — mas o diagnóstico não se fecha dentro da sessão. O trabalho com o quadro no adulto está descrito em TDA e TDAH, e a avaliação, quando indicada, é orientada para o serviço adequado.

Qual a diferença entre esta abordagem e a de neurociência?

São próximas e não idênticas. A neurociência entra como base ampla sobre o funcionamento do sistema nervoso, informando a explicação e o plano de cuidado. A neuropsicologia é mais específica: foca a relação entre funções cognitivas — memória, atenção, funções executivas — e o comportamento no dia a dia. Os perfis indicam a formação de cada profissional.

Tenho um diagnóstico neurológico e faço tratamento. Serve para mim?

Serve, como frente complementar. O trabalho psicológico cuida do impacto no dia a dia — rotina, autonomia, relações, o que mudou na sua imagem de si — e das estratégias práticas para o funcionamento atual. A conduta médica permanece com quem acompanha o seu caso, e as frentes se somam sem se sobrepor.

Como são as sessões e qual o valor?

De 50 minutos a 1 hora, em geral semanais, presenciais no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h. R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150, e atendimento a partir dos 14 anos.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Antes de concluir que o problema é falta de esforço

Se a queixa é de memória, atenção ou organização, vale começar pela leitura do conjunto — sono, carga, humor e rotina entram na conta. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e já indica o caminho, inclusive quando ele passa por outro serviço. Para saber quais psicólogas têm essa formação, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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