Psicólogos para questões de identidade

Compare os perfis e escolha um horário livre — sem precisar explicar nada antes de marcar.

Psicóloga
CRP 06/143864
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Gestação
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Medos
Orientação de Pais
Puerpério
Queixas Sexuais
Relacionamentos
Separação
Sexologia
Sexualidade
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Formação e Cursos
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada, atua com TCC - Terapia Comportamental e é pós-graduada em Sexualidade Humana e Sexologia, atua em seu consultório particular com demandas de ansiedade, relacionamentos, depressão, terapia de casal e vida profissional...
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Sobre o trabalho com questões de identidade

O chão ético já está posto e vale repetir em uma linha: orientação sexual e identidade de gênero não são doença, e as normas do Conselho Federal de Psicologia vedam qualquer prática que proponha revertê-las — o que o atendimento a pessoas LGBTQI+ descreve em detalhe. Aqui o recorte é outro: o processo de entender a própria identidade, quando ele está em curso.

Na prática, isso envolve pontos concretos. A dúvida e o tempo que ela leva. O nome — as palavras que descrevem a sua experiência, inclusive as que ainda estão em teste. O corpo e a relação com ele. O que contar, a quem e quando. E a convivência com a incerteza, que é a parte que mais desgasta, porque quase todo mundo em volta quer uma conclusão.

Questionar aos 40, aos 50: identidade não tem prazo de validade

Uma parcela crescente de quem chega a este trabalho não tem 17 anos — tem 40, 50, um casamento de décadas, filhos, uma vida inteira construída sobre uma versão de si que começou a fazer perguntas. O questionamento tardio tem lógica própria: ele costuma chegar quando há segurança para chegar (a sobrevivência resolvida, os filhos criados, uma terapia em curso) e com um vocabulário que simplesmente não existia na juventude de quem hoje tem 50 — muita gente passou décadas sem palavras para uma experiência que sempre esteve lá. O medo específico dessa fase é o do desmonte: “se eu puxar esse fio, perco tudo o que construí?”. A resposta clínica separa o que a ansiedade junta: entender-se é um processo interno, e ele não obriga a nenhuma mudança externa — o que fazer com o que se descobre é decisão posterior, separada, tomada em etapas e no seu ritmo. Conhecer-se não tem idade mínima nem máxima; e chegar tarde à pergunta não invalida nem a pergunta, nem a vida que veio antes dela.

E se eu estiver “só confuso”? A dúvida que invalida a dúvida

Há um segundo andar na incerteza que merece nome: a dúvida sobre o direito de duvidar. “Deve ser fase.” “Me influenciei de tanto ver o assunto.” “Estou inventando drama.” Essas frases parecem prudência e costumam ser outra coisa — vozes externas internalizadas fazendo o trabalho de invalidação por conta própria, antes que alguém de fora precise fazer. Duas âncoras ajudam. A primeira: o questionamento em si é informação legítima — não sobre a resposta, mas sobre a existência de uma pergunta que pede espaço; perguntas que ocupam anos raramente são invenção. A segunda: o processo não tem resposta obrigatória — há quem atravesse o questionamento e conclua pela identidade que sempre apresentou, e o trabalho valeu igualmente, porque a diferença entre nunca ter perguntado e ter perguntado e respondido é enorme. O que a terapia oferece não é um veredito no fim: é o lugar onde a dúvida pode existir sem precisar se justificar — que costuma ser exatamente o que faltava para ela se organizar.

Palavra como ferramenta, não como gabarito

Nunca houve tanto vocabulário disponível, e isso tem dois efeitos opostos. Encontrar uma palavra que descreve o que você sentia sozinho é um alívio enorme. Mas o excesso também produz uma ansiedade nova: o medo de usar o termo errado, a sensação de precisar preencher todos os requisitos de uma definição, e a pressão por coerência — ter que explicar por que mudou de palavra seis meses depois.

O critério que costuma organizar isso é prático: o nome serve enquanto descreve a sua experiência. Se, em algum momento, ele passa a exigir que você se comporte de determinado jeito para ser legítimo, deixou de ser ferramenta e virou gabarito — e aí é o nome que precisa ser revisto, não você. Mudar de palavra ao longo do processo não invalida nada do que veio antes.

O ritmo do trabalho — e o que ele não faz

As primeiras sessões costumam ser de história e de vocabulário: o que você viveu até aqui, com quem pode falar disso, quais palavras fazem sentido. A partir daí o ritmo é seu: há períodos de elaboração mais lenta e outros em que decisões concretas entram na pauta — contar a alguém, mudar a forma de se apresentar, procurar um serviço de saúde. Nada disso é apressado nem induzido.

E é preciso dizer o que não acontece aqui. A psicóloga não define quem você é, não emite parecer sobre a sua identidade e não conduz para nenhuma direção. Sobre documentos: este consultório faz acompanhamento clínico e não é um serviço voltado à emissão de laudos ou relatórios para processos de transição — as exigências variam conforme o serviço de saúde e costumam envolver equipe multiprofissional. O acompanhamento pode caminhar em paralelo ao que você já faz com essa equipe.

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A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Muito atenciosas e prestativas
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Rodrigo Xavier
Muito bom! Gostei de mais!
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Ricardo Lucas
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Excelente atendimento!!!
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Leandro Gomes
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Excelente
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Edileusa Santos vieirra
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Ótimo atendimento e qualidade!
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Renan Dias do Vale
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio

Psicólogos para Identidade sexual e Gênero no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre identidade sexual e de gênero

Como sei se é isso mesmo ou se eu me convenci de tanto ler sobre o assunto?

Essa dúvida é frequente e não invalida nada. O critério útil não é a origem da palavra, e sim se ela descreve bem o que você viveu antes de conhecê-la — o que costuma aparecer quando a história é reconstruída com calma, sem pressa de concluir. Ler não fabrica experiência; no máximo dá nome ao que já estava lá, e às vezes o nome não serve e se troca.

Usei um termo para me descrever e agora não sei se é o certo.

Trocar de palavra não desfaz o que você viveu nem torna o processo menos legítimo. Palavras são descrições, e descrições se ajustam à medida que a experiência fica mais clara. O que costuma pesar é a expectativa de coerência dos outros — e isso, sim, é assunto de sessão: como sustentar um processo em andamento diante de quem espera uma definição final.

Qual a diferença entre esta página e a de atendimento LGBTQI+?

A de atendimento a pessoas LGBTQI+ descreve o acolhimento amplo, para qualquer tema, num espaço onde a sua vivência não é problematizada. Esta trata especificamente do processo identitário em curso: questionamento, elaboração, nomeação, decisões. Quem vive isso pode entrar por qualquer uma das duas — o atendimento é o mesmo.

Meu filho de 15 anos está se questionando. Vocês atendem? E nós?

Atendemos a partir dos 14 anos, com espaço protegido para a elaboração dele e sem indução em direção alguma; o conteúdo das sessões é sigiloso, e as regras são explicadas a todos no início. Para vocês existe atendimento próprio, a orientação de pais — as dúvidas e a travessia dos pais são legítimas e têm lugar separado.

Preciso de um laudo para acessar um serviço de saúde.

Este consultório não funciona como serviço de emissão de laudos para essa finalidade, e as exigências variam bastante conforme o serviço procurado. O que existe aqui é acompanhamento psicológico, que pode ser feito em paralelo ao que a equipe de saúde conduzir, com qualquer documento restrito ao que a prática clínica prevê e conversado caso a caso.

E se eu passar por uma situação difícil entre uma sessão e outra?

Combinando desde já: o consultório atende com hora marcada e não é serviço de urgência. Em ambiente hostil, depois de uma reação pesada em casa ou no trabalho, se surgirem pensamentos de morte, o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188; em emergência, o SAMU atende pelo 192. O acompanhamento cuida do que vem depois, incluindo a avaliação de segurança e de rede.

O atendimento é sigiloso? E qual o valor?

O sigilo é dever previsto no Código de Ética do psicólogo e cobre tudo o que você trouxer, inclusive o que ainda não disse a ninguém. As sessões duram de 50 minutos a 1 hora e custam R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150, de segunda a sexta, das 7h às 22h.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Um lugar onde a conclusão não tem prazo

Você pode chegar com a dúvida em aberto e sem nenhuma palavra escolhida — isso não atrapalha o começo do trabalho. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para saber quais psicólogas atendem essa demanda ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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