Psicólogos para uma decisão de carreira

Veja quem conduz o processo, compare os perfis e escolha um horário livre.

Psicóloga
CRP 06/228610
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Casais
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Insegurança
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação Profissional
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traumas
Formação e Cursos
Psicóloga especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neuropsicologia. Atua com adultos e casais em demandas como relacionamentos. ansiedade, depressão, burnout, compulsões, conflitos afetivos e transição de carreira.
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* Horários de Brasil/Brasília
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Sobre a orientação profissional

É um trabalho delimitado, com começo, meio e fim combinados, organizado em torno de uma pergunta recortada. A matéria-prima principal é a sua própria trajetória: cada emprego, projeto e fase já mostrou em que ambientes você rende, o que faz você ficar, o que faz você sair e quais “acertos” custaram caro demais. Instrumentos entram quando ajudam, sempre como insumo e nunca como veredito.

Sobre qual porta usar, a distinção prática é a pergunta que você tem. Se ela é “qual profissão seguir”, o processo é o de orientação vocacional. Se é “o que fazer com a minha relação com o trabalho”, o trabalho é o de carreira. Se a mudança já começou e o que pesa é atravessá-la, o recorte é o de transição de carreiras. Se é “entre estas duas opções, qual eu escolho — e tenho até o dia tal”, é esta página.

Proposta na mesa, uma semana de prazo: como decidir sem se atropelar

A decisão com prazo curto tem um protocolo próprio, e ele começa pelo movimento que quase ninguém faz: testar o prazo. “Preciso de mais alguns dias para decidir com responsabilidade” raramente derruba uma proposta séria — e a reação ao pedido já é informação sobre o futuro empregador. Com o tempo real definido, o levantamento é cirúrgico: duas ou três conversas-chave (alguém que trabalha lá dentro, alguém que saiu, alguém que conhece o gestor), as perguntas diretas ao contratante que a etiqueta permite e a maioria não faz (por que a vaga abriu? o que aconteceu com o antecessor?), e a análise simétrica — o custo de aceitar E o custo de recusar, porque a segunda conta costuma ficar de fora. Por fim, o enquadre que destrava: em prazo curto, a decisão 70% informada dentro do prazo vence a 95% informada fora dele — e critérios pessoais já organizados de antemão são o que permite decidir rápido sem decidir no susto. É exatamente o tipo de caso em que um processo delimitado, de poucas sessões, paga o próprio custo.

Dinheiro contra sentido: a comparação que trava todo mundo

É o impasse clássico — a opção que paga mais contra a que faz mais sentido — e ele trava porque compara grandezas sem conversão: salário se mede em reais; sentido, não. Duas técnicas ajudam a destravar. A primeira é dar preço ao sentido: calcular a diferença salarial real entre as opções (líquida, com benefícios) e perguntar-se com honestidade — “eu pagaria este valor por mês para ter aquela rotina?”. Formulada assim, a escolha às vezes fica óbvia nos dois sentidos. A segunda é o teste da terça-feira: descrever, hora a hora, a terça típica de cada opção daqui a um ano — porque não se vive o cargo nem o propósito abstrato; vive-se a terça. E vale desfazer o falso binário: as respostas híbridas existem — o sentido construído fora do emprego que paga as contas, a transição em fases com data de revisão, a negociação que melhora a opção boa. Entre o herói que larga tudo e o refém que adia tudo há um espectro inteiro — e é nele que a maioria das boas decisões mora.

Primeiro classifique a decisão: reversível ou não

Antes de comparar opções, vale responder a outra pergunta: essa escolha dá para desfazer? E a que custo? Muita gente paralisa diante de uma decisão perfeitamente reversível, tratando-a como definitiva, e decide com leveza justamente aquilo que não terá volta. Classificar isso muda o método — e costuma ser o ponto em que o impasse começa a andar.

Para o que é reversível, o caminho é o experimento: conversar com quem já faz aquilo, assumir um projeto na área pretendida, negociar um período de teste, aceitar a função nova com revisão combinada em alguns meses. Informação obtida na prática vale mais que qualquer previsão. Para o que é irreversível — vender participação, mudar de país, encerrar um vínculo antigo —, o caminho é o cenário detalhado: escrever como seria a vida em cada opção, com números, rotina e o custo para as pessoas envolvidas.

As etapas do processo

A primeira conversa recorta a pergunta, porque pergunta vaga produz resposta vaga: “estou insatisfeito” não se decide; “aceito ou não esta proposta, considerando isto e aquilo” se decide. Vêm depois as sessões de levantamento, em que a trajetória é examinada por partes, e o momento das hipóteses: dois ou três cenários postos lado a lado, com o que cada um pede e o que cobra.

O encontro final é o da decisão, e ele inclui uma parte que costuma ser esquecida: o combinado de revisão. O que você vai observar nos próximos meses, o que indicaria que o cenário escolhido não está se confirmando e o que fazer nesse caso. Decidir com plano de revisão é diferente de decidir e torcer — e é o que reduz a chance de o arrependimento virar paralisia.

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“Ótimo atendimento e qualidade!”
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Renan Dias do Vale
“Muito atenciosas.”
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“Muito bom! Gostei de mais!”
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Ricardo Lucas
“Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!”
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Amanda Santos
“Muito bom! Excelentes profissionais”
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Fernanda Duarte
“Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg”
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Suzanne Maia
“A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa”
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cecilia morisson
“Excelente”
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Rubistar Barbosa
“Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!”
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Adriana Zaik
“Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!”
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Aureliana Alcântara
“Excelente atendimento!!!”
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Leandro Gomes
“Um local agradável, aconchegante, seguro.”
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Neida Aquino
“Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.”
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Edmar Fernandes
“Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.”
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Juliana Ruffo
“Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!”
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Renata Giacobelli
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Cicero Leão
“O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata”
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“Local aconchegante e profissionais incríveis!”
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Victoria
“Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.”
Avaliador:
Camila Cara
“Muito atenciosas e prestativas”
Avaliador:
Rodrigo Xavier
“Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.”
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
“Excelente”
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra

Psicólogos para Orientação Profissional no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre orientação profissional

Qual a diferença entre orientação profissional e vocacional?

Na linguagem comum os termos se sobrepõem; aqui a distinção é de momento e de pergunta. A orientação vocacional atende a escolha de formação e profissão, do adolescente a partir dos 14 anos ao adulto em nova escolha. Esta página atende quem já está no mercado e tem uma decisão concreta a tomar, usando a própria trajetória como principal evidência.

Recebi uma proposta e tenho uma semana para responder.

É o caso mais típico deste formato, e dá para trabalhar em poucos encontros. O foco vira imediato: quais são os critérios que realmente importam para você, o que a proposta responde e o que ela não responde, o que é reversível nela e qual seria o plano se a escolha não se confirmar. Prazo curto não impede método — impede improviso.

Vale a pena fazer um MBA?

Essa não é uma pergunta que a psicóloga responde por você, e desconfie de quem responder. O que o processo faz é construir o critério: o que exatamente você espera que a formação resolva, se existe evidência de que ela resolve isso, o que custaria em tempo e dinheiro e quais alternativas atenderiam o mesmo objetivo. Com o critério pronto, a resposta costuma aparecer sozinha.

É a mesma coisa que coaching de carreira?

Não. Aqui o atendimento é feito por psicólogas com CRP ativo, dentro do que a profissão regulamenta, e o material inclui o que costuma ficar de fora de um processo focado em performance: medo, história, o peso da expectativa alheia e o que a decisão significa para você. Quando o trabalho pede profundidade maior, o recorte de carreira continua a conversa.

Em quantas sessões sai uma direção?

O desenho é combinado na primeira conversa e costuma ser mais curto que uma terapia aberta. Direções sólidas aparecem em poucas semanas quando a pergunta está bem recortada; decisões que envolvem várias pessoas e mudanças grandes pedem o tempo da complexidade. Não há pacote fechado.

Qual o valor e em que horários?

R$ 275 por encontro, com o primeiro a R$ 150, em sessões de 50 minutos a 1 hora. De segunda a sexta, com a primeira às 7h e a última começando às 21h, no Brooklin ou por vídeo — as pontas do dia costumam resolver a agenda de quem cumpre horário comercial.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Uma decisão com data pede método, não só coragem

Se existe um prazo no seu calendário, ele é um bom ponto de partida para o primeiro encontro, que custa R$ 150 (os seguintes, R$ 275). Para saber quais psicólogas conduzem o processo e quais horários estão livres, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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