Psicólogos para a escolha profissional

Veja quem conduz o processo, compare os perfis e escolha um horário livre.

Psicóloga
CRP 06/117294
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Estresse
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Morte e Luto
Orientação Vocacional
Pós-parto
Pré e Pós Cirúrgico
Preparação para Vestibulares
Separação
Sexualidade
Traição
Formação e Cursos
Especialista em TCC - Terapia Cognitiva Comportamental, com foco em terapia individual em demandas como ansiedade, conflitos conjugais, estresse, depressão e carreira. Com formação em Inteligência Emocional, cursa especialização em…
Presencial
Online
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* Horários de Brasil/Brasília
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Sobre a orientação vocacional — e o que ela não é

Não é um teste que devolve uma profissão. O processo combina entrevistas sobre história, rotina e expectativas com instrumentos psicológicos que, pela regulamentação do Conselho Federal de Psicologia, só podem ser aplicados e interpretados por psicólogo. O resultado deles é insumo, não veredito: serve para mostrar padrões que ninguém enxerga sozinho, e esses padrões são discutidos, não entregues prontos.

Também não é aula de mercado. O que se investiga é como você decide, o que pesou nas suas escolhas anteriores e quais informações faltam para que esta escolha seja sua — inclusive as mais banais, como o cotidiano real das profissões que estão na lista.

Escolher aos 17 uma profissão para a vida inteira?

A pergunta já vem com o erro embutido: a escolha não é para a vida inteira — e tratar como se fosse é o que paralisa. A trajetória profissional típica de quem tem 17 anos hoje vai incluir mudanças de área, funções que ainda não existem e recombinações que nenhum teste anteciparia; boa parte dos adultos em transição de carreira escolheu “para sempre” na adolescência e está reescolhendo agora, com mais custo. O enquadre que funciona é outro: escolher bem o PRÓXIMO trecho — o curso, os primeiros anos — com o melhor critério disponível, sabendo que revisões futuras não são fracasso da escolha, são a regra do jogo. Esse reenquadre costuma destravar sozinho: decidir o próximo passo é tarefa possível para um adolescente; acertar a vida inteira de uma vez não é tarefa possível para ninguém. E critérios para o próximo trecho é exatamente o que o processo constrói.

Pais na escolha do filho: como ajudar sem decidir por ele

A participação da família pesa — para os dois lados. O que ajuda de verdade:

  • Financiar a exploração — a visita, o curso de férias, o material: dar acesso, não direção;
  • Abrir a agenda de contatos — presentear com conversas: o conhecido que exerce a profissão considerada vale mais que dez opiniões;
  • Perguntar mais, opinar menos — “o que te atrai nisso?” constrói critério; “você tem certeza?” constrói medo.

O que atrapalha, mesmo com boa intenção: o veto disfarçado de preocupação (“e se você passar fome?”), a cobrança do investimento (“depois de tudo que pagamos de escola…”) e a profecia (“você não tem perfil”). E vale a honestidade final: filho que escolhe para agradar — ou para desafiar — não escolheu; adiou. Quando o cabo de guerra em casa é a parte mais difícil da escolha, ele também tem espaço de trabalho, na orientação de pais.

As três vozes que entram na sala

Toda escolha profissional chega acompanhada. Há a sua voz, muitas vezes a mais baixa; a da família, que fala em segurança, orgulho ou continuidade de um negócio; e a do mercado, que promete e ameaça em manchetes. Boa parte dos travamentos não é falta de informação: é conflito não declarado entre essas três, e ninguém decide bem sem saber quem está falando.

Há ainda uma quarta voz, mais silenciosa: a das eliminações feitas cedo demais. O “não sou de exatas” costuma nascer de uma nota ruim aos 14 anos e sobreviver intocado por uma década, cortando metade das opções antes de qualquer conversa. Em sessão, essas exclusões são reabertas — não para forçar nada, mas para que a lista seja honesta.

Como o processo termina

O desenho é combinado logo no primeiro encontro: um número previsto de sessões, com entrevistas, aplicação dos instrumentos e uma devolutiva final. Entre elas costuma haver trabalho de campo — conversar com quem exerce as profissões consideradas, ler sobre a rotina real de cada uma, visitar ambientes. É esse confronto com a realidade que sustenta a decisão.

Na devolutiva, o que se entrega é um mapa e um critério: o que combina com você e por quê, o que ficou de fora e por quê, e o que fazer se o primeiro caminho não se confirmar. E existe um desfecho que também é resultado: quando o processo mostra que o que trava não é vocacional — ansiedade, conflito familiar, um quadro que pede cuidado próprio —, isso é dito e o encaminhamento é feito.

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O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
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Camila Cara
Muito bom! Excelentes profissionais
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Fernanda Duarte
Excelente
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Edileusa Santos vieirra
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
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Edmar Fernandes
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Excelente
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Rubistar Barbosa
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino

Psicólogos para Orientação Vocacional no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre orientação vocacional

Vocês aplicam teste vocacional?

Instrumentos psicológicos são usados, sim — e só psicólogo pode aplicá-los e interpretá-los, conforme a regulamentação do Conselho Federal de Psicologia. O que não existe aqui é o teste de internet que devolve um nome de curso: os resultados entram como uma das fontes do processo e são discutidos com você na devolutiva.

Meu filho tem 15 anos. Vocês atendem?

Sim, o atendimento é a partir dos 14 anos; crianças não são atendidas. As sessões são individuais, com o sigilo previsto no Código de Ética, e os pais podem ter espaço próprio de orientação de pais — inclusive para combinar como apoiar sem aumentar a pressão.

Qual a diferença entre orientação vocacional e preparação para vestibulares?

Uma responde “o quê” e a outra, “como atravessar”. A orientação vocacional trabalha a escolha do curso e da profissão; a preparação para vestibulares cuida do ano de prova: ansiedade de desempenho, rotina de estudo, branco na hora. Quem chega sem saber o curso e com inscrição feita costuma precisar das duas, em ordem combinada no início.

Tenho 38 anos e quero mudar de área. É isto ou terapia de carreira?

Depende do que está em aberto. Se a dúvida é qual área, a orientação vocacional dá o método; se você já sabe o destino e trava na decisão, no medo ou no momento de fazer, o trabalho é o de carreira e o de transição de carreiras. A primeira conversa serve exatamente para nomear em qual dos dois pontos você está.

Quantos encontros são necessários?

É um processo mais curto e mais focado que uma psicoterapia aberta, com número previsto combinado no início — e sem pacote fechado: se o caso pedir mais ou menos, isso é revisto com você. Cada encontro dura de 50 minutos a 1 hora.

Qual o valor e em que horários?

R$ 275 por encontro, com o primeiro a R$ 150, de segunda a sexta — a primeira sessão às 7h e a última começando às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo, o que costuma facilitar para quem está em cursinho ou trabalhando.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

A escolha melhora quando deixa de ser adivinhação

Dá para começar com a dúvida ainda solta: organizá-la é a primeira parte do trabalho. O primeiro encontro custa R$ 150 (os seguintes, R$ 275) e já indica o desenho do processo. Para saber quais psicólogas conduzem a orientação vocacional e quais horários estão livres, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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