
Depressão Secundária: Causas, Sintomas e Tratamento
A depressão secundária tem origem orgânica — doenças crônicas ou efeitos colaterais de medicamentos — e não em fatores emocionais. Seu tratamento exige uma abordagem multidisciplinar e contínua.
O termômetro do burnout costuma ser o domingo à noite: aquele peso no peito na véspera da semana, repetido por meses, até o corpo começar a falhar — sono, memória, paciência, vontade. Na região de escritórios onde este consultório atende desde 2012, é uma das queixas que mais crescem.
O tratamento é conduzido por psicólogos com CRP ativo, no Brooklin ou por vídeo, das 7h às 22h — R$ 275 a sessão (R$ 150 a primeira).
Sessões nas pontas do dia — 7h ou fim de tarde — para caber na agenda de quem ainda está trabalhando.
Burnout não é falta de resiliência — é uma conta que não fecha: exigência crônica acima da capacidade de recuperação, até o sistema desligar. As três marcas clássicas são a exaustão que não passa com descanso, o distanciamento cínico do trabalho e a sensação de incompetência crescente.
Por definição, é um fenômeno ligado ao trabalho: o problema não mora em você — mora na relação entre você e a sua ocupação. E relação se trabalha.
A definição liga o burnout ao trabalho — mas “trabalho” é maior que o crachá. O autônomo acumula todas as funções e nenhuma fronteira: sem expediente para acabar, todo momento é potencialmente de trabalho, e a culpa de parar não bate ponto. Quem cuida de um familiar doente cumpre jornada integral não remunerada, sem férias e sem colega para dividir. E a jornada da casa e dos filhos, somada ao emprego, dobra a carga de quem a carrega — na maioria das casas, ainda de forma invisível. Essas versões demoram mais a ser levadas a sério justamente porque falta o vilão óbvio: sem chefe para culpar, a pessoa culpa a si mesma. O tratamento é o mesmo — e começa por reconhecer que a conta que não fecha é real, mesmo quando ninguém a vê.
A recaída não avisa — ela reusa o caminho conhecido. Por isso a prevenção é feita de coisas concretas, não de promessas: um mapa dos SEUS sinais precoces (o sono que encurta, o cinismo que volta, o almoço que some da agenda), revisado de tempos em tempos; mudanças estruturais em vez de cosméticas — férias tratam sintoma, fronteira de expediente trata causa; e o teste honesto diante de um novo emprego ou projeto: o que muda de verdade, além do cenário? Quem sai de um burnout carregando intacto o pacote interno que o produziu tende a reconstruir o problema no endereço novo. É esse pacote que a terapia desmonta — para que a recuperação não seja só um intervalo entre dois esgotamentos.
Entre “aguentar calado” e “pedir demissão” existe um território inteiro que o esgotamento esconde: renegociar escopo e prazos, reinstalar pausas reais, desligar de verdade fora do expediente, dizer não sem incendiar pontes.
A terapia trabalha esse território — e também o que sustenta a sobrecarga por dentro: o perfeccionismo, a dificuldade de delegar, o valor próprio atrelado à entrega.
O trabalho tem fases: primeiro estancar a sangria — sono, pausas, o mínimo de recuperação que devolve chão. Depois, renegociar a relação com o trabalho, por fora (limites, conversas) e por dentro (padrões). Por fim, prevenção: reconhecer cedo os sinais para a história não se repetir no próximo emprego.
Sessões semanais de 50 minutos a 1 hora, presenciais ou por vídeo.
Preguiça não existe em quem trabalha 10 horas por dia — o que existe é um sistema esgotado. Se descanso não recupera, se o cinismo cresceu e a eficiência caiu apesar do esforço, o quadro merece avaliação profissional, não julgamento moral.
Às vezes é — e a terapia não vai fingir o contrário. O que ela oferece é clareza para separar o que é do cargo, o que é da empresa e o que é do seu padrão; com isso, sair (ou ficar) vira decisão estratégica, não fuga no impulso.
Porque férias tratam cansaço, e burnout não é só cansaço — é um padrão de relação com o trabalho. Duas semanas fora não renegociam escopo, não mudam o perfeccionismo nem os limites; na volta, o sistema que esgotou continua lá.
As pontas: a sessão das 7h, antes do expediente, e as do fim do dia — a última começa às 21h. Nas semanas impossíveis, a sessão por vídeo evita o buraco. A agenda real de cada psicóloga está no site.
Não por nós — o sigilo profissional é integral, e o consultório não tem qualquer vínculo com empresas. O que você compartilha (ou não) com o seu empregador é decisão exclusivamente sua.
R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150 — presencial ou por vídeo. O pagamento é no agendamento, com recibo aceito por muitos planos para reembolso parcial.
Comece pela primeira consulta, a R$ 150 — às 7h, antes do trabalho, se for o horário possível. A nossa secretaria tira dúvidas de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.