Psicólogos para quem está mudando de carreira

Compare os perfis e escolha um horário livre — inclusive nas pontas do dia, se a rotina nova ainda está se ajustando.

Psicóloga
CRP 06/128616
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Depressão Pós-parto
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios de Imagem
Equilíbrio emocional
Estresse
Estresse pós-traumático
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Hábitos Saudáveis
Hipocondria
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
LGBTQI+
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transição de Carreiras
Traumas
Formação e Cursos
A psicóloga Jaqueline Braga possui mais de 10 anos de experiência em Psicologia Clínica. É especialista Comportamental DISC pela Etalent Internacional e pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Anhanguera. Além disso, também possui pós-graduação em Psicologia...
Presencial
Online
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
DDD
dd/mm
* Horários de Brasil/Brasília
Carregando horários...

Sobre a transição de carreiras

Três situações costumam chegar aqui, e elas pedem coisas diferentes. Quem escolheu mudar e está executando o plano; quem foi empurrado por uma demissão, pelo fim de uma área ou por um problema de saúde, e precisa transformar um imprevisto em decisão; e quem já mudou, está no meio e se pergunta todo dia se errou.

O que este recorte não faz é o método de decidir qual caminho seguir — isso é o trabalho descrito em carreira e em orientação vocacional. Aqui o material é o atravessar: o que a mudança faz com a sua identidade, com a sua renda, com a sua rede e com as pessoas que dependem de você enquanto ela acontece.

Transição depois dos 40, dos 50: tarde demais?

A conta real diz que não — mas ela precisa ser feita com honestidade, não com frase motivacional. Contra: o etarismo existe, alguns caminhos têm porta estreita para quem começa tarde, e o fôlego financeiro costuma ser menor com dependentes na equação. A favor, e pesando mais do que se imagina: quem transiciona maduro carrega capital que iniciante nenhum tem — rede construída, reputação transferível, leitura de gente e de contexto, e o autoconhecimento de quem já sabe o que não quer, que economiza anos de tentativa. As competências transversais — negociar, escrever, liderar, aguentar crise — atravessam a ponte junto; recomeço não zera o acumulado, realoca. E há um dado de dor: a pergunta “é tarde demais?” costuma doer menos que a outra, a que chega aos 65 — “por que eu não fui?”. O trabalho em sessão não empurra para nenhum lado: monta a conta completa, com os dois pratos da balança visíveis, e devolve a decisão a quem vai vivê-la.

“E você, faz o quê?”: administrar a história enquanto ela muda

A pergunta social mais banal vira a mais difícil da travessia — e o desconforto dela merece manejo próprio, porque acompanha cada festa, cada reencontro e cada perfil a atualizar. Três frentes ajudam. A versão curta e honesta: uma resposta de duas frases, construída com antecedência, que conte a fase sem pedido de desculpas (“saí de X e estou construindo Y”) — quem tem a resposta pronta para de evitar os lugares onde a pergunta mora. O julgamento alheio em tamanho real: parte é imaginado (o efeito holofote de achar que todos acompanham a sua carreira), parte é real e diz mais de quem julga — a transição alheia incomoda especialmente quem adiou a própria. E a vitrine dos ex-colegas: a rede social que exibe as promoções do caminho que você deixou é comparação com uma vida que você escolheu não ter — vale lembrar por que, e às vezes vale o silenciador. A história que você conta sobre a própria mudança acaba sendo a que você acredita; construí-la bem é parte do processo.

Voltar a ser iniciante depois de ter sido referência

Esta é a parte que quase ninguém antecipa. Você passou anos sendo procurado para resolver o que os outros não sabiam — e de repente erra coisas básicas, precisa perguntar o óbvio, tem um chefe dez anos mais novo e leva o dobro do tempo em tarefas que, na sua área antiga, faria no automático. A competência não sumiu; ela ficou do outro lado da ponte.

Junto vem uma perda menos visível: a rede se dissolve. O círculo profissional também era a vida social, e ele se desfaz devagar — os convites diminuem, os assuntos deixam de ser comuns, e o grupo novo ainda não existe. Nomear isso muda o modo como você lê o próprio desconforto: não é sinal de que a escolha foi errada, é o custo previsível do trecho do meio.

O que o acompanhamento faz nessa fase

A primeira coisa é construir uma régua provisória. Sem ela, qualquer dia ruim vira prova de fracasso — com ela, dá para saber o que é esperado sentir nos primeiros meses, o que já deveria estar diferente e o que ainda não. Isso permite separar o desconforto normal da adaptação de um sinal real de rota errada, que é a dúvida que mais consome quem está no meio.

Depois entram as conversas concretas: o combinado financeiro em casa — quanto tempo a mudança tem de fôlego e o que acontece se passar disso —, a relação com quem está sustentando esse período, o ritmo de exposição no meio novo e a reconstrução de rede. E há o trabalho sobre a versão antiga de você, que continua sendo cobrada por dentro pelos padrões de quem já dominava o assunto.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 790 avaliações

“O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata”
Avaliador:
Alessandra Campos
“Excelente”
Avaliador:
Rubistar Barbosa
“Excelente”
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
“Excelente atendimento!!!”
Avaliador:
Leandro Gomes
“Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.”
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
“Local aconchegante e profissionais incríveis!”
Avaliador:
Victoria
“Muito atenciosas.”
Avaliador:
Flávia
“Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.”
Avaliador:
Edmar Fernandes
“Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!”
Avaliador:
Aureliana Alcântara
“Muito bom! Gostei de mais!”
Avaliador:
Ricardo Lucas
“Ótimo atendimento e qualidade!”
Avaliador:
Renan Dias do Vale
“Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg”
Avaliador:
Suzanne Maia
“Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!”
Avaliador:
Adriana Zaik
“Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!”
Avaliador:
Amanda Santos
“Muito bom! Excelentes profissionais”
Avaliador:
Fernanda Duarte
“Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.”
Avaliador:
Camila Cara
“Fui bem atendido.”
Avaliador:
Cicero Leão
“Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.”
Avaliador:
Juliana Ruffo
“A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa”
Avaliador:
cecilia morisson
“Muito atenciosas e prestativas”
Avaliador:
Rodrigo Xavier
“Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!”
Avaliador:
Renata Giacobelli
“Um local agradável, aconchegante, seguro.”
Avaliador:
Neida Aquino

Psicólogos para Transição de Carreiras no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre transição de carreira

Fui demitido e a mudança não foi escolha minha.

É um ponto de partida diferente e merece um trabalho diferente: antes de qualquer projeto, costuma haver um susto a processar e uma sensação de perda de controle. O acompanhamento ajuda a separar a urgência real — prazos, dinheiro, decisões que não esperam — do impulso de aceitar a primeira coisa que apareça só para encerrar o desconforto.

Meu companheiro está sustentando a casa e eu me sinto em dívida.

Essa é uma das partes mais silenciosas da travessia, e ela costuma azedar quando não é falada. O trabalho passa por transformar a sensação difusa de dívida em combinados explícitos — o que foi acordado, por quanto tempo, o que cada um espera — e por preparar essa conversa, que quase sempre está sendo adiada dos dois lados.

Tenho vergonha de perguntar coisas básicas no trabalho novo.

É previsível e passageiro, mas cobra caro enquanto dura, porque colide com a imagem de competência que você tinha. Em sessão, isso é tratado como o que é: uma fase de aprendizagem em que perguntar acelera e esconder atrasa. Também se trabalha o hábito, muito comum, de se comparar a quem está há dez anos naquilo.

Quanto tempo dura essa sensação de não pertencer a lugar nenhum?

Não há prazo padrão — depende do tamanho do salto, da rede que você tinha e do quanto a sua identidade estava colada na função anterior. O que dá para acompanhar são os sinais de que o trecho está andando: assuntos novos que já são seus, pessoas novas que você procuraria fora do trabalho, e a diminuição da necessidade de explicar a sua escolha para os outros.

Ainda não dei o passo, mas já sei o que quero.

Então o trabalho tem outro foco: o que está entre a decisão tomada e a execução — medo, timing, dependências financeiras, conversas que precisam acontecer antes. Se a dúvida ainda for sobre qual caminho seguir, o método está em carreira e em orientação vocacional, e é comum passar por essas frentes antes de chegar aqui.

Preciso de um processo longo ou dá para ser algo mais curto?

Depende do momento, e isso é combinado na primeira conversa. Há quem use um número reduzido de sessões, focado numa fase específica da travessia, e há quem prefira acompanhamento contínuo enquanto a mudança acontece. Não há pacote fechado. As sessões duram de 50 minutos a 1 hora e custam R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150, de segunda a sexta, das 7h às 22h.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

O trecho do meio é o que menos se conversa

Se hoje a parte difícil não é decidir, e sim sustentar o que já foi decidido, é disso que o acompanhamento trata. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e já define foco e expectativa. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
Últimos Artigos