Psicólogos para tratar a depressão pós-parto

Escolha o perfil e um horário livre — por vídeo, dá para começar sem sair de casa com o bebê.

Psicóloga
CRP 06/128616
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Autoaceitação
Autoconhecimento
Autoestima
Carreira
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Conflitos Profissionais
Depressão
Depressão Pós-parto
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios de Imagem
Equilíbrio emocional
Estresse
Estresse pós-traumático
Fobias
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Hábitos Saudáveis
Hipocondria
Insegurança Emocional
Inteligência Emocional
LGBTQI+
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Medos
Morte e Luto
Orientação de Pais
Procrastinação
Relacionamentos
Saúde Mental
Separação
Síndrome de Burnout
Síndrome do Pânico
TDA e TDAH
Terapia de Casal
TOC – Transtorno Obsessivo
Traição
Transição de Carreiras
Traumas
Formação e Cursos
A psicóloga Jaqueline Braga possui mais de 10 anos de experiência em Psicologia Clínica. É especialista Comportamental DISC pela Etalent Internacional e pós-graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pela Universidade Anhanguera. Além disso, também possui pós-graduação em Psicologia...
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Sobre a depressão pós-parto

Ela não se resume a tristeza. Aparece como desânimo que não cede, irritabilidade constante, dificuldade de sentir prazer ou conexão com o bebê, culpa que ocupa o dia inteiro, sono que não vem nem quando é possível dormir, e a sensação de estar apenas cumprindo tarefas. Pode começar nas primeiras semanas ou surgir meses depois — inclusive no desmame ou na volta ao trabalho —, e também é descrita em pais e parceiros, não só em quem gestou.

Sobre os papéis, para não haver dúvida: o diagnóstico e a decisão sobre medicação são do médico — obstetra ou psiquiatra —, e a psicóloga não prescreve. A psicoterapia é tratamento, e funciona sozinha em muitos casos e ao lado da medicação em outros. Quem define isso é a avaliação, não a página.

O pai também: a depressão pós-parto que ninguém investiga

A depressão do período pós-natal atinge também pais e parceiros — a pesquisa aponta uma parcela expressiva deles, com pico no primeiro ano — e quase nunca é investigada, porque ninguém pergunta como o pai está. Nele, o quadro costuma usar outra roupa: irritabilidade e pavio curto em vez de choro, jornadas de trabalho que se esticam (a fuga socialmente aceita), álcool subindo de frequência, distanciamento do bebê e da parceira — sinais que a casa lê como “ele não ajuda” ou “ele mudou”, raramente como sofrimento. O risco se multiplica quando os dois estão mal ao mesmo tempo, cada um sem margem para segurar o outro. Se essa descrição parece a da sua casa — em você ou em quem divide o bebê com você —, a avaliação vale para os dois: o tratamento existe igual, e cuidar de um dos lados alivia imediatamente o outro.

E se o amor pelo bebê não vier de uma vez? O vínculo que se constrói

Uma das fontes mais silenciosas de culpa do puerpério é a expectativa do amor instantâneo — a cena prometida de olhar o recém-nascido e ser inundada por uma ligação absoluta. Para muitas pessoas é assim; para muitas outras, não: o que existe nas primeiras semanas é exaustão, estranheza, responsabilidade esmagadora — e um bebê que ainda não devolve nada. Isso precisa ser dito com todas as letras: vínculo não é evento, é construção — feita de cuidado repetido, de trocas que engrossam quando o bebê começa a responder, de tempo. A demora não é defeito seu nem prenúncio de má relação; mães e pais que começaram “sem sentir nada” contam, meses depois, amores inteiros. O que merece atenção clínica é a combinação com os demais sinais desta página — aí não é o vínculo que está lento: é uma depressão no caminho dele, e tratá-la é justamente o que libera a construção que estava represada.

Os pensamentos que ninguém conta

Há uma parte do quadro que quase nunca chega às conversas de família: pensamentos intrusivos e assustadores. Imagens de que algo terrível acontece com o bebê, o impulso de fugir, a vontade de que tudo voltasse a ser como antes, o medo de não amar o suficiente. Eles chegam sem serem chamados, provocam pavor exatamente por contrariarem o que a pessoa quer — e são um fenômeno conhecido, não um sinal de que você é perigosa.

O que atrasa o cuidado é o silêncio em volta disso. O medo de ser vista como má mãe, de assustar a família ou de sofrer alguma consequência faz muita gente esconder justamente o sintoma mais importante. Numa sessão, esses pensamentos podem ser ditos e examinados: o que são, por que aparecem e o que fazer com eles. Nomear costuma tirar boa parte do poder que eles têm.

Como o tratamento se organiza nessa fase

A logística entra no plano desde o começo, porque ela decide se o tratamento acontece: o vídeo costuma ser a porta de entrada nos primeiros meses, os horários das pontas do dia ajudam quem depende de alguém para ficar com o bebê, e sessões interrompidas fazem parte — ninguém precisa performar concentração aqui.

O trabalho combina três frentes: aliviar o que está mais agudo (sono possível, divisão de tarefas, expectativa realista), rever a exigência que a maternidade acionou e reconstruir a rede de apoio, que quase sempre existe mas não está sendo usada. Quando o quadro pede avaliação médica, isso é dito com clareza, e as duas frentes seguem juntas. O que não se faz aqui é prometer prazo.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 790 avaliações

Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Um local agradável, aconchegante, seguro.
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Neida Aquino
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara

Psicólogos para Depressão Pós-parto no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Temas próximos deste período

Perguntas frequentes sobre a depressão pós-parto

Como sei se é aquela tristeza dos primeiros dias ou depressão?

A diferença mais útil é a de duração e de peso: a oscilação de humor das primeiras semanas melhora sozinha e convive com momentos bons; a depressão pós-parto persiste, ocupa quase todos os dias e atrapalha o cuidado com você e com o bebê. Se passou de duas semanas e não dá trégua, vale uma avaliação — que é feita por profissional, não por checklist de internet.

Meu bebê tem oito meses. Ainda pode ser pós-parto?

Pode. O quadro não obedece ao calendário do puerpério e aparece com frequência mais tarde, muitas vezes disparado pelo desmame, pela volta ao trabalho ou pelo fim da rede de apoio que existia no começo. Chegar depois não atrasa nada nem torna o tratamento diferente.

Tenho pensamentos ruins e morro de medo de contar.

Você pode contar aqui. Pensamentos intrusivos são parte conhecida do quadro, e falar deles é o que permite tratá-los. A conversa é protegida pelo sigilo do Código de Ética do psicólogo, e o objetivo da sessão é cuidar de você — não julgar a sua maternidade.

Estou amamentando. E se eu precisar de medicação?

Essa avaliação é médica: existem opções compatíveis com a amamentação, e quem decide é o obstetra ou o psiquiatra que acompanha o seu caso. A psicóloga não prescreve nem opina sobre receita — o que ela faz é orientar a busca dessa avaliação quando o quadro indicar e seguir o trabalho em paralelo.

Não consigo sair de casa com o bebê. Como faço as sessões?

Por vídeo, com a mesma condução do presencial. É a escolha mais comum nos primeiros meses, e não há problema em atender com o bebê no colo ou em interromper a sessão para o que for preciso. Quando sair ficar viável, a mudança para o consultório é simples.

E se eu não estiver bem entre uma sessão e outra?

É importante saber que o consultório trabalha com hora marcada e não é um serviço de urgência. Se surgirem pensamentos de morte, de se machucar ou de fazer mal ao bebê, procure ajuda imediatamente: o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188, e o SAMU, pelo 192, para emergências. Isso não substitui o tratamento — é o que garante o agora, enquanto o acompanhamento cuida do resto.

Qual o valor e em quanto tempo eu começo?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150, em encontros de 50 minutos a 1 hora. A agenda vai de segunda a sexta, com a primeira sessão às 7h e a última começando às 21h, e os horários que aparecem nos perfis são os realmente livres.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Pedir ajuda agora encurta esse período

Não é preciso ter certeza de que é depressão pós-parto para marcar: a primeira consulta, a R$ 150 (as seguintes, R$ 275), serve exatamente para essa leitura, e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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