Psicólogos para acompanhar o pós-parto

Escolha o perfil e um horário livre — inclusive por vídeo, com o bebê por perto.

Psicóloga
CRP 06/117294
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Adolescência
Ansiedade
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Distúrbios Alimentares
Estresse
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Morte e Luto
Orientação Vocacional
Pós-parto
Pré e Pós Cirúrgico
Preparação para Vestibulares
Separação
Sexualidade
Traição
Formação e Cursos
Especialista em TCC - Terapia Cognitiva Comportamental, com foco em terapia individual em demandas como ansiedade, conflitos conjugais, estresse, depressão e carreira. Com formação em Inteligência Emocional, cursa especialização em…
Presencial
Online
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Sobre o pós-parto e o que ele movimenta

O puerpério é uma das transições mais intensas da vida adulta, e não é um problema de saúde por definição. Muda o corpo, muda o sono, muda a autonomia sobre o próprio dia, muda o casal, muda a relação com o trabalho e com o dinheiro, muda a vida sexual, mudam as amizades. Some-se a isso um volume de opinião não pedida que nenhuma outra fase recebe: sobre amamentação, sobre voltar a trabalhar, sobre colo, sobre chorar.

Não é preciso ter um quadro clínico para procurar ajuda nessa fase — cuidar da travessia é motivo suficiente. E há um limite claro: quando o sofrimento passa a ocupar todos os dias e não cede, o que está em questão pode ser a depressão pós-parto, que tem página e tratamento próprios aqui. Distinguir uma coisa da outra é parte da avaliação inicial.

A aldeia que não veio: maternar sem rede

O ditado promete uma aldeia para criar cada criança; a vida urbana entrega um apartamento, um parceiro em expediente e a família a quilômetros — quando há família disponível. A solidão do puerpério moderno não é falha sua: é estrutural — as amigas estão em outra fase, a avó trabalha ou mora longe, e a única companhia do dia inteiro tem semanas de vida e não conversa. Isso tem dois desdobramentos práticos em sessão. O primeiro: rede, hoje, se constrói ativamente — mapear quem existe (inclusive quem você não pediria por orgulho), transformar oferta vaga em tarefa concreta (“qualquer coisa me chama” vira “quinta você fica com ele das 15h às 17h”) e aceitar ajuda imperfeita, porque a avó que dá doce fora de hora ainda é uma tarde de sono. O segundo: reconhecer que parte do esgotamento atribuído à maternidade é, na verdade, da solidão em que ela está sendo exercida — e essa parte tem endereço e tratamento diferentes.

Segundo filho: o puerpério para o qual ninguém prepara de novo

A expectativa é de veterania — “agora eu já sei” — e a realidade cobra outra prova: o puerpério de segundo filho tem dores próprias que o primeiro não ensinou. A logística não soma, multiplica: há um recém-nascido E uma criança com ciúme legítimo, rotina escolar e necessidade da mãe que acabou de “sumir”. Há o luto silencioso da exclusividade — a culpa de ter “destronado” o primogênito, a sensação de não dar conta de amar dois como cada um merece (dá — o amor não se divide, se desdobra, mas a ATENÇÃO se divide sim, e cabe planejá-la sem culpa). Há a comparação entre puerpérios: o corpo que responde diferente, o bebê com outro temperamento, a rede ainda menor porque “agora ela já sabe se virar”. E há a cobrança do “já devia saber”, que transforma cada dificuldade em falha dupla. Nada disso é regressão: é outra travessia — e ter espaço próprio para ela vale tanto quanto valeu na primeira.

O descompasso entre a mãe imaginada e a real

Boa parte da dor dessa fase vem de uma comparação silenciosa: o parto que foi planejado e aconteceu de outro jeito, a amamentação que não engatou, a licença que acabou cedo demais, a casa que ia continuar funcionando, a mãe paciente que você imaginou que seria. Nada disso costuma ser dito em voz alta, porque parece ingratidão diante de um bebê saudável.

Junto vem a ambivalência, que é a parte mais mal compreendida: amar o bebê profundamente e sentir falta da vida de antes, ao mesmo tempo, sem contradição. Ter um lugar onde as duas coisas cabem — sem que alguém corrija, relativize ou lembre que essa fase passa rápido — costuma aliviar mais do que qualquer conselho prático.

Como o acompanhamento funciona na prática

O formato se adapta à fase, e não o contrário. O vídeo resolve a maior parte dos primeiros meses; as sessões podem acontecer com o bebê no colo, com interrupções, e isso não compromete o trabalho. Os horários das pontas do dia costumam ser os mais viáveis para quem depende de alguém para ficar com a criança.

O conteúdo varia com o momento: nas primeiras semanas costuma ser sustentação e organização do possível; depois entram a divisão de tarefas com o parceiro, a volta ao trabalho, a retomada do corpo e da vida sexual, a relação com a própria mãe — que reaparece com força nessa fase — e o reencontro com o que existe de você fora da maternidade. O parceiro pode participar quando fizer sentido, em atendimento próprio.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 790 avaliações

Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia

Psicólogos para Pós-parto no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre o acompanhamento no pós-parto

Não tenho depressão pós-parto. Ainda assim vale fazer terapia?

Vale. A maior parte de quem procura nessa fase não tem um quadro clínico: tem uma transição grande acontecendo sem espaço para ser processada. Ter um lugar próprio, uma vez por semana, costuma ser o que impede o acúmulo — e é também o que permite perceber cedo se algo passou do ponto.

Posso fazer a sessão com o bebê no colo?

Pode, e é o mais comum nos primeiros meses. Por vídeo, dá para atender enquanto ele mama ou dorme, e a sessão continua útil mesmo com interrupções. Não é preciso encontrar duas horas livres e silêncio absoluto para começar a se cuidar.

Meu parceiro também não está bem desde que o bebê nasceu.

É mais frequente do que se fala, e ele pode ter atendimento próprio aqui — o consultório atende adultos, e essa fase mexe com os dois. Em alguns casos faz sentido cada um ter o seu espaço; em outros, o trabalho de casal é o caminho. A primeira conversa ajuda a definir o formato.

Voltei a trabalhar e me sinto culpada o tempo inteiro.

Essa culpa é quase universal e costuma vir alimentada por comparações com maternidades que ninguém vê por inteiro. Em sessão, ela é examinada em vez de combatida com frases prontas: de onde vem a régua que você está usando, quanto dela é sua e o que dá para negociar na prática — na casa, na rotina e no trabalho.

Como sei se o que sinto já é depressão pós-parto?

A régua mais útil é a persistência e o alcance: tristeza e cansaço que vêm em ondas e convivem com momentos bons são diferentes de um estado que ocupa quase todos os dias, tira o prazer de tudo e atrapalha o cuidado com você e com o bebê. Se a segunda descrição se parece com a sua, a avaliação é o próximo passo — e o quadro está descrito em depressão pós-parto.

E se eu piorar entre uma sessão e outra?

Vale combinar antes: o consultório atende com hora marcada e não é serviço de urgência. Se aparecerem pensamentos de morte, de se machucar ou de fazer mal ao bebê, procure ajuda na hora — o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188, e o SAMU, pelo 192. O acompanhamento continua depois disso, e é ele que cuida do médio prazo.

Quanto custa e quais horários existem?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150, em encontros de 50 minutos a 1 hora. A agenda vai de segunda a sexta, com a primeira sessão às 7h e a última começando às 21h — as pontas do dia costumam ser as mais fáceis nessa fase.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Alguém para perguntar como você está

Se todas as perguntas ultimamente foram sobre o bebê, esta hora da semana pode ser sobre você. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo, sem sair de casa. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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