Psicólogos para o período do puerpério

Escolha o perfil e um horário livre — por vídeo, dá para atender com o bebê por perto.

Psicóloga
CRP 06/143864
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Casamento
Compulsões
Conflitos Amorosos
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Disfunções Sexuais
Distúrbios Alimentares
Distúrbios de Imagem
Gestação
Habilidades Emocionais
Habilidades Sociais
Identidade sexual e Gênero
Medos
Orientação de Pais
Puerpério
Queixas Sexuais
Relacionamentos
Separação
Sexologia
Sexualidade
Síndrome do Pânico
Terapia de Casal
Traição
Transtorno de Pânico ou Síndrome do Pânico
Formação e Cursos
Especialista em Análise do Comportamento Aplicada, atua com TCC - Terapia Comportamental e é pós-graduada em Sexualidade Humana e Sexologia, atua em seu consultório particular com demandas de ansiedade, relacionamentos, depressão, terapia de casal e vida profissional...
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Sobre o puerpério

É um período com exigências físicas concretas, e nomeá-las ajuda: sono fragmentado — que não é cansaço comum, é privação e afeta humor, memória e paciência —, a recuperação de uma cesárea ou de pontos, a amamentação com as dores e as dúvidas que ela traz, as oscilações hormonais e uma rotina de cuidado que não tem folga nem fim de semana.

Este recorte cuida do corpo e da rotina nesse período. A travessia de identidade — quem você era e quem passou a ser — está descrita em pós-parto. E quando o sofrimento se instala, ocupa quase todos os dias e não cede, o que está em questão pode ser a depressão pós-parto, que é um quadro clínico com tratamento próprio. Distinguir as três coisas é parte da avaliação inicial.

As noites: revezamento é decisão de casal, não favor

A privação de sono do puerpério tem uma particularidade cruel: ela é tratada como inevitável justamente porque ninguém a planeja. “Dorme quando o bebê dormir” é o conselho mais dado e o menos executável — nas janelas de sono do bebê moram a casa, o próprio banho, os outros filhos e a única chance de ser alguém por vinte minutos. O que funciona tem outro desenho, e é logístico antes de ser emocional: turnos reais combinados (o bloco de 22h à 1h de um, o da 1h às 4h do outro — inclusive com fórmula ou leite extraído entrando na conta quando a família decide por isso, com orientação do pediatra), o fim do sono de vigília dupla (dois adultos acordando para cada mamada é desperdício de um recurso escasso) e a palavra certa para o arranjo: revezamento é DIVISÃO do cuidado entre responsáveis, não “ajuda” de um ao outro. Em sessão, esse desenho vira combinado concreto — porque casal que dorme em turnos briga menos, e porque privação prolongada de sono não é rito de passagem: é fator de risco para o humor de qualquer pessoa.

Amamentação e saúde mental: quando o “padrão-ouro” vira régua de culpa

Poucos temas do puerpério carregam tanta carga moral. A amamentação tem seus méritos bem estabelecidos — e tem uma realidade que o discurso idealizado omite: ela pode ser difícil, doer (dor persistente não é normal e pede avaliação de quem entende — pediatra, consultora de amamentação), travar por razões que não são falta de empenho e consumir a mãe numa matemática de horários que não deixa espaço para mais nada. Quando trava, o que deveria ser questão técnica vira tribunal: a culpa de complementar, o olhar alheio na mamadeira, a sensação de reprovação no primeiro teste da maternidade. O papel da psicóloga nesse tema é preciso — a técnica pertence aos profissionais de amamentação e ao pediatra; o que se trata em sessão é a camada emocional: separar o que é decisão informada de saúde (tomada com a equipe, sem tribunal) do que é régua de boa mãe, e devolver à amamentação o estatuto de meio — porque o fim, que é criança alimentada e mãe inteira, tem mais de um caminho legítimo.

Os quarenta dias que não existem

Por volta do segundo mês, o mundo em volta considera o assunto encerrado: as perguntas mudam de “como você está?” para “quando volta a trabalhar?”, “já voltou a treinar?”, “e a vida do casal?”. A régua social tem datas; o corpo não. Sono, cicatrização, hormônios e libido seguem calendários próprios, e há quem leve muitos meses para se sentir minimamente reorganizada — sem que isso indique problema algum.

Some-se a isso um consumo de energia que ninguém contabiliza: as visitas. Elas chegam para ver o bebê, exigem casa arrumada, conversa e café, e vão embora deixando exatamente a pessoa que mais precisava descansar com menos descanso. Dizer não a isso é uma habilidade prática, e costuma ser um dos primeiros combinados úteis do acompanhamento.

O que o acompanhamento cuida, e em que ordem

O formato se adapta à fase: vídeo na maior parte do tempo, sessões possíveis com o bebê no colo, interrupções previstas e horários nas pontas do dia, que costumam ser os mais viáveis para quem depende de alguém para ficar com a criança.

O conteúdo costuma seguir uma ordem. Primeiro, sobrevivência: sono possível, alimentação, divisão de tarefas, o que dá para tirar da lista. Depois, a rede — quem ajuda de verdade, quem só aparece, e como pedir sem se desculpar. E por último a retomada, que é a parte mais cobrada e a que menos deve ser apressada: o corpo, a vida sexual — assunto que costuma ficar em silêncio e tem lugar em sexualidade —, a volta ao trabalho e o reencontro do casal.

Nossas avaliações no Google

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Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale

Psicólogos para Puerpério no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre o puerpério

Faz dois meses e ainda não me sinto eu mesma.

Dois meses é pouco tempo, por mais que o calendário social sugira o contrário. A reorganização física e emocional depois de um parto costuma levar bem mais do que isso, e varia muito de pessoa para pessoa. O que se observa não é o prazo, e sim se o quadro está caminhando ou travado — e essa leitura é feita em conjunto na primeira conversa.

Todo mundo pergunta quando eu volto a treinar e a trabalhar.

Essas perguntas costumam ser bem-intencionadas e chegam como cobrança mesmo assim. Em sessão, elas viram assunto prático: o que responder, de quem você aceita opinião e o que precisa ser negociado de verdade — com o trabalho, com a família, com o parceiro. Ter uma resposta pronta reduz bastante o desgaste dessas conversas.

Não tenho vontade nenhuma de sexo e meu parceiro cobra.

É esperado nesse período, por razões que se somam: privação de sono, recuperação física, amamentação, hormônios e ausência de qualquer espaço privado. A ausência de desejo aqui não indica fim de relação nem problema do casal. O trabalho costuma envolver os dois lados — o que é fisiológico e passa, e o que precisa ser conversado para não virar mágoa acumulada.

Qual a diferença entre puerpério e pós-parto?

Os termos se sobrepõem no uso comum; aqui a divisão é de foco. Este recorte trata do período fisiológico e da rotina — sono, corpo, dor, retomada. Pós-parto trata da travessia de identidade e do que essa fase mobiliza em quem se tornou mãe. Entrar por qualquer um leva ao mesmo atendimento.

As visitas me esgotam e eu não consigo dizer não.

É uma queixa frequente e tem solução prática, que costuma passar por combinar antes: horários, duração, quem avisa quem, e uma frase pronta que não precise ser inventada no momento. Também ajuda transferir esse papel para o parceiro ou para alguém da família — quem está no puerpério não deveria ter que administrar a agenda social da casa.

E se eu não estiver bem entre uma sessão e outra?

Vale combinar desde já: o consultório atende com hora marcada e não é serviço de urgência. Se surgirem pensamentos de morte, de se machucar ou de fazer mal ao bebê, procure ajuda imediatamente — o CVV atende 24 horas por dia, gratuitamente, pelo 188, e o SAMU, pelo 192, em emergências. Sinais físicos preocupantes são assunto imediato da equipe obstétrica.

Quanto custa e dá para fazer por vídeo?

Dá, e é o formato mais comum nessa fase, com a mesma condução do presencial. As sessões duram de 50 minutos a 1 hora e custam R$ 275, com a primeira consulta a R$ 150, de segunda a sexta, com a primeira sessão às 7h e a última começando às 21h.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

O corpo tem um calendário; a cobrança tem outro

Se as perguntas que chegam já mudaram de assunto e você ainda está se reorganizando, esta hora da semana pode ser sua. A primeira consulta custa R$ 150 (as seguintes, R$ 275) e pode ser por vídeo. Para escolher a psicóloga ou conferir horários, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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