Psicólogos para acompanhar o transtorno bipolar

Veja quem atende o tema e escolha um horário livre — a mesma profissional acompanha o processo ao longo das fases.

Psicóloga
CRP 06/168484
São Paulo
R$ 275
(R$ 150 a 1ª consulta)
Duração da sessão:
50 a 60 min
Ansiedade
Autoconhecimento
Autoestima
Compulsões
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Fobias
Habilidades Sociais
Insegurança
Inteligência Emocional
LGBTQI+
Ludopatia - Vício em jogos de azar
Morte e Luto
Orientação de Pais
Saúde Mental
Síndrome do Pânico
Transtorno Bipolar
Formação e Cursos
A psicóloga Letícia Lopes é graduada em Psicologia pela Universidade Paulista, possui formação em TCC (Terapia Cognitivo Comportamental) pelo CETCC; pós-graduada em Psicopatologia e Saúde Mental pelo CEPPS e Mentoria em TCC com Anna Polak...
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Sobre o transtorno bipolar

O transtorno bipolar não é humor instável no dia a dia: é uma condição de saúde mental marcada por episódios — de depressão, de mania ou de hipomania — que se sustentam por dias ou semanas e alteram sono, energia, julgamento e capacidade de tocar a vida. Entre um episódio e outro costuma haver períodos de estabilidade, e é neles que boa parte do trabalho acontece.

O diagnóstico e a prescrição de medicamentos são atos do médico psiquiatra; a psicóloga não diagnostica nem receita. O que a psicoterapia oferece é complementar e não substitui nada disso: compreender o próprio funcionamento, sustentar o tratamento ao longo do tempo e reduzir o estrago que cada episódio deixa na vida prática e nas relações.

Hipomania: a fase que engana — e por isso é a mais perigosa

A depressão leva a pessoa ao consultório; a hipomania a afasta dele. Na fase alta, tudo parece finalmente certo: energia de sobra com pouco sono, ideias em cascata, carisma, produtividade que impressiona — quem procuraria ajuda para a melhor versão de si? O engano está no que ela cobra:

  • Decisões com freio solto — compras, investimentos, pedidos de demissão e conversas definitivas feitos num julgamento alterado;
  • Exposição — o que se diz e se posta na subida continua no ar quando a fase passa;
  • A queda com juros — o episódio depressivo que costuma vir depois encontra a vida bagunçada pela fase anterior;
  • O apego à fase — a tentação de abandonar o tratamento para “não perder” a energia, assunto obrigatório de sessão (a decisão sobre medicação é sempre do médico).

Reconhecer a hipomania como parte do quadro — e não como a pessoa “finalmente bem” — é das aprendizagens que mais protegem.

Contar ou não contar: bipolaridade no trabalho e nas relações

O diagnóstico traz uma decisão em camadas que ninguém ensina: quem precisa saber, quanto e quando. No trabalho não há obrigação de contar — e a decisão pede critérios práticos: o que você ganha (flexibilidade nas fases difíceis, um aliado) contra o que arrisca (estigma, a leitura enviesada de qualquer dia ruim). Meio-termo existe: contar o funcional — “tenho uma condição de saúde que trato; às vezes preciso de ajuste” — sem entregar o rótulo. Nas relações próximas o cálculo é outro: quem convive percebe as fases de qualquer forma, e o segredo costuma custar mais que a conversa; o desafio ali é calibrar o papel do outro — parceiro informado é rede de proteção, parceiro transformado em vigia de humor (“você tomou o remédio?” como resposta a qualquer discordância) vira fonte de atrito. Essas conversas se preparam em sessão, inclusive com ensaio do texto e do momento.

O mapa dos primeiros sinais: a sua assinatura de virada

Cada pessoa tem sinais próprios que antecedem uma virada: o sono que encurta sem cansaço no dia seguinte, a agenda que incha, as compras fora do padrão, a irritação curta, as mensagens que deixam de ser respondidas, o isolamento que começa devagar. Isolados, parecem apenas dias diferentes; reunidos, formam um padrão reconhecível.

Levantar esse mapa com você é parte do trabalho em sessão — e, junto com ele, combinar ainda no período estável o que fazer quando os sinais aparecerem: a quem avisar, o que adiar, em que ponto procurar o médico. Decisão combinada com antecedência costuma valer bem mais do que decisão tomada no meio do episódio.

O que se trabalha entre um episódio e outro

As sessões são semanais, de 50 minutos a 1 hora. No início, o foco costuma ser conhecer o histórico e organizar o que sustenta a estabilidade: sono, ritmo de trabalho, uso de álcool, sinais de alerta. Em paralelo entra a adesão ao tratamento médico — inclusive a vontade de largar a medicação, que costuma chegar justamente nas fases boas.

Depois vem o que quase nunca é tratado: reparar o que os episódios deixaram para trás — relações desgastadas, dívidas, vergonha do que foi dito ou feito, medo de confiar no próprio julgamento. Nenhum processo promete ausência de episódios; o que se busca é atravessá-los com menos dano e retomar a vida mais rápido depois deles.

Nossas avaliações no Google

Você pode acessar nosso perfil no Google e certificar nossas mais de 790 avaliações

Muito bom! Excelentes profissionais
Avaliador:
Fernanda Duarte
Ambiente agradável, acolhedor, silencioso, confortável. Profissionais atenciosos e preparados a proporcionar o acolhimento procurado pelos pacientes. Como paciente há mais de 5 anos, eu certamente recomendo!
Avaliador:
Amanda Santos
Um dos melhores consultórios de psicologia da região. Dou meu voto de confiança à equipe de psicólogas extremamente qualificadas.
Avaliador:
Camila Cara
Muito atenciosos e prestativos. Atendimento excelente!
Avaliador:
Renata Giacobelli
Muito atenciosas.
Avaliador:
Flávia
Experiência excelente. A clínica é super acolhedora, a psicóloga é muito competente!
Avaliador:
Adriana Zaik
Fui bem atendido.
Avaliador:
Cicero Leão
Excelente atendimento!!!
Avaliador:
Leandro Gomes
Muito atenciosas e prestativas
Avaliador:
Rodrigo Xavier
Ótimo atendimento e qualidade!
Avaliador:
Renan Dias do Vale
Excelente
Avaliador:
Edileusa Santos vieirra
Um local agradável, aconchegante, seguro.
Avaliador:
Neida Aquino
Local aconchegante e profissionais incríveis!
Avaliador:
Victoria
O retorno das informações é rápido e eficiente! Grata
Avaliador:
Alessandra Campos
Excelente
Avaliador:
Rubistar Barbosa
Ambiente agradável e aconchegante, que transmite tranquilidade enquanto espera a consulta. Psicólogas competentes e sempre dispostas a ajudar. Super indico esse consultório.
Avaliador:
Juliana Ruffo
Muito bom! Gostei de mais!
Avaliador:
Ricardo Lucas
Amei a psicóloga para terapia de casal. Estamos ótimos.
Avaliador:
Edmar Fernandes
Super confortável e um local bastante agradável, sem falar na profissional que está me ajudando que é 10.
Avaliador:
Marcelo Esperandio Lucio
Vocês são atenciosos não tenho nada a reclamar . Obg
Avaliador:
Suzanne Maia
A melhor psicóloga de TCC - Terapia Cognitivo Comportamental que já passei. Maravilhosa
Avaliador:
cecilia morisson
Ótima psicóloga!!! Lugar aconchegante! Super indico!
Avaliador:
Aureliana Alcântara

Psicólogos para Transtorno Bipolar no Brooklin e terapia online por vídeo

Endereço do Consultório​

R. Alcides Ricardini Neves, 12 – Cjto 610 Bairro: Brooklin (Região da Berrini) São Paulo-SP CEP 04575-050

Sessões: Seg. a sex., das 7h às 22h

Perguntas frequentes sobre o transtorno bipolar

A psicóloga pode fechar o diagnóstico de bipolaridade?

Não. Diagnosticar transtorno bipolar e prescrever medicamentos são atos médicos, do psiquiatra. A psicóloga avalia o funcionamento, ajuda a organizar as informações e orienta a busca médica quando ela ainda não aconteceu — daí em diante os dois cuidados seguem juntos.

Já faço tratamento com psiquiatra. Preciso de terapia também?

Os dois têm papéis diferentes. A medicação atua sobre os episódios; a psicoterapia trabalha o que ela não alcança: reconhecer sinais precoces, sustentar a rotina, lidar com o impacto nas relações e no trabalho e manter a adesão ao tratamento nas fases em que ele parece desnecessário.

Como sei se é bipolaridade ou oscilação comum de humor?

A diferença está na duração, na intensidade e no prejuízo. No transtorno, os estados se sustentam por dias ou semanas, alteram sono, energia e julgamento e cobram preço concreto em trabalho, dinheiro e relações. Humor que muda ao longo do dia, conforme o que acontece, é outra coisa — e só a avaliação profissional distingue os dois.

Minha família pode participar do processo?

Pode, quando você quiser e no formato combinado com a psicóloga. Entender o quadro reduz muito a leitura de “falta de vontade” ou “exagero” que costuma azedar a convivência. O sigilo sobre o conteúdo das suas sessões continua integral: participação da família não significa acesso ao que você conta.

Estou estável há meses. Faz sentido continuar em terapia?

Faz — a estabilidade é justamente a janela em que dá para montar o mapa dos sinais, organizar a rotina e reparar o que ficou para trás. Espaçar as sessões é uma possibilidade a combinar com a psicóloga; interromper na primeira fase boa é um dos motivos mais comuns de recomeçar do zero depois.

Qual o valor e como funciona o agendamento?

R$ 275 por sessão, com a primeira consulta a R$ 150. O agendamento é feito aqui pelo site: você escolhe o perfil, vê os horários realmente livres e confirma — presencial no Brooklin ou por vídeo, de segunda a sexta, das 7h às 22h.

Como agendar a sua consulta

  1. Conheça a equipe

    Cada perfil traz a formação, a abordagem e o CRP da profissional. Metade das nossas psicólogas está no consultório há mais de cinco anos — você escolhe sabendo quem vai acompanhar você.

  2. Escolha o dia e a hora

    A agenda que aparece é a real. De segunda a sexta, a primeira sessão começa às 7h e a última às 21h, no consultório do Brooklin ou por vídeo.

  3. Complete o cadastro

    Nome, e-mail e celular, mais os detalhes do atendimento: presencial ou online, individual ou casal, e se é a sua primeira sessão.

  4. Pague e está agendado

    Pix ou cartão de crédito. A sessão custa R$ 275 (a primeira, R$ 150) e dura de 50 minutos a uma hora. Confirmado o pagamento, o horário é seu.

Um acompanhamento que não depende da fase

Começar num período estável é mais fácil do que começar no meio de um episódio — e é o que dá base para o resto do trabalho. A primeira consulta custa R$ 150 e pode ser por vídeo. Se preferir entender antes como funciona, a nossa secretaria atende de segunda a sexta, das 7h às 21h, pelos contatos abaixo.

contato@psicologosberrini.com.br
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