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É amor ou costume?

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio
Amor ou costume

Depois de algum tempo em relacionamentos longos, não é raro que o casal ou parte dele comece a se perguntar se a relação ainda é baseada no amor ou se já virou costume.

Afinal, depois de um tempo é normal que surja uma rotina psicológica que molda nosso comportamento e nosso dia a dia. Mas, de acordo com psicólogos, nem sempre a existência de hábitos indica que não haja mais amor suficiente no relacionamento.

A grande questão é: como saber se ainda é amor ou se apenas se tornou costume?

Como identificar se é amor ou costume

Esta é uma das perguntas mais difíceis de responder, já que é uma situação que varia de casal para casal, do seu modo de viver e dos seus objetivos a longo e curto prazo.

É importante lembrar, no entanto, que às vezes o amor e o hábito podem coexistir numa relação, e que o que importa é perceber quando o primeiro não existe mais. Sem amor, nenhum relacionamento saudável pode durar e progredir.

Um casal apegado à rotina e focado em hábitos tem medo de mudar. O apego faz com que todos os dias sejam iguais, impede o crescimento e o progresso de cada um como indivíduo, colocando-o em estado de inércia não só na relação, mas com outras partes da vida, também.

Valor Consulta Psicóloga Vânia






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Mesmo casais que já tiveram relações de extremo companheirismo, afeto, diálogo e carinho podem cair na rotina e acabar se acostumando com a presença um do outro, abrindo mão do que é essencial para que continuem se desenvolvendo dentro e fora da relação.

A estagnação pode gerar tédio e uma insatisfação que, se não resolvidas em tempo, podem acabar com o amor.

Um casal, para dar certo e não cair na rotina, precisa vislumbrar um caminho juntos, estimular o crescimento pessoal um do outro, se desafiar e se ajudar a progredir. O amor, sozinho, nem sempre é o bastante.

O que fazer para reanimar a relação

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Reinventar a relação é uma das formas de sair da rotina. No entanto, isso requer que as duas partes se reinventem a si mesmas também.

Porém, nem sempre é fácil chegar até aqui. Não raro, a insatisfação com o relacionamento é vista apenas por uma das partes, enquanto o outro, acostumado, se sente satisfeito com tudo e não vê necessidade de mudar.

Quando isso acontece, o diálogo é essencial. Sem uma comunicação aberta, racional e sincera é impossível colocar em prática a autocrítica necessária para gerar mudanças de comportamento.

Mas é preciso ter cuidado para que uma conversa mal guiada não gere sofrimento e piore a relação. Em alguns casos, o indicado é buscar a ajuda de um psicólogo.

Como um psicólogo pode ajudar?

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Uma das formas de dar mais uma chance ao amor é buscando ajuda de um profissional que auxilie tanto o indivíduo quanto o casal a olhar para dentro de si e identificar onde –e se – há problemas a serem resolvidos.

Com um olhar externo, um psicólogo pode ajudar o casal a se autoconhecer, vislumbrar um futuro juntos e identificar as possíveis falhas de comunicação e atitudes que são prejudiciais ao relacionamento. A Terapia de Casal também é bastante indicada!

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E esse tipo de ajuda é eficiente a qualquer tipo de relação, seja casamento ou não, estejam juntos a 5 meses ou 50 anos.

É importante, no entanto, não deixar que a situação chegue a um ponto em que alguma das partes queira desistir.

Procurar ver as dificuldades com antecedência e superá-las com precisão é chave para resolver conflitos de forma saudável.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.