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Vício em redes sociais: até que ponto isso é prejudicial?

Categoria dos serviços da psicóloga: serviços variados de psicologia
Vício em redes sociais: até que ponto isso é prejudicial

O despertador toca e, ao pegar o celular para desligar, você aproveita e acessa as redes sociais.

Antes mesmo de sair da cama, já está checando os likes no Facebook, verificando as mensagens recebidas nos grupos do Whatsapp e dando uma espiadinha no Instagram, não é mesmo?

Mas, afinal, esse tipo de comportamento é só mais um hábito incorporado à sua rotina ou você sofre algum vício em redes sociais?

Como identificar o tênue limite entre o hábito saudável de querer ficar informado e o vício de não poder ficar sem acesso às redes?

Alguns casos são mais difíceis de identificar e tratar – e aí entra a ajuda indispensável de um psicólogo.

É tão ruim assim ser viciado em redes sociais?

Existe um limite bem estreito que muitas vezes não é nem percebido pelos usuários das redes sociais. Até onde vai a curiosidade por estar informado e informar e onde começa a compulsão por saber e mostrar tudo o que acontece em sua vida e na dos outros?

Estar por dentro das notícias, encontrar aquele amigo que não tem contato há anos, assistir a algum vídeo engraçado, aprender uma receita nova não é prejudicial e tudo isso pode fazer parte do nosso dia a dia, desde que façamos com equilíbrio, nas horas apropriadas e momentos de folga.

Quando os acessos à internet passam a ser tão intensos que começam a comprometer o seu dia, quando interferem na produtividade do trabalho, no convívio com amigos e familiares e quando substituem atividades que antes eram prazerosas é melhor ficar alerta, pois o limite para o vicio está eminente.

Como identificar um viciado em rede social?

Valor Consulta Psicóloga Karla






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Psicólogos e terapeutas estão atentos a este vício, que tem aumentado bastante nos últimos tempos.

Só para exemplificar, na unidade de Jogo Patológico de um hospital da Catalunha, na Espanha, 52 viciados em redes sociais estão sendo atendidos. Isso não é pouco e representa 2,1% dos pacientes tratados nesta unidade.

Essa necessidade de estar conectado às redes sociais na maior parte do tempo pode trazer danos emocionais e físicos. Ansiedade, taquicardia, problemas posturais e até distúrbios alimentares são algumas consequências físicas do vicio.

Podemos identificar alguns sinais que denotam o vício nas redes sociais:

  • Desinteresse em atividades fora da internet;
  • Uso excessivo de computador e smartphone;
  • Angústia ao ter que ficar desconectado;
  • Necessidade de postar todas as experiências na rede para se sentir completo;
  • Deixar de realizar tarefas importantes para se manter conectado;
  • Necessidade de receber aprovação (“likes”) para se sentir confiante.

Como a psicologia pode ajudar

Os Psicólogos

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É preciso reconhecer o problema e procurar ajuda. A busca por um tratamento psicológico traz resultados positivos, pois o psicólogo auxilia o viciado a entender o que está acontecendo e o que o levou à necessidade tão grande de estar sempre conectado – tudo isso acontece através da psicoterapia.

Seja por uma fuga da realidade, por dificuldade de relacionamentos reais ou até a busca pela perfeição – que muitas vezes se alcança apenas nas redes sociais.

Descobrindo o motivo fica mais fácil de tratar e solucionar o problema. O psicólogo poderá conduzir o paciente a um equilíbrio.

Como encontrar o equilíbrio

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Equilíbrio, aliás, é a chave, como em todas as áreas de nossa vida. Não há necessidade de deixar de acessar completamente as redes sociais.

O importante é que se faça de maneira moderada.

A internet tem seus benefícios, aproxima pessoas distantes, nos conecta com o mundo e o que está acontecendo, mas, em contrapartida temos que manter o prazer em estar com amigos e familiares fisicamente e saber aproveitar a vida estando desconectados.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.