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Como controlar as brigas de casal?

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio
Brigas de Casal, como controlar

Todo casal briga. Às vezes, por uma questão de momento ou de fase, um dos dois está vivendo o estresse e acaba descontando no parceiro. Ou então, os dois estão nervosos e a situação piora ainda mais.

Só que, quando essas brigas acontecem a todo o momento e são graves a ponto de atrapalhar a vida de casal, é sinal de que algo não vai bem no relacionamento. Afinal, como fazer para brigar menos?

Existem vários tipos de casais. Aqueles que brigam a cada cinco minutos, mas são pequenas discussões leves e que tudo volta ao normal rapidamente. E aqueles que, quando brigam, é por algo mais sério, gerando uma grande batalha de egos, argumentos e pontos de vista.

Valor Consulta Psicóloga Renata






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Não existe uma maneira certa ou mais adequada de agir, isso varia conforme a personalidade do casal.

Segundo psicólogos, o que não é saudável para o relacionamento é quando as brigas se tornam momentos de agressão e xingamentos. Quando deixa de ser uma discussão sadia, com troca de pontos de vista e opiniões, e se torna, simplesmente, uma chuva de desaforos. Isso mostra que o respeito e a tolerância já não fazem mais parte do relacionamento.

Brigar com muita frequência também acaba gerando um desgaste na relação. Justamente por isso, é bom evitar essa situação se realmente não for um motivo válido. E, se for, aprender a ter uma discussão respeitosa e que renda bons frutos.

6 dicas para brigar menos (e melhor)

1 – Pense antes de começar a brigar

Quando se sentir nervoso e com vontade de iniciar uma briga com seu parceiro, pare um pouquinho e pense se o motivo realmente vale a pena.

Fazendo isso, é possível perceber como, muitas vezes, iniciamos as brigas por motivos banais e que as discussões poderiam ter sido evitadas.

Também é importante avaliar se iniciar a discussão pode solucionar o problema. O que acontece é que, muitas vezes, mesmo sendo um motivo válido, entrar em uma briga não vai mudar a situação, pois é algo que vai além do alcance de ambos do casal.

O mesmo acontece quando a briga é sobre um assunto que ninguém vai mudar de opinião, como política, religião ou outras convicções pessoais.

2 – Espere o nervoso passar

Nos momentos de nervosismo, enxergamos os problemas em uma proporção muito maior do que eles realmente têm.

Com isso, acabamos dizendo coisas que não deveríamos e agindo de maneira muita mais agressiva.

A melhor coisa é esperar a crise de estresse passar e, depois, com mais calma, tentar conversar civilizadamente sobre o assunto.

3 – Não faça comparações

Cada casal é um casal, com suas individualidades, características e personalidade. Por isso, em uma briga, não fique comparando o seu parceiro com outra pessoa, usando como exemplo um relacionamento externo.

Essa não é uma maneira inteligente de tentar melhorar as coisas, muito pelo contrário, pois pode piorar ainda mais e gerar novas brigas. Analise e fale apenas sobre o seu próprio relacionamento.

4 – Ouvidos atentos

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Se você tem certeza absoluta de que está certo e nada mudará sua opinião, então nem comece a discussão.

Uma conversa só é efetiva quando é possível ouvir o que o outro tem a dizer e ponderar o ponto de vista alheio.

Durante a discussão, ouça com atenção o que o seu parceiro tem a dizer e, por mais que seja difícil, tente se colocar no lugar dele e entender melhor o que se passa.

5 – Não misturem os assuntos

É super comum um casal começar a discutir sobre o programa de sábado à noite e, depois de 15 minutos, já estarem brigando sobre problemas e desentendimentos do passado. Não façam isso! É preciso ter foco e discutir apenas o assunto que é necessário.

Trazer à tona problemas antigos só tornará a discussão infundada, confusa e sem objetivos.

Se isso acontecer em um momento da discussão, interrompa o seu parceiro e diga: “Esse não é o assunto da discussão, vamos voltar a falar do real motivo?”. A tentação de rebater a provocação pode ser grande, mas seja firme.

6 – Procure um psicólogo

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Quando as discussões chegam a um ponto no qual o diálogo não acontece, ou seja, torna-se apenas uma troca de desaforos, é o momento de procurar um psicólogo.

É ele que pode ajudar a entender a origem desses problemas e trabalhar para que a pessoa saiba lidar melhor com as situações que causam estresse e angústia.

O psicólogo, se perceber que é necessário, pode, inclusive, sugerir a terapia de casal, para ambos participarem e recuperarem a conexão do relacionamento.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.