Sou uma pessoa difícil e não consigo manter um relacionamento

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio
Sou uma pessoa difícil e não consigo manter um relacionamento

E agora?

Esta frase tem sido recorrente nos consultórios dos psicólogos e até mesmo em rodinhas de amigos. Mas, o que caracteriza uma pessoa difícil? O que será que leva alguém a não conseguir manter um relacionamento? Como agir para mudar o jeito de ser e estar mais aberto para a vida a dois?

Talvez você também conheça alguém interessante, atraente, bom papo, bonito, carinhoso e inteligente, mas que não consegue começar ou manter relacionamentos amorosos por mais de algumas semanas. Será que essas qualidades não são suficientes para facilitar um namoro? Aparentemente sim, mas na vida real, alguns outros traços de personalidade fazem com que certas pessoas não sejam capazes de se relacionar com o outro de forma mais estável. E isso gera ansiedade, tristeza, angústia e frustração.

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É preciso, primeiramente, gostar de si mesmo

Isso acontece porque as pessoas têm formas diferentes de encarar a vida, o amor e os relacionamentos. Além de personalidades distintas, as pessoas também têm vivências diferenciadas que, ao longo da vida, vão construindo seus valores, princípios éticos e morais, seu jeito de ser, enfim, seu modo de lidar com as coisas. Antes de se relacionar com o outro, o ser humano precisa desenvolver certas habilidades que garantam que ele possa, em primeiro lugar, se relacionar bem consigo mesmo.

Porque é a partir dai que a pessoa está mais pronta para começar e manter um relacionamento com quem quer que seja. É o que chamamos de mapa mental: o conjunto de informações, características e emoções que leva a pessoa a ter sensações e experiências positivas ou negativas. Sendo assim, se alguém tem, por exemplo, uma baixa autoestima, se torna mais difícil a autoaceitação e, consequentemente, a entrega para um parceiro e o compartilhamento de uma vida em comum.

Quando uma das partes se sente inferiorizado em relação aos demais, ele não se valoriza e acaba concluindo, às vezes até inconscientemente, que não merece o carinho, o amor, a atenção e o respeito do próximo. Com isso, chegam outros sentimentos e comportamentos tais como insegurança, agressividade, carência, timidez e irritabilidade. E é tudo isso junto que afasta as pessoas. É como se houvesse uma barreira impedindo a chegada do novo, a aproximação com o outro.

Muitas exigências afastam os parceiros

Há ainda aqueles que não abrem mão de sua individualidade. Quanto mais tempo passam sozinhos, mais exigentes vão se tornando e colocando cada vez mais empecilhos para iniciar uma vida a dois. Exigem que o outro seja perfeito, vê apenas defeitos e ignora as qualidades. Este olhar demasiadamente crítico cria um muro que impede a aceitação.

O que também evita relacionamentos mais duradouros é o controle absoluto sobre o outro. Sabe aquelas pessoas que ligam dezenas de vezes por dia, que insistem em saber sobre cada passo do outro e faz uma marcação cerrada? Pois bem. Isso torna o parceiro sufocado, oprimido. E ninguém gosta de se sentir assim. É fundamental que, apesar de juntos, duas pessoas possam ter sua independência, seus próprios amigos e até seus passeios sozinho. Cumplicidade, companheirismo e fidelidade não podem significar anulação e falta de liberdade para uma ou para ambas as partes.

Um psicólogo facilita o autoconhecimento

Se a pessoa está tendo estas posturas e não consegue agir de forma diferente, um psicólogo pode ajudar muito. Durante a terapia, o profissional vai preparar o paciente a desconstruir algumas expectativas. A partir do autoconhecimento, cresce a autoestima e se aprende a administrar melhor sentimentos e a ficar mais preparado para relacionamentos duradouros e que tragam satisfação para os dois lados.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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