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Autoestima: um guia completo

Autoestima: um guia completo

Ter a autoestima equilibrada é algo que ainda não é suficientemente valorizado pela maioria das pessoas. Segundo psicólogos, a autoestima é capaz de influenciar enormemente em muitas das nossas escolhas ao longo da vida.

A autoestima, assim como a consciência do nosso próprio valor, se relaciona com a ideia que criamos de nós mesmos e com o quanto nos respeitamos enquanto indivíduos.

Muito se fala que é de extrema importância ter autoestima elevada, que traz bem-estar e felicidade.

Mas o que é autoestima? Como faço para ter autoestima elevada? São perguntas constantes e ao mesmo tempo difíceis de serem respondidas.

SUMÁRIO

  1. O que é autoestima
  2. Por que a autoestima é importante?
  3. Veja como a baixa autoestima prejudica o trabalho e a vida pessoal
  4. Como melhorar a autoestima?
  5. É possível ser plenamente feliz e satisfeito consigo mesmo?
  6. Dicas para ajudar a manter a autoestima
  7. A Psicologia e a Autoestima

1. O que é autoestima

Por definição, autoestima “é um conjunto de sentimentos e pensamentos do indivíduo sobre seu próprio valor, competência e adequação, que se reflete em uma atitude positiva ou negativa com relação a si mesmo”, de acordo com Rosenberg, um pioneiro no estudo deste tema.

Autoestima está relacionada com a forma como nós nos valorizamos, com o nosso bem-estar e como nós nos percebemos no mundo e quão importantes somos para as pessoas que são queridas para nós. Ainda, afeta a nossa confiança, nosso relacionamento pessoal e interpessoal.

Autoestima elevada nos proporciona força e flexibilidade para mudanças que acontecem na vida.

Por outro lado, a falta ou baixa autoestima muitas vezes está associada a ocorrência de sintomas depressivos e ansiosos, risco de suicídio, insatisfação com a própria vida, sensação de não-pertencimento.

Valor Consulta Psicóloga Renata






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Ou seja, estas pessoas ficam mais vulneráveis aos acontecimentos adversos do cotidiano, já que não acreditam no seu potencial de enfrentamento.

Pessoas com baixa autoestima geralmente sentem-se sem confiança, incapazes e incompetentes. E quanto mais se sentem assim, mais agem como se realmente fossem incapazes e isso aumenta ainda mais os sentimentos de incompetência. Torna-se um ciclo vicioso.

Os sentimentos de baixa autoestima, geralmente, foram construídos ao longo da vida, e sentimentos de inferioridade e comportamentos arraigados são difíceis de mudar. Isso leva tempo, muito trabalho, e requer ajuda de psicólogo.

Portanto, se está se sentindo “muito para baixo”, falta de confiança em si mesmo, pode ser um indicativo de baixa autoestima. Sendo, assim, de extrema importância buscar ajuda de um psicólogo para que consiga superar seus próprios obstáculos e chegar no objetivo desejado através da psicoterapia.

2. Por que a autoestima é importante?

Nos faz acreditar que somos capazes:

A autoestima influencia diretamente no nosso sucesso e nos nossos fracassos. Ter autoconfiança e acreditar em si mesmo reflete na forma como vemos o mundo, como trabalhamos e lutamos para alcançar os nossos objetivos.

Quem tem autoestima confia em si mesmo, vai atrás do que quer com uma atitude positiva e, por acreditar que é capaz, conquista seus objetivos com mais facilidade. Quem tem problemas de autoconfiança duvida do seu próprio potencial e, muitas vezes, tem medo de assumir riscos e alcançar grandes feitos.

Uma boa forma de eliminar todas essas barreiras é iniciar um acompanhamento com um psicólogo, que saberá extrair de você a autoconfiança necessária para uma vida mais plena.

Nos faz ver a vida com mais leveza:

Quem tem autoestima confia que a vida segue um rumo certo e que, fazendo sua parte, coisas boas acontecem.

Essa certeza faz com que a vida possa ser levada de forma mais leve, com que os problemas não sejam tão difíceis de encarar e que, de uma forma geral, possamos ter uma perspectiva diferente e mais positiva quando algum contratempo ocorre.

Nos traz positividade:

Acreditar que as coisas vão dar certo, ter uma visão positiva da vida e transformar os eventos negativos em momentos de aprendizado são práticas comuns de quem tem autoestima elevada.

Quem tem a autoestima controlada consegue ser mais otimista frente a adversidades, aceita críticas e se valoriza como pessoa em todas as áreas da vida.

Promove habilidades sociais:

O modo como vemos a nós mesmos, afeta diretamente a forma como nos expomos ao mundo e como as outras pessoas nos enxergam. Isso tem muito a ver com o nosso autoconhecimento.

Se não damos valor à nossa própria imagem e se não assumimos uma postura de confiança, também transmitimos esta imagem a outras pessoas.

Esse tipo de comportamento gera inseguranças, que se refletem na maneira como nos relacionamos com os outros.

A baixa autoestima pode fazer com que a convivência seja mais difícil, já que as outras pessoas podem responder de uma forma não muito positiva à falta de confiança.

Aumenta o bem-estar:

Quem tem autoestima alta ou pelo menos equilibrada consegue obter um senso de bem-estar muito maior.

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Isso porque, de uma forma geral, a autoestima contribui para que o nosso amor próprio e o respeito por nós mesmos também aumentem, afetando diretamente os nossos pensamentos e atitudes, diminuindo sintomas de ansiedade e até mesmo de depressão.

Trabalhar a autoestima é construir a própria felicidade, é reafirmar nossa personalidade e estabelecer que não devemos aceitar nada menos do que aquilo que nos faz plenamente felizes.

Precisando trabalhar sua autoestima? Uma boa forma de identificar o que fere a sua confiança em si mesmo e um jeito eficaz de aprender meios de trabalhar estas questões é conversando com um psicólogo através do processo terapêutico.

3. Veja como a baixa autoestima prejudica o trabalho e a vida pessoal

Os reflexos da baixa autoestima no ambiente de trabalho e na vida pessoal podem ser fatais para a carreira e para a saúde em geral das pessoas.

Do outro lado da mesma moeda, é preciso ficar atento em relação ao quando a atividade profissional está causando a baixa autoestima.

Em ambos os casos, um psicólogo pode dar uma ajuda fundamental, motivando o autoconhecimento e orientando como conduzir a vida de forma a melhorar e até mesmo evitar essas duas situações.

Ninguém vive sem trabalho, tanto por causa do lado financeiro, quanto devido à satisfação profissional. Porém, cada vez mais temos visto casos de profissionais que, em busca por resultados extraordinários e alcance de metas ousadas, têm recebido muita pressão psicológica no ambiente de trabalho.

O estresse acumulado e a falta de tempo para si mesmo e para a família acabam causando problemas físicos e emocionais, como, por exemplo, dificuldade para se alimentar, insônia, dores de cabeça, irritabilidade e baixa autoestima.

Um psicólogo ajuda a quebrar o círculo vicioso

Guia Completo de Como Selecionar seu Psicólogo

Se você é daqueles que gosta de entender tudo nos mínimos detalhes, então esse guia é para você! No guia completo você vai conhecer todo o processo desde onde procurar e selecionar um psicólogo, como é a primeira consulta, como se preparar para a terapia, como é o processo terapêutico e até como avaliar os resultados.

COMO SELECIONAR O SEU PSICÓLOGO

Quando a pessoa tem sua autoconfiança alterada, como consequência da baixa autoestima, ela entra num círculo vicioso: passa a produzir menos e com menor qualidade e aí começa a ser mais cobrado, desencadeando outros sintomas relacionados com quem vive sob pressão o tempo todo.

As empresas, por seu lado, não podem se sustentar por muito tempo mantendo em seu quadro funcionários que não entregam a contento. Neste caso, além de não os promoverem, muitas vezes elas são obrigadas a demitir, o que só aumenta o problema da pessoa envolvida.

É por tudo isso que a baixa autoestima é perigosa. Na medida em que ela faz o profissional pensar que não é mais capaz de fazer as atividades para as quais foi contratado, anulando-o, surge a insatisfação, a frustração, o medo, a insegurança, enfim, uma série de sensações negativas, que precisam ser rapidamente explicadas a um psicólogo, que poderá ajudar o indivíduo em questão.

Sinais que indicam que um profissional está com baixa autoestima

Imagine um profissional que passe por todos os pontos acima ou parte deles. A vida dele se torna um pesadelo, contaminando e impactando todos que o rodeiam, seja em casa ou no trabalho.

Diante disso, algumas empresas têm programas para melhorar a qualidade de vida no trabalho. Com isso, elas mostram preocupação com as pessoas e também conseguem diminuir seus gastos com a saúde dos seus funcionários e ter outros benefícios econômicos, como a redução da rotatividade da mão de obra.

Se você já faz parte ou está prestes a entrar para as tristes estatísticas que mostram que cada vez mais profissionais estão com problemas de baixa autoestima, saiba que há algumas atitudes que podem ajudar a mudar este quadro.

Para resolver o problema da baixa autoestima, como já dissemos, é necessário trabalhar seu autoconhecimento e é aí que entra o psicólogo que vai orientar como reconhecer seus talentos, atestar seu valor e resgatar o seu potencial produtivo.

Para buscar seu equilíbrio emocional, satisfação pessoal e profissional, não hesite em procurar um psicólogo e dar início a um processo terapêutico.

4. Como melhorar a autoestima?

Se você considera sua autoestima baixa, a boa notícia é que isso é, em grande parte, uma atitude aprendida. Tudo o que gera sensações está intimamente relacionado com os hábitos que temos em relação às nossas atitudes e comunicação interna.

Quando aprendemos a visualizar de uma outra forma nossas perspectivas e habilidades, construímos pouco a pouco uma boa autoestima.

Para os sentimentos positivos se sobressaírem é importante que diferentes âmbitos da vida estejam em harmonia: familiar, escolar, pessoal, profissional e afetivo. É fácil notar que se uma destas áreas não está indo bem, as outras não receberão “atenção”, e todas estão relacionadas com a autoestima e segurança.

Mas como trabalhar esses aspectos? Além de buscar a ajuda de um psicólogo, que é o profissional que ajuda o paciente a fortalecer a sua autoestima e o seu autoconhecimento, veja também algumas ações que você pode realizar desde já:

Defina metas possíveis:

Definir pequenas metas diariamente pode ajudar a restabelecer o controle de sua vida. Tais metas podem ser arrumar aquele armário, limpar a casa, fazer supermercado, organizar a mesa do trabalho, etc.

O importante é você se sentir satisfeito e capaz a cada “mini meta” cumprida. Sentimentos negativos podem surgir até mesmo quando postergamos tarefas como essas.

Comece devagar, anote em um papel o que precisa concluir e o passo a passo. Essa atitude gera mais energia, inclusive para as próximas atividades consideradas mais complexas.

Saiba o que você quer:

Primeiro, se oriente por aquilo que quer. O querer é tão importante quanto o fazer. Converse consigo mesmo e avalie o que realmente você quer para sua vida?

Não tenha medo de pensamentos consideramos despropositais ou inadequados, pois é o seu querer falando mais alto. Anote em um papel os pontos que precisa melhorar e avalie como isso será feito. E comece.

Tenha momentos de lazer:

Parece meio óbvio, não é? Mas é muito comum as pessoas deixarem esse aspecto de lado. A culpa gerada pelas tarefas inacabadas é tão grande que o indivíduo deixa de fazer algo prazeroso para tentar terminar sua atividade – sem energia nenhuma. Pare e pense: essa atitude é eficaz?

Atividade física, ver um filme, sair para andar em parque, jantar com os amigos, visitar a família – qualquer momento de lazer é válido. A autoestima em baixa pode ser a porta de entrada para condições clínicas mais complicadas, como depressão e ansiedade extrema. Portanto, vá se divertir!

Goste de se cuidar e não faça comparações:

Os Psicólogos

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EQUIPE DE PSICÓLOGOS

É muito gostoso encontrar e conversar com uma pessoa que gosta de se cuidar, não é? Assim, se cuidar significa ter uma boa alimentação, praticar exercício físico, cortar o cabelo e fazer atividades que te deem mais energia para realizar as próximas.

Reparar nas suas qualidades ao invés dos defeitos faz uma enorme diferença. Não será sua timidez que encobrirá o seu talento para decorar uma casa, entendeu? Pensamentos negativos condicionados por muitos anos tornam-se inconscientes e disparam automaticamente.

Evite se comparar com outras pessoas. Uma dica? Observe aquela pessoa que você tanto admira e repare o que ela faz de diferente. Ao invés de se comparar negativamente com ela, aprenda junto!

Aprenda com os erros:

Não é porque errou uma vez que nunca mais conseguirá realizar nada e que ninguém fez nada para te ajudar. Saber lidar com os erros também faz parte de uma autoestima saudável.

Se imagine dentro de um jogo de futebol: você é atacante e sabe que o lateral direito é muito bom para roubar bolas. O que fará na próxima vez? Não vai passar por ele, certo? Aprenda com o erro e reveja a estratégia!

Sonhe e faça planejamentos:

Pense no seu querer e comece a definir desde já o que deseja para você. Coloque seus sonhos em ação, mas faça um planejamento antes. O caminho será um desafio, mas é energizante e recompensador. Acredite!

E lembre-se que terapia não é somente para casos graves, mas também para ajudar as pessoas a desenvolverem seus potenciais – e autoestima!

5. É possível ser plenamente feliz e satisfeito consigo mesmo?

Será que as pessoas entendem o que realmente significa autoestima? Gostar de si mesmo, se valorizar, se aceitar e ser confiante na sua capacidade são algumas definições para a palavra autoestima.

Em resumo, a autoestima é a opinião que se tem acerca de si mesmo, somada aos sentimentos de valorização, confiança e segurança em si próprio. Ou seja, a soma de amor-próprio e autoconfiança formam a autoestima. E os dois precisam andar juntos.

Elevada ou baixa, a autoestima determina nosso comportamento e explica muitas de nossas atitudes e sentimentos.

A preocupação em cuidar da autoestima está presente em todas as pessoas como uma busca para ser feliz. Como tudo em nossa vida, ela também deve estar em equilíbrio.

Porque, se for demasiadamente alta ou baixa, trará consequências negativas para a vida pessoa. Mas, será que é possível ser plenamente feliz e satisfeito consigo mesmo?

Você sempre pensa que a vida de todo mundo é boa, menos a sua? Acredita que não será capaz de realizar algo, mesmo que esteja morrendo de vontade de idealizá-lo? Em uma cultura competitiva e controlada pelos padrões sociais, não se sinta sozinho (nem pior) caso tenha esses pensamentos frequentemente.

Segundo psicólogos, essa sensação diz respeito à autoestima, caracterizada por um conjunto de sentimentos e pensamentos que a pessoa tem sobre seu próprio valor, competência e adequação no meio.

A autoestima pode repercutir em atitudes positivas e negativas em relação a si mesmo. É positiva quando se sobressai os sentimentos de satisfação e valorização, e negativa quando a sensação é de inutilidade e fracasso.

O que influencia o modo como alguém vai eleger as próprias metas, aceitar a si mesmo, valorizar o próximo e projetar e executar seus sonhos para o futuro é o ponto essencial.

Se você está passando por este questionamento, uma dica é recorrer à ajuda de um psicólogo. Este profissional pode ajudar muito àqueles que possuem alguma dificuldade ligada ao desequilíbrio da autoestima.

É necessário um trabalho de introspecção e autoanálise para reconhecer como está a autoestima. Ela influenciará grandemente na sua busca pela felicidade e realização.

Muitos são os mitos em torno deste tema. Estar dentro dos padrões estéticos e comportamentais ditados pela mídia pode ser considerado como elevada autoestima.

Consumir, comprar roupas, cuidar da aparência, mudar o corte de cabelo, tudo isso é atribuído à autoestima, mas na verdade são cuidados externos, componentes que podem influenciar para elevar a autoestima, mas não para mantê-la em alta.

Você precisa se conhecer e reconhecer se gosta de si mesmo, desde o seu modo de pensar, passando pela forma física e até avaliando se tem confiança em seus atos e na sua capacidade de fazer aquilo que considera importante para ser feliz.

Importante, também, sempre acreditar que pode melhorar cada vez mais.

A autoestima começa a ser formada na infância, a partir da forma como fomos aceitos e tratados por nossos pais e familiares, e também pelo exemplo de autoestima que vimos neles. A autoestima tem muito a ver com o nosso autoconhecimento.

6. Dicas para ajudar a manter a autoestima

Crie uma imagem convincente:

Você é aquilo que acredita ser. Então, projete a pessoa que quer ser e estabeleça metas para alcançar.

Se conheça:

Veja quais são suas qualidades e desenvolva-as. Avalie seus defeitos e procure transformá-los em virtudes.

Mantenha contato:

Saia de casa, busque fazer amigos, converse, vá se divertir. Isolamento só traz pensamentos ruins.

Faça algo naquilo que é bom:

Desenvolva seus dons e aptidões, veja o resultado positivo e fique mais confiante de seus atos.

Ajude e aceite o outro:

Isso trará afirmação e confiança para o outro e fará você se sentir bem por poder ajudar alguém.

Não se compare:

Ninguém é igual, melhor ou pior que o outro. Cada ser humano é único. Seja você mesmo sem querer se enquadrar em padrões ditados pelos outros.

Ouça sua intuição:

Sim, esta é uma ferramenta importante para aumentar a autoconfiança.

Ame-se:

Acredite que é alguém especial, ame seu corpo, cuide dele, faça coisas que goste e se aceite.

7. A Psicologia e a Autoestima

Ser quem você é. Isso é o que basta para garantir o equilíbrio em sua autoestima. Você não precisa agradar aos outros o tempo todo, não precisa deixar sua opinião de lado, não precisa se adaptar aos padrões de corpo e moda que são ditados pela mídia.

Você é um ser único e deve gostar do que vê no espelho, ter opiniões e gostos próprios, ser responsável por seus atos. Você tem que gostar da sua companhia, sabe como é?

Muitas pessoas, por várias razões, não acreditam nisto e passam a ter grandes problemas com baixa autoestima, se cobram demais, valorizam muito o que é dito pelos outros, não se valorizam e não se mostram.

E o mais grave de tudo isso é que casos de baixa autoestima podem levar à sintomas de ansiedade e depressão e também ao isolamento. Quando estes sintomas aparecem, o melhor a fazer é buscar a ajuda de um psicólogo. Ele é o profissional preparado para auxiliar o paciente a se conhecer melhor e a aumentar sua autoestima.

Com muito diálogo e alguns exercícios internos e emocionais, o psicólogo poderá detectar, através da psicoterapia, quais áreas precisam ser trabalhadas para que a autoestima se eleve e o equilíbrio seja alcançado.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Psicóloga Thaiana

A psicóloga é CEO do consultório Psicólogos Berrini. Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.

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