Vários transtornos de Personalidade ao mesmo Tempo

Um dos nossos leitores do Blog enviou a pergunta abaixo e a psicóloga Thaiana Brotto respondeu.

Pergunta do Internauta:

“Gostaria de saber se é possível uma pessoa ter vários transtornos diferentes: como transtornos de personalidade, TOC e depressão, ao mesmo tempo?”

Resposta da psicóloga Thaiana Brotto:

“D., boa noite,

Sim, isso é possível. Quando há mais de um transtorno associado nós chamamos isso de ‘outras comorbidades’. É quando existe mais de uma patologia num mesmo paciente, ainda que seja bastante possível que haja apenas um diagnóstico de base.

Note, contudo, que o diagnóstico e o respectivo tratamento devem ser feitos por um profissional.

Quer conhecer mais sobre a psicóloga Thaiana? Então conheça o perfil da psicóloga aqui. É possível também ver os horários disponíveis e os valores das sessões.

Psicóloga Thaiana Brotto

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre o TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo

Sobre o TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo

Entenda o que é TOC

Texto original elaborado pela psicóloga Thaiana Brotto, psicóloga do Consultório Psicólogos Berrini em https://www.psicologosberrini.com.br/terapia-cognitivo-comportamental/tratamento-para-toc-transtorno-obsessivo-compulsivo/

A terapeuta comportamental Thaiana Brotto explica, de forma objetiva e clara, o que é o TOC (Transtorno obsessivo compulsivo), como identifica-lo e qual seu tratamento. Segundo a psicóloga, antes de qualquer coisa é preciso identificar o TOC. É comum que pacientes cheguem ao consultório dizendo que tem um TOC – e, na verdade, confundiu a doença com uma mania.

“Transtorno obsessivo compulsivo é um tipo de transtorno de ansiedade que é caracterizado quando a pessoa sofre de repetidas obsessões e/ou compulsões que afetam as funções sociais, educacionais ou profissionais do próprio individuo, seja pelo tempo dispendido com os sintomas ou pela aflição ou medo da própria pessoa. […] Uma compulsão é um comportamento, ou ritual, que a pessoa com Transtorno obsessivo compulsivo exerce repetidamente, seja devido às próprias obsessões ou devido a rígidas regras que a própria pessoa estabelece. Por exemplo, uma obsessão por ter as mãos demasiadamente limpas pode resultar numa compulsão por lavar as mãos a todo o momento.” – alerta Thaiana.

O tratamento para o TOC é encontrado na psicoterapia e/ou medicamentos. Esses medicamentos só poderão ser prescritos por um médico, após este avaliar o nível do transtorno do paciente, tendo mais efeito sendo acompanhado com o trabalho de um psicólogo.

Para ler sobre o assunto na íntegra, acesse https://www.psicologosberrini.com.br/terapia-cognitivo-comportamental/tratamento-para-toc-transtorno-obsessivo-compulsivo/

Psicóloga Thaiana Brotto

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Sobre o TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada

Sobre o TAG - Transtorno de Ansiedade Generalizada

Entendendo o TAG

O Transtorno de ansiedade generalizada, conhecido também como TAG, não é um termo comum para as pessoas. Por isso, a terapeuta comportamental Thaiana Brotto falou um pouco sobre o que é, qual o tratamento indicado, e como é possível identificar esse transtorno.

“O Transtorno de Ansiedade Generalizada é geralmente caracterizado quando a pessoa se sente persistentemente e excessivamente preocupada e tensa sobre várias coisas do seu dia a dia, geralmente esperando sempre pelo pior, mesmo quando não há razões evidentes para preocupação.” – alerta a psicóloga.

É possível notar o transtorno através de sintomas físicos, que muitas vezes podem passar despercebidos por nós, mas são sinais que já podem estar nos alertando que algo não vai bem.

Segundo a Dra. Thaiana, alguns dos sintomas são:

  • Dificuldades para dormir
  • Dificuldade de concentração
  • Tensão e dores musculares
  • Sentir-se sempre preocupado
  • Fadiga
  • Cansaço
  • Irritabilidade
  • Dores no estômago

O tratamento para o TAG é encontrado na psicoterapia e/ou medicamentos. Esses medicamentos só poderão ser prescritos por um médico, após este avaliar o nível do transtorno do paciente, tendo mais efeito sendo acompanhado com o trabalho de um psicólogo.

O paciente também pode tomar algumas medidas para ajudar na melhora do tratamento, como fazer exercícios físicos e de relaxamento.

Para ler sobre o assunto na íntegra, acesse https://www.psicologosberrini.com.br/ansiedade-sintomas-e-tratamento/tratamento-para-tag-transtorno-de-ansiedade-generalizada/

Psicóloga Thaiana Brotto

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Razões para se fazer Psicoterapia

Razões para se fazer Psicoterapia

Procura razões para se fazer Psicoterapia?

Texto original elaborado pela psicóloga Thaiana Brotto, psicóloga do Consultório Psicólogos Berrini em https://www.psicologosberrini.com.br/clinica-de-psicologia/porque-fazer-terapia/

“Há também um número grande de pessoas que lutam para lidar com problemas de relacionamento, frustração com o trabalho, a morte de um ente querido, entre outros.”

… é assim que a terapeuta comportamental Thaiana Brotto dá início ao assunto sobre Terapia, que, para muitos, ainda é um tabu.

O trabalho do terapeuta é ajudar seu paciente a entender diversas situações que o incomodam, e que num dado momento, simplesmente não consegue mais lidar sozinho.

“Através de psicoterapia, psicólogos ajudam as pessoas de todas as idades a buscarem viver de forma mais feliz, mais saudável e até mais produtiva.” – sugere a psicóloga.

A psicoterapia é um tratamento fundamentado no diálogo e baseado na ciência da psicologia. As sessões de psicoterapia oferecem um ambiente que permite ao paciente falar sem restrições, com alguém neutro diante de sua demanda. Segundo Thaiana…

“Você e seu psicólogo trabalharão em conjunto para identificar e mudar os padrões de pensamentos e de comportamentos que estão o impedindo de se sentir melhor.”

É muito comum pessoas que desacreditam da eficácia da terapia. Algumas, simplesmente por não acreditarem. Outras porque desconhecem o trabalho psicoterapêutico. Mas é importante ressaltar que a psicoterapia é um trabalho realizado com base numa ciência, a psicologia.

Normalmente, as pessoas que buscam a terapia é porque já não se sentem capazes de lidar com alguns problemas e decidem que, finalmente, precisam de ajuda.

“Há ainda aqueles que procuram a psicoterapia por estarem enfrentando alguns problemas de curto prazo e precisam de orientações, como é o caso de divórcio, morte de uma pessoa próxima ou não se sentido confortável com o emprego.” – ressalta Thaiana.

Quando o paciente busca fazer terapia, é importante que também conheça um pouco mais sobre as técnicas usadas nos atendimentos. Segundo Thaiana…

“Existem várias abordagens na psicoterapia, tais como a terapia comportamental, terapia cognitiva, psicanalista, humanista. Psicólogos geralmente recorrerão a uma ou mais destas linhas como manejo clínico, se apropriando de instrumentos de outras vertentes como forma de intensificar os resultados.”.

O paciente pode conhecer o perfil do terapeuta antes de marcar uma sessão. Saber sobre sua formação, qual método adotado em seus atendimentos, etc;

“Ao escolher o seu psicólogo observe atentamente se ele lhe transmite segurança em sua conduta clínica e se tem habilidade de uma escuta empática e acolhedora.” – conclui Thaiana Brotto.

Para ler sobre o assunto na íntegra, acesse https://www.psicologosberrini.com.br/clinica-de-psicologia/porque-fazer-terapia/

Psicóloga Thaiana Brotto

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Entenda as funções de um psicólogo

Entenda as funções de um psicólogo

Entenda as funções de um psicólogo

Texto original elaborado pela psicóloga Thaiana Brotto, psicóloga do Consultório Psicólogos Berrini em www.psicologosberrini.com.br/qual-a-funcao-do-psicologo

Algumas pessoas ainda se perguntam qual a função do psicólogo, qual realmente é o objetivo de seu trabalho e quais mudanças exercem sobre a vida do paciente. Existem pacientes que decidem passar com um psicólogo e ainda sim tem essas dúvidas. E é importante que o paciente saiba sobre a terapia, o perfil de cada psicólogo antes de escolher, qual o método adotado em seus atendimentos, entre outros detalhes que fazem grande diferença no desenvolvimento e eficácia do processo terapêutico. A terapeuta comportamental Thaiana Brotto esclareceu algumas dúvidas que surgem muito durante as sessões com seus pacientes, e que possivelmente é a dúvida de muitos.

“Psicólogos comportamentais e cognitivos comportamentais são especialistas em comportamento humano e usam métodos científicos para estudar os fatores que influenciam o modo como as pessoas sentem, agem, aprendem e pensam, bem como estudam as estratégias e intervenções baseadas em evidências para ajudar as pessoas a superar suas queixas.”

A psicologia abrange diversos assuntos e demandas, tais como ansiedade, estresse, estresse no trabalho, problemas conjugais, abuso de substâncias, entre outros.

Thaiana ainda ressalta…

“Psicologia Clínica é comumente praticada em um consultório, uma vez que tem ambiente adequado para a prática da psicoterapia (ambiente agradável, acusticamente isolado etc). Mas pode também ser praticada em hospitais e até na residência do paciente, caso o paciente não tenha condições de se locomover até o consultório.”.

O psicólogo buscará trabalhar nos conflitos internos de seu paciente, para entender o que ocasiona tal sentimento de desconforto, o porquê da angústia, da ansiedade, o que vem causando o estresse, e, assim, em um trabalho conjunto de paciente e psicólogo, trabalharem na raiz do problema, para que possam chegar à cura total desse problema.

“Geralmente os psicólogos se baseiam em uma abordagem, e eventualmente em mais de uma, para utilizar clinicamente nas sessões de psicoterapia. A abordagem, nesse caso, seria o uso clínico do conhecimento obtido pela psicologia em cada linha de estudo/raciocínio.” – informa Thaiana.

Algumas das abordagens mais comuns utilizadas pelos psicólogos são: Terapia Comportamental, Terapia Cognitiva e Terapia Psicanalítica/ Psicodinâmica.

Para ler um pouco mais sobre a função do psicólogo e conhecer sobre cada uma dessas abordagens, acesse o link original em https://www.psicologosberrini.com.br/clinica-de-psicologia/qual-a-funcao-do-psicologo/

Psicóloga Thaiana Brotto

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Perda do Desejo Sexual

Perda do Desejo Sexual

Essa condição te incomoda?

Texto original elaborado pela psicóloga Ingrid Machado , psicóloga do Consultório Psicólogos Berrini.

Então será que as pessoas ainda sofrem com esse tipo de problema?

De acordo com a terapeuta comportamental Ingrid Machado, é muito comum a procura no consultório com queixas relacionadas à perda do desejo sexual. Algumas vezes, o paciente não chega necessariamente com esta queixa, mas em algum momento fala sobre essa questão.

“… os problemas são os mais diversos. A disfunção do desejo sexual que atinge homens, mulheres e casais, nada mais é do que a perda do desejo sexual. Isso traz grandes prejuízos ao indivíduo como angústia, ansiedade, tristeza; e para o casal pode resultar em afastamento, traições, brigas e até separação.” – relata a psicóloga.

A queixa e o tratamento dependem de pessoa para pessoa. Acontece, sim, de a causa da perda do desejo sexual ser orgânica. Nesse caso, é necessário, também, o acompanhamento de um médico. Segundo a psicóloga Ingrid:

“… para o homem a perda do desejo sexual não é socialmente bem aceita, o que dificulta ainda mais a busca por tratamento. Dentre as causas estão o estresse no trabalho, problemas familiares, medo do desempenho e baixa estima relacionada à aparência. Tais problemas podem tanto surgir em certa fase da vida, como podem sempre ter existido e se tornarem mais críticos em determinados momentos”.

A terapia comportamental é uma boa alternativa para atender esse tipo demanda, uma vez que busca identificar situações na vida do casal, ou individual, que tenha colaborado para o desenvolvimento da inibição sexual.

“Propor estratégias para reverter este quadro, melhorando assim a capacidade sexual e o equilíbrio emocional.” – conclui a psicóloga.

Quer ler o texto original na íntegra? Então clique em sexualidade e a perda do desejo sexual

Psicóloga Ingrid Machado

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O que é procrastinação e como lidar com ela

O que é Procrastinação

Como lidar com a procrastinação

Texto original elaborado pela psicóloga Ingrid Machado , psicóloga do Consultório Psicólogos Berrini.

Assim como pudemos notar no texto sobre procrastinação da psicóloga Ingrid, é possível encontra-la em diversos momentos da vida do indivíduo.

“E isso acontece muito e com muita gente no trabalho, nos estudos, na vida social, nos cuidados com a saúde e até com tarefas do cotidiano. Isto porque temos dificuldade de lidar com tarefas difíceis que só nos trarão retorno prazeroso a longo prazo (ou nem trarão retorno algum)” – explica a terapeuta comportamental.

Ou seja, em geral, estamos sempre ligados àquilo que nos trará respostas imediatas, e o que acreditamos que pode esperar mais um pouco, deixamos de lado. Isso porque o ser humano está sempre em busca de momentos prazerosos.

Segundo a psicóloga,

“… pessoas com esse problema são taxadas muitas vezes pelas outras como irresponsáveis, imaturas, desorganizadas e acabam elas próprias acreditando nisso, ao invés de perceber que isso é um problema e como tal pode e deve ser tratado.”

A terapia comportamental lida de forma objetiva com a procrastinação. O terapeuta irá em busca das causas, das dificuldades do paciente em lidar com tarefas consideras “difíceis” ou “desprazerosas”, quais os sentimentos ligados a este tipo de comportamento, e quais as melhores formas de o indivíduo passar a ter esses sentimentos e comportamentos mais adequados, melhorando sua qualidade de vida e daqueles que estão ao redor e que, de certa forma, se sentiam prejudicados pela procrastinação do outro.

Você poderá entender um pouco mais sobre a procrastinação lendo o texto na íntegra da psicóloga Ingrid Machado em Procrastinação

Psicóloga Ingrid Machado

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Como colocar em prática as promessas de ano novo

Especialistas recomendam disciplina e ponderação para que se atinjam metas em 2014

Recentemente a psicóloga Thaiana Brotto cedeu a entrevista a seguir ao ‘Jornal do Notário’, do Colégio Notarial do Brasil seção São Paulo. Comentários serão bem vindos!

As comemorações que marcam o ano novo são, muitas vezes, acompanhadas de promessas para o novo ciclo que se inicia. Entre os notários, não é diferente. O tempo cronológico continua o mesmo, o que muda é a maneira como ele é avaliado. Cumprir tais metas ao longo do ano, no entanto, pode ser uma tarefa difícil.

“Demarcar uma divisão no tempo parece amenizar o sentimento de angústia do que não se consegue controlar, do que está por vir, nos dando a sensação de mais autonomia diante da própria vida e nos tornando mais responsáveis pelas próprias escolhas. Porém, o limite que mostra até onde posso ir – com aquilo que está ao meu alcance – e onde devo parar é muito tênue”, explica a psicóloga Thaiana Brotto. A profissional esclarece que decodificar esses limitadores envolve autoconhecimento e investimento emocional.

Para que a famosa lista de promessas seja cumprida com sucesso, é preciso – em primeiro lugar – verificar se esta é factível com a realidade e com as possibilidades da pessoa. “Criar altas expectativas, sem desenvolver primeiro as habilidades necessárias, pode aumentar o sentimento de frustração e desmotivá-lo nessa jornada de mudanças”, alerta Brotto. Feita tal mensuração, o segundo passo é a disciplina. “Disciplinar-se requer planejamento e organização. Por isso, para tornar essa nova etapa possível, apropriar-se de técnicas e ferramentas costuma ser de grande valia. Estruturar uma lista contendo itens que gostaria que fossem modificados, inserindo-os dentro de uma escala de prioridades, e em seguida implementá-los na rotina diária, costuma ser eficaz para a grande maioria”, explica. É importante, entretanto, tomar certo cuidado para não tornar-se escravo dessas regras, pois “saber reconhecer o momento que a vida pede flexibilidade faz com que a criatividade apareça e mostre outros caminhos”.

O psicólogo Romildo de Almeida compartilha da mesma opinião. “Projetos que estão além dos nossos limites consomem muito da nossa energia e, portanto, fazem com que desistamos deles com facilidade. Temos que pensar em coisas viáveis e executáveis dentro do ano, que é um período de curto prazo”. Além de demandar grande foco, a fase de mudança pode ser assustadora por deslocar o indivíduo de sua zona de conforto. “Uma parte do nosso cérebro está programada para evitar situações estranhas que podem nos colocar em risco. A saída é fazer um esforço de inteligência para vencer essas programações defensivas e entender que as situações novas podem nos dar a oportunidade de crescimento. Temos que ver no estranho e no novo sempre algo que pode ser apreendido e conquistado. Temos que encarar as mudanças como um desafio positivo que nos ensina a sermos melhores”, aconselha o profissional

Para a concretização dos objetivos, é importante a organização formal das metas. Todavia, os rituais não precisam ser deixados de lado. “A associação do que acontecia de bom ou de ruim na nossa vida com fenômenos da natureza, mesmo que em um passado remoto, fez com que víssemos um elo de ligação entre os dois. Então fazemos rituais como vestir-se de branco na virada do ano, comer sementes de romã, chupar uva etc. Não há nada de mal em fazer isso por diversão ou puramente como auto-indução para buscar mais autoconfiança, mas, na verdade, não existe essa relação de causa e efeito. Temos que acreditar no nosso esforço, na nossa dedicação e coragem pois não há limites para o que possamos realizar”, resume Almeida.

Psicóloga Thaiana Brotto

Entrevista da psicóloga Thaiana Brotto ao ‘Jornal do Notário’, do Colégio Notarial do Brasil seção São Paulo. Ano XV – nro. 159, Jan/Fev – 2014

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