Como superar as dificuldades da vida a dois?

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio
Como superar as dificuldades da vida a dois

A vida a dois é ótima, mas depende de alguns cuidados. Os consultórios dos psicólogos estão lotados de casais que procuram ajuda para lidar com os contratempos do casamento. Recorrer à terapia de casal é o recurso para quem não consegue controlar a vontade de jogar tudo para cima e se livrar dos problemas. Esta alternativa e mais algumas outras soluções fazem a diferença na hora de aprender a conviver com as diferenças do parceiro e melhorar os próprios defeitos na busca de um relacionamento conjugal equilibrado e prazeroso.

Ninguém sabe tudo sobre casamentos que dão certo e vida a dois. Isto porque não há receitas prontas. Se houvesse, não haveria tantos divórcios, não é mesmo? Como se trata de um importante aspecto da vida, vale a pena o investimento de energia para fazer dar certo. Quando se decide deixar a segurança da casa dos pais e a tranquilidade da vida de solteiro para vivenciar grandes responsabilidades e compromissos, é preciso ter bastante consciência do que está por vir. É preciso estar determinado a enfrentar os desafios que levam à formação de um lar verdadeiramente feliz.

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Saber compartilhar é o segredo

Viver a dois é mais que uma troca contínua de experiências. É administrar recursos financeiros, encarar frequentes obstáculos, superar as adversidades e concretizar sonhos comuns e individuais. Somente compartilhando tudo isso, chega-se à felicidade. Os dois lados envolvidos precisam deixar a liberdade do passado, abrir mão dos privilégios individuais e literalmente dividir a vida com quem se ama.

Quando um dos lados ou os dois não conseguem pensar em conjunto, abandonar certa autonomia, fazer sacrifícios, crescer e ganhar maturidade juntos, começam as dificuldades de relacionamento e os problemas. Uma compra de algo um pouco mais caro, a necessidade de reforma na casa, a organização de uma festa, o desemprego ou uma doença são capazes de provocar brigas e discussões infindáveis.

Este tipo de coisa acontece não somente quando um casal decide morar no mesmo lugar, juntando as escovas de dente. No namoro também se vivem obstáculos. Por isso, é preciso ficar bastante atento neste período sobre como se comporta a pessoa com quem você pretende viver junto. Ela corresponde o amor que você sente? Compreende seus sentimentos? É solidário e pensa bastante em como te agradar? São perguntas como estas que devem ser respondidas antes de se optar por uma vida a dois sobre o mesmo teto.

Como um psicólogo pode ajudar

Para enfrentar as lutas e as dificuldades, de modo que os encantos de uma vida a dois sejam maiores que os problemas, deve haver muita compreensão, carinho, abnegação, dedicação, comprometimento, resiliência e empatia. Com a chegada dos filhos, as responsabilidades e o trabalho dentro de casa aumentam, a desordem é cada vez maior, aparece o desgaste da relação a dois e diminui a alegria por estar junto da pessoa amada.

A terapia de casal, conduzida por um psicólogo, ajuda a resgatar o amor forte e empolgante dos primeiros anos de relacionamento. É ele que vai orientar como encontrar sentido novamente nas expressões afetivas, nas declarações de amor e nas atitudes carinhosas. São discutidos no consultório, as cobranças de ambos os lados, as exigências impostas, as situações de sofrimento, os mecanismos de proteção usados por cada um e os interesses contraditórios.

Cada um no seu tempo

Desta forma, a felicidade volta a ser uma realidade, o contentamento com situações cotidianas e os momentos alegres se tornam cada vez mais presentes. A volta para casa ao final do dia é reconfortante, os atritos diminuem e as mágoas desaparecem. Mas qual o tempo para conseguir esses resultados? Depende. Às vezes, pode ser que o casal nem chegue a estes resultados, concluindo que fez mesmo as escolhas erradas, fazendo pouco sentido continuar a vida a dois.

E há aqueles que, em alguns meses, conseguem encontrar a felicidade plena que um dia os levou ao altar. Outros precisam de mais de um ano para voltar a acreditar que é possível uma convivência prazerosa e sem ninguém se machucando. Tudo isso vai depender de quanto a relação foi se desgastando com o passar do tempo. Cada caso é um caso. Mas o empenho em salvar o relacionamento vale a pena e evita as dores de uma separação, o acordo sobre a divisão dos bens, a tristeza de ficar longe dos filhos e o medo de enfrentar a vida sozinho outra vez.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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