Newsletter Gratuita
Assine Aqui

Como ajudar alguém que está em estado de choque

Categoria dos serviços da psicóloga: serviços variados de psicologia
Ajudar alguém que está em estado de choque

Como podemos lidar com o estado de choque no momento em que ele acontece.

Segundo psicólogos, é muito comum uma pessoa entrar em estado de choque em situações emocionais ou psicológicas difíceis. Se desencadeiam por distúrbios, de estresse, que se situam na experiência de um evento traumático e de grande sofrimento.

Como reconhecer um estado de choque?

Valor Consulta Psicóloga Renata






Não quero informar nome ou e-mail





O choque emocional ou estado de choque é considerado a fase inicial no processo de reação a um evento traumático. Isso acontece porque o trauma ainda não encerrou seu processo, em razão, de que nessa primeira reação direta a mente ainda não aceitou o fato.

A pessoa pode entrar em estado de choque depois de vivenciar um evento traumático como, por exemplo, uma tragédia natural, o falecimento de um ente querido, qualquer tipo de experiência ruim.

Um estado de choque pode durar apenas algumas horas ou até dias, dependendo da pessoa. Ele pode ser dividido em duas fases.

O estado de estresse agudo

Pode durar de 2 dias a 4 semanas. É conhecido como a resposta de reação contrária, negação ou fuga. Existe um aumento da adrenalina no corpo, no ritmo cardíaco e na respiração.

Pode também ocorrer uma desorientação temporária, até mesmo em relação às pessoas. Existem sentimentos de raiva, de espanto e dor.

O estado de estresse pós-traumático

Ocorre após um mês ou mais, e neste caso requer atenção psicológica. Nesta fase, a reação é a de isolamento, culpa, medo de retornar ao local, pesadelos, tensão muscular, etc.

Também aqui o processo de reorientação deve ser vivido, e os planos têm que voltar à normalidade, pensando no futuro. Mesmo que a dor persista, o trauma já não é mais tão intenso.

>>> Para saber mais: leia também Depressão e Ansiedade

Como ajudar alguém no estado de choque

A imagem de uma pessoa em estado de choque pode ser muito estranha e, neste sentido, podemos não saber o que fazer nem como ajudá-la.

O que devemos dizer ou fazer, então, para melhorar a sua condição?

Guia Completo de Como Selecionar seu Psicólogo

Se você é daqueles que gosta de entender tudo nos mínimos detalhes, então esse guia é para você! No guia completo você vai conhecer todo o processo desde onde procurar e selecionar um psicólogo, como é a primeira consulta, como se preparar para a terapia, como é o processo terapêutico e até como avaliar os resultados.

COMO SELECIONAR O SEU PSICÓLOGO
  • No estado de choque, a pessoa costuma apresentar sinais de entorpecimento emocional, isto é, ela tem dificuldade de sentir, de se concentrar, de responder à memória, tal como se ela não reagisse.
  • Numa situação de estarem sós, enquanto os serviços de emergência não chegam, aproxime-se da pessoa devagar.
  • A primeira coisa a fazer quando você se aproxima de uma pessoa em estado de choque é se apresentar, perguntando para a pessoa o seu nome, e de forma constante, sempre chamá-la pelo nome.
  • Procure o contato físico que pode ser muito benéfico, mas apenas para estados não agressivos. O toque garante conforto e a deixa mais tranquila.
  • Em seguida, todo o contexto deve ser analisado e observado atentamente, sempre ouvindo com atenção a pessoa e tentando recapitular o que aconteceu.
  • Mantenha as necessidades básicas da pessoa, como água, panos umedecidos, agasalhos, tudo o que for necessário e forneça um ambiente seguro. Caso ela esteja ferida, apenas trate emergencialmente se você estiver treinado para isso. Caso contrário, não toque em nada e espere os serviços de emergência.
  • Ajude a encontrar seus parentes para que possam ir até o local. Isso é muito importante, especialmente para casos de menores de idade.
  • Você deve ser e agir de forma direta porque a pessoa vai precisar de orientações. Por esta razão, é muito importante que você permaneça calmo.
  • Transpareça essa calma para a pessoa. Se concentre no agora e faça com que a pessoa tente expressar seus sentimentos.
  • Evite referir-se a ela com ilusões ou transmitir falsas esperanças, seja o mais verdadeiro possível. Evite deixar a pessoa mais nervosa ainda.

Quer receber mais conteúdos como esse?

Deixe seu e-mail abaixo e receba semanalmente conteúdos gratuitos
Politica de Privacidade
Não se preocupe, não fazemos spam.

O mais importante é fazer e garantir que a pessoa em estado de choque possa recuperar normalmente a sua capacidade e assuma atitudes assertivas e de responsabilidade nesse processo.

Assim, com estas dicas e orientações, você poderá ajudar uma pessoa a superar rapidamente de seu estado de choque.

Buscar o apoio psicológico imediato também pode aliviar o estresse em grande medida e ajuda a prevenir problemas psicológicos no futuro. A terapia será fundamental.

Você gostou deste texto sobre como ajudar alguém em estado de choque? Leia então o artigo Transtorno de Estresse Pós Traumático – TEPT.

Quem leu esse texto também se interessou por:

  • Crenças e Limitações

    Crenças que causam limitações
    O excesso de crenças geram limitações que, muitas vezes, são percebidas pelas pessoas quando afetam o bem estar. O psicólogo é o profissional que pode ajudar a encontrar as raízes das crenças e o melhor caminho para aprender a lidar com elas.
  • Você tem falado sobre os seus sentimentos?

    Falar sobre os seus sentimentos
    Você tem falado sobre os seus sentimentos? A dificuldade em expressar os sentimentos por meio de palavras é mais comum do que pensamos. Ela pode ocorrer por diversos motivos, desde a timidez até o medo de ser rejeitado ou ridicularizado.
  • Mudanças: encare positivamente

    Encare Mudanças de Forma Positiva
    O receio da mudança vem do medo que as pessoas sentem de tudo que é desconhecido ou incerto. Mas saber o que fazer nesses momentos pode ser crucial

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.