Psicólogo, Terapia e Sigilo

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Psicólogo, Terapia e Sigilo

Terapia: como funciona o sigilo?

Quem nunca se consultou com um psicólogo, e está pensando em começar uma terapia, pode ter várias dúvidas sobre o funcionamento das sessões. Uma bem comum é em relação ao sigilo: “será que tudo que eu contar vai ficar em segredo?”. E a resposta para esse questionamento é: sim, tudo fica apenas entre o paciente e o psicólogo, conforme o código de conduta da profissão.

Quando os estudantes terminam a graduação em psicologia e passam pela formatura, fazem um juramento acerca do sigilo de todos os casos que passarão no futuro. Faz parte do código deontológico e ético dos psicólogos a questão do sigilo e, por isso, o terapeuta nunca abrirá nenhuma informação relativa aos seus pacientes, nem mesmo o nome deles.

Em determinadas situações, quando o psicólogo percebe durante a terapia que o paciente precisa iniciar um tratamento com um psiquiatra, ele pode precisar falar sobre o determinado paciente com o médico. Mas atenção, isso só será feito caso o paciente dê autorização para conversa e permita que o psicólogo encaminhe o caso, passando um contexto da situação para o psiquiatra.

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Outro momento que o psicólogo pode ter que falar alguma coisa sobre seus pacientes é durante a supervisão técnica obrigatória. Nesse caso, ele pode ter que comunicar alguns acontecidos, histórias citadas ou percepções para o supervisor, que geralmente também é um psicólogo e, justamente por isso, trabalha em sigilo.

Confiança: fundamental para a terapia

A terapia é o momento em que o paciente precisa estar se sentindo totalmente seguro e confortável para falar sobre todos os seus problemas, dilemas, tristezas e alegrias abertamente, sem medo de julgamentos ou futuras fofocas sobre seus assuntos. As consultas de terapia costumam durar cerca de uma hora, e o paciente deve manter a sua concentração em falar tudo que sente, com muita honestidade.

É sempre o paciente que vai decidir o que contar e quando contar. Nenhum psicólogo vai obrigar alguém a contar sobre algo que não se sinta confortável, ou ainda não esteja pronto pra partilhar. O relacionamento e a confiança entre psicólogo e paciente vai se desenvolvendo em cada consulta e, com o passar do tempo, a intimidade vai tirando o lugar da vergonha ou timidez.

Todos nós possuímos dúvidas, ideias, lembranças e sentimentos e nem sempre temos pessoas no nosso convívio com disponibilidade para ouvir sobre eles. Manter todos esses pensamentos em segredo gera uma angústia, por isso que precisamos de um lugar de confiança para falar sobre eles. E claro, o psicólogo é o profissional mais adequado para isso, pois sabe ouvir e aconselhar da maneira correta.

É função do psicólogo ajudar o paciente a resolver os seus problemas. Mas isso não é feito com respostas simples ou receitas prontas. Cada pessoa é diferente, com passado, presente, futuro e realidades completamente distintas. O psicólogo fornece as técnicas de autoconhecimento necessárias para que cada um consiga enxergar a solução para si mesmo, esclarecendo as ideias e objetivos.

Confie! O sigilo faz parte da terapia.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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