Newsletter Gratuita
Assine Aqui

Amor obsessivo

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio

Como lidar com o amor obsessivo

Amor Obsessivo

Você sabe qual é a diferença entre amor e obsessão? Algumas vezes os sentimentos de posse e de dependência se tornam mais fortes do que os de querer bem e de carinho.

Segundo psicólogos, nesses casos, é preciso estar atento e tomar medidas que ajudem a equilibrar o lado emocional.

Uma relação obsessiva não faz bem a ninguém! Veja como você pode diferenciar o amor da obsessão:

Meu amor é obsessivo?

Esta pode ser uma resposta muito difícil de se obter, principalmente porque quem tem esse sentimento costuma achar que é normal amar demais.

Toda a dependência, insegurança e intensidade de emoções são confundidas com um sentimento forte e natural.

Então, como saber que deixou de ser amor e se transformou em obsessão? Comece analisando os seguintes pontos:

Se sua resposta foi sim para todas estas perguntas, é hora de avaliar seu sentimento. Para começar, é importante deixar claro que amor não é dependência. Sentir que você só será feliz se tiver a outra pessoa por perto não é saudável.

A insegurança constante também é um indicativo de que algo não está bem. Passar a maior parte do tempo preocupado com o que o outro está fazendo só contribui para estragar o relacionamento; a mesma coisa vale para o ciúme exagerado.

Como isso pode atrapalhar o relacionamento

Valor Consulta Psicóloga Renata






Não quero informar nome ou e-mail





Uma relação obsessiva faz mal tanto para quem tem este sentimento quanto para a outra pessoa envolvida.

O obsessivo sente uma vontade constante de estar com a outra pessoa, tem dificuldade de encontrar prazer em atividades de lazer sozinho e acredita que toda sua felicidade depende da pessoa amada.

Já quem tem um relacionamento com alguém que ama demais se sente sufocado e se vê envolvido em um relacionamento que não é saudável.

Quando o amor é obsessivo todas as reações costumam ser exageradas, o que prejudica muito o relacionamento. Como o ciúme costuma ser maior do que o normal, uma simples demora para atender ao telefone pode ser motivo para uma briga entre o casal.

É normal que quem sofre de obsessão também queira que a outra pessoa corresponda o sentimento em igual intensidade; quando isso não acontece, a dependência e a insegurança só aumentam.

O tratamento do problema

Quer receber mais conteúdos como esse?

Deixe seu e-mail abaixo e receba semanalmente conteúdos gratuitos
Politica de Privacidade
Não se preocupe, não fazemos spam.

Se você se identifica com os sintomas apresentados acima, pode ser hora de procurar ajuda de um psicólogo.

O amor obsessivo não é saudável para o casal, toma conta do cotidiano da pessoa e afeta todas as áreas da vida. Um psicólogo é o profissional ideal para avaliar cada caso.

Esse tipo de amor pode ser consequência de um transtorno obsessivo-compulsivo ou de personalidade dependente.

Os Psicólogos

Conheça os psicólogos do nosso consultório, área de atuação, abordagens e especializações.

EQUIPE DE PSICÓLOGOS

Ambos os casos podem ser tratados com a psicoterapia, que ajuda a encontrar a origem do problema e a exercitar novos comportamentos que levem a uma vida mais feliz e equilibrada.

Amor faz bem! É reciprocidade, troca de experiências e um sentimento de bem-estar quando se está com a pessoa amada.

Quem leu esse texto também se interessou por:

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.