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Amor obsessivo

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio

Como lidar com o amor obsessivo

Amor Obsessivo

Você sabe qual é a diferença entre amor e obsessão? Algumas vezes os sentimentos de posse e de dependência se tornam mais fortes do que os de querer bem e de carinho.

Nesses casos, é preciso estar atento e tomar medidas que ajudem a equilibrar o lado emocional. Uma relação obsessiva não faz bem a ninguém! Veja como você pode diferenciar o amor da obsessão:

Meu amor é obsessivo?

Esta pode ser uma resposta muito difícil de se obter, principalmente porque quem tem esse sentimento costuma achar que é normal amar demais. Toda a dependência, insegurança e intensidade de emoções são confundidas com um sentimento forte e natural.

Então, como saber que deixou de ser amor e se transformou em obsessão? Comece analisando os seguintes pontos:

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  • Você tem um sentimento forte de dependência?
  • Você se sente inseguro o tempo todo?
  • Você tem ciúmes além do normal?

Se sua resposta foi sim para todas estas perguntas, é hora de avaliar seu sentimento. Para começar, é importante deixar claro que amor não é dependência. Sentir que você só será feliz se tiver a outra pessoa por perto não é saudável.

A insegurança constante também é um indicativo de que algo não está bem. Passar a maior parte do tempo preocupado com o que o outro está fazendo só contribui para estragar o relacionamento; a mesma coisa vale para o ciúme exagerado.

Como isso pode atrapalhar o relacionamento

Uma relação obsessiva faz mal tanto para quem tem este sentimento quanto para a outra pessoa envolvida. O obsessivo sente uma vontade constante de estar com a outra pessoa, tem dificuldade de encontrar prazer em atividades de lazer sozinho e acredita que toda sua felicidade depende da pessoa amada.

Já quem tem um relacionamento com alguém que ama demais se sente sufocado e se vê envolvido em um relacionamento que não é saudável.

Quando o amor é obsessivo todas as reações costumam ser exageradas, o que prejudica muito o relacionamento. Como o ciúme costuma ser maior do que o normal, uma simples demora para atender ao telefone pode ser motivo para uma briga entre o casal.

É normal que quem sofre de obsessão também queira que a outra pessoa corresponda o sentimento em igual intensidade; quando isso não acontece, a dependência e a insegurança só aumentam.

O tratamento do problema

Se você se identifica com os sintomas apresentados acima, pode ser hora de procurar ajuda especializada. O amor obsessivo não é saudável para o casal, toma conta do cotidiano da pessoa e afeta todas as áreas da vida. Um psicólogo é o profissional ideal para avaliar cada caso.

Esse tipo de amor pode ser consequência de um transtorno obsessivo-compulsivo ou de personalidade dependente. Ambos os casos podem ser tratados com a psicoterapia, que ajuda a encontrar a origem do problema e a exercitar novos comportamentos que levem a uma vida mais feliz e equilibrada. Amor faz bem! É reciprocidade, troca de experiências e um sentimento de bem-estar quando se está com a pessoa amada.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.