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Alienação Parental

Alienação Parental

Quando um acontecimento grave ocorre dentro da família tudo pode mudar. O divórcio, por exemplo, afeta a vida dos pais quanto dos filhos. E com ele há diversos riscos psicológicos para as crianças como a alienação parental. Tanto que isso está previsto no código penal e sujeito a punições legais.

Gostaria de saber mais sobre o assunto? Leia o nosso artigo.

O que é a alienação parental?

Segundo psicólogos, a alienação parental pode ser definida como uma síndrome resultado das ações de um dos pais ou ainda parentes próximos. Essas ações visam influenciar as crianças com a intenção de destruir a relação e fazer ela o odiar e rejeitar o outro pai/mãe.

Por esta razão, é muito importante refletir sobre a alienação parental e o perigo real dos pais que usam deste tipo de comportamento para prejudicar seus ex-parceiros. No final, por causa do contexto de idade, é a criança ou o jovem quem realmente irá sofrer as consequências negativas dessa situação.

Sinais da alienação parental

Valor Consulta Psicóloga Renata






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Como os pais alienantes agem, de fato? Abaixo listamos alguns dos comportamentos característicos dos pais que realizam o a alienação parental:

  • Depreciação: insultos ou desvalorização do outro genitor na frente da criança, mencionando assuntos internos do casal que nada têm a ver com o vínculo parental.
  • Manipulação: descrição a um filho sobre detalhes do divórcio quando o ex-cônjuge não estiver presente, destruindo sua empatia por ele.
  • Isolamento: não permite o direito de coexistência da criança com o outro progenitor.
  • Ridicularização e humilhação: subestima os sentimentos da criança em relação ao outro progenitor.

Motivos para a alienação parental

As causas alienação parental — de querer prejudicar o relacionamento de seu filho com o outro genitor — diferem de um pai/mãe do outro. Entre as razões principais, destacamos:

Prevenir é o melhor caminho

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A síndrome da alienação parental é um problema complexo devido ao ambiente em que ela ocorre. A melhor forma de tratá-la é preveni-la, já que, uma vez que acontece, é necessário atacá-la de diferentes formas.

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Uma criança não pode sofrer pela irresponsabilidade e imaturidade emocional dos pais. Portanto, a atitude assertiva dos pais em relação aos filhos é crucial para o seu bem-estar e saúde psicológica e emocional.

Hoje trata-se a alienação parental como uma forma de maus-tratos infantis, uma vez que tenha ocorrido e diagnosticado, pode ter consequências legais e sérias. Neste caso, a terapia de casal ou de terapia infantil é necessária para reverter a situação e, em muitos casos, é o próprio juiz que pode intervir.

O impacto da alienação parental pode, muitas vezes, causar problemas significativos para a criança ao se tornar adulta. Essas dificuldades incluem:

  • Dificuldade em confiar em outras pessoas.
  • Baixa autoestima.
  • Dificuldade em sustentar relacionamentos íntimos.
  • Depressão.
  • Abuso de substâncias para aliviar a dor da alienação parental.

Por um lado percebe-se que em algumas crianças, há um apego extremo com um dos pais após a separação. E, no outro extremo, há uma criança que resiste e rejeita fortemente o outro pai. E como dissemos, na maioria das vezes essa atitude é resultado de influência dos adultos responsáveis.

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Desta forma, a alienação parental é também uma forma de violência familiar e abuso infantil que garante hoje, uma ampla gama de intervenções.

O diagnóstico da alienação parental pode envolver uma avaliação psicológica de ambas as partes, bem como da criança. Por isso é muito importante buscar a ajuda de um psicólogo.

Além disso, será necessário o uso de terapia a fim de reduzir os danos e os traumas resultantes de tal problema.

Gostou deste texto sobre alienação parental? Então não deixe de ler sobre Psicoterapia Infantil!

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.