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Como lidar com filhos na adolescência

Como lidar com filhos na adolescência

Todas as alterações hormonais que ocorrem durante a adolescência levam o indivíduo a uma série de mudanças comportamentais, que precisam ser entendidas por ele mesmo e, principalmente, pelos pais, irmãos, enfim por quem convive mais diretamente com ele.

Para agir de forma saudável durante este processo natural na vida dos filhos, os pais precisam estar atentos e, em alguns casos, até buscar a ajuda de um psicólogo, conforme a gravidade do problema.

As questões que envolvem esta fase são bem variadas e vão desde a queda no rendimento escolar, por exemplo, passando pelo início da vida sexual até a descoberta da identidade e distúrbios alimentares. Os pais precisam estar preparados para lidar com conflitos, discussões, questionamentos, indisciplina e alterações de humor.

Por outro lado, eles devem entender também que nem tudo que acontece nesta fase da vida pode ser atribuído à chegada da adolescência. É interessante discernir que, às vezes, determinadas atitudes são reflexo da personalidade da pessoa e assim devem ser consideradas e administradas.

Diálogo, diálogo e mais diálogo

A relação do adolescente com sua própria sexualidade, hoje em dia, começa mais cedo que no passado. Isto se deve à maior exposição da criança aos temas relacionados. Mas não há motivos para desespero.

O jeito é tomar as rédeas da situação e conversar muito sobre gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e prevenção.

O diálogo ainda é a melhor receita. Não obrigue e nem espere que seu filho venha lhe contar sobre como foi a primeira transa e com quem. Isto faz parte da intimidade dele.

E não espere, também, ter certeza para então levá-lo ao médico e garantir que está saudável e quais os anticoncepcionais serão usados para cada caso.

O que ocorre também nesta época é que os pais criam certa expectativa sobre como serão os filhos e nem sempre ela se cumpre.

Ou seja, na adolescência aparecem os traços mais fortes da personalidade e é preciso aceitação, paciência, jogo de cintura, diálogo franco, desprendimento, equilíbrio e sabedoria para conviver com tantas mudanças e garantir que esta fase passe da melhor maneira possível, e que, de lucro, ainda traga aprendizados para todos os lados envolvidos na questão.

Valor Consulta Psicóloga Vânia






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É normal, por exemplo, os filhos que, quando crianças eram doces, gentis, amáveis e carinhosos se mostrem mais agressivos, raivosos e menos pacientes para dar e receber afeto.

Outra característica da adolescência é querer ficar mais longe dos pais e não admitir que eles continuem buscando na escola ou levando a uma festa de um colega. Este afastamento da família ocorre devido ao desejo do adolescente de buscar suas próprias crenças, ideologias e individualidade.

Um traço comum nesta época é querer tudo para agora, sem pensar nas consequências ou riscos. Até parece que o mundo vai acabar amanhã. Respire! Tente compreender, mas não sem mostrar os perigos dos atos impensados e estabelecer limites.

Uma bronca, de vez em quando, é necessária e não faz mal nenhum. O diálogo sem invasão da privacidade, novamente, é o melhor remédio.

Hora de buscar suporte de um psicólogo

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Outros casos que normalmente também precisam do apoio do psicólogo são os relacionados aos distúrbios alimentares. A ansiedade, própria desta fase, bem como as mudanças físicas, podem trazer um abalo na autoestima e conflitos internos.

Alguns adolescentes acabam brigando com a balança devido ao sobrepeso, enquanto que outros ficam completamente desequilibrados pela falta de alimentação correta e a consequente perda drástica de peso, configurando uma anorexia. Uma boa terapia e talvez a indicação de remédios feita por um médico são indispensáveis nessas situações.

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.