Psicólogo e emagrecimento

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Psicólogo e Emagrecimento

Por mais que revistas, sites, blogs e redes sociais desandem em afirmar que emagrecer é muito simples, para algumas pessoas essa verdade não se encaixe. Perder peso não envolve somente cuidar da alimentação e realizar exercícios físicos. Embora esses sejam dois passos sejam essenciais, a mudança de vida envolve também o fator psicológico – que pode melhorar com o cuidado com o físico – mas que pode ser, também, um empecilho na hora de encarar as mudanças.

Por que a dificuldade para emagrecer?

Excesso de peso ou obesidade pode ser considerado, atualmente, o maior problema de saúde pública no Brasil e em diversos países, nos quais a cultura alimentar modificou-se tanto nas últimas décadas, assim como a forma de viver, de se relacionar e de se locomover.

Algumas pessoas comem mais do que o necessário, outras se movimentam de menos, enquanto umas podem ainda apresentar disfunções fisiológicas causadas pelo estresse que, como um mecanismo de defesa, faz o organismo estocar mais energia para se proteger das “ameaças”.

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Uma das questões é que excesso de peso, obesidade, comer compulsivamente e/ou sem necessidade envolve fatores fisiológicos, culturais e, claro, psicológicos. Raiva, ansiedade, depressão, compulsão alimentar, traumas, perda do emprego, morte de um familiar são motivos para desencadear um descontrole na alimentação, preferência por alimentos mais calóricos, comer muito de uma vez só, ou ainda, ser um fator para o desânimo e falta de vontade de se exercitar.

Sou capaz de emagrecer sozinho?

Claro, todo mundo pode conseguir emagrecer sozinho. Fazendo a mudança do estilo de vida para melhor, certamente não é uma tarefa impossível. O que acontece é que algumas pessoas ainda não desenvolveram as habilidades para lidar com as primeiras dificuldades que possam aparecer.

Uma vez que você tem um objetivo e algo que realmente te motive a adotar uma vida saudável e emagrecer, o caminho é trilhado com clareza. No entanto, dependendo do que o motivou a perder peso, ao menor sinal de ansiedade, raiva ou episódio de depressão, você pode voltar ao estilo antigo de se alimentar.

O interessante é que essas situações não necessariamente acontecem somente com indivíduos que apresentam alterações psicológicas (depressão, transtorno da ansiedade, compulsão alimentar, etc.), podendo surgir em pessoas consideradas equilibradas emocionalmente. A questão é que mudar os hábitos não é uma tarefa simples, pois exige disciplina, persistência e força de vontade e, mesmo o indivíduo mais saudável mentalmente, pode sentir dificuldade no início. E ele pode e deve procurar um psicólogo se sentir necessidade de aprender a lidar com os obstáculos do caminho.

O psicólogo pode me ajudar?

Nessa questão de emagrecimento e alterações psicológicas o trabalho em conjunto entre nutricionista e psicólogo é de extrema importância. O primeiro explicará quais são as mudanças alimentares necessárias para melhorar a saúde e o segundo vai oferecer as ferramentas para lidar com as dificuldades que aparecerem no caminho.

O trabalho da terapia é detectar o que não está funcionando bem em relação aos sentimentos e associá-los ao comportamento alimentar. Se nessa questão, o psicólogo repassar ao nutricionista suas percepções ou mesmo se o paciente conseguir expressar suas descobertas e melhoras emocionais durante a consulta nutricional, o sucesso acontecerá em ambos os lados. Sendo assim, converse com seu psicólogo de confiança, explique as dificuldades emocionais que lhe impedem de adotar um novo estilo de vida e emagrecer com saúde.

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Autora: Thaiana F. Brotto(Psicóloga CRP 06/106524)

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