Você geralmente elogia ou critica mais?

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Você geralmente elogia ou critica mais?

Quando procuram a ajuda de um psicólogo, as pessoas costumam já ter uma ideia de como enxergam a vida, quais são os seus valores e princípios. Do mesmo modo, elas pensam saber de que modo as outras pessoas as julgam, as enxergam. Porém, poucos conseguem fazer uma relação direta entre as duas coisas: o modo como você interpreta a vida influencia muito na forma como os outros o enxergam.

Por exemplo, como você enxerga aquela amiga que está sempre elogiando tudo e acha que todas as coisas são maravilhosas? E como julga aquele colega de trabalho que sempre critica todas as coisas e nunca gosta totalmente de nada?

Nesse texto, vamos falar de como nossa percepção de mundo altera a percepção dos outros sobre nós – e como um psicólogo pode ajudar a alcançar o equilíbrio entre positivo e negativo, entre críticas e elogios.

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Pessoas que fazem mais críticas

Você deve conhecer e, provavelmente, conviver, com alguém que faz muitas críticas. As pessoas em cargos mais altos de poder costumam ser assim, como os pais e chefes de empresa. Criticar, quando feito do modo certo (a chamada “crítica construtiva”), ajuda em muitos aspectos: servem como estímulo, aguçam os brios, contribuem como maneira de mudar e crescer. Quando você critica alguma coisa, mostra que se importa o suficiente para querer que algo mude.

Porém, esse comportamento traz algumas desvantagens: pessoas que se acostumam demais a criticar começam a procurar defeitos para apontar. Depois de algum tempo, não são mais capazes de ver o lado bom das coisas. E as outras pessoas começam a se afastar, porque ninguém quer ter que conviver com alguém que só reclama e nunca tem nada de bom para falar, comentar ou dividir.

Criticar demais, e muitas vezes sem motivo, é um problema. Mas o outro lado do espectro também não é perfeito…

Pessoas que fazem mais elogios

Pessoas que só elogiam e entendem todos os acontecimentos da vida como um presente maravilhoso são impressionantes, a primeira vista. Elas sempre encontram algo agradável para falar em qualquer situação, deixam o ambiente mais leve, são fáceis de conviver. Elas não só enxergam o lado bom das coisas, mas, muitas vezes, acham tão bom que nem conseguem ver direito quais são os defeitos. É muito fácil gostar de alguém assim em um primeiro momento.

O problema é que elogiar demais também tem seus defeitos. Por exemplo, não ser capaz de perceber de que forma algo pode ficar ainda melhor é sinal comodismo e de falta de criatividade. Quando não há críticas, não há mudança ou evolução. Além disso, as outras pessoas podem ver quem elogia demais como alguém sem opinião própria, que apenas aceita o que já existe, ou até mesmo como uma pessoa falsa, que vai elogiar qualquer tipo de atitude, de quem quer que seja.

Em alguns casos, pessoas que costumam elogiar sempre se sentem desconfortáveis para criticar e dizer “não” quando precisam, com medo de que sua imagem de “gente boa” seja afetada.

Encontrando o equilíbrio

Ou seja, pender para qualquer um dos extremos pode afetar sua vida. A saída é tentar encontrar um equilíbrio – elogiar e criticar nos momentos certos. Quando alguém faz algo bom, merece elogios. Quando há algo errado, de acordo com o seu ponto de vista, isso deve ser criticado. Quando essas duas ações são feitas do jeito certo, com respeito, todos podem se beneficiar.

Mas nem sempre é possível encontrar o equilíbrio sozinho. Procurar um psicólogo pode ajudá-lo a descobrir o melhor caminho, a ultrapassar suas limitações e entender quando é melhor elogiar e quando se deve criticar. Um comportamento extremo sempre será problemático, mas com a ajuda de um psicólogo você pode encontrar o meio termo.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.