Como identificar um ataque de pânico

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Como identificar um ataque de pânico

O ataque de pânico quando surge quando uma sequência de sinais se concretizam. Veja quais são estes sintomas.

O ataque de pânico, em geral, é caracterizado quando ocorre uma violenta liberação de hormônios, principalmente a adrenalina, causando uma crise com sintomas físicos e emocionais. É mais comum do que se pensa e, segundo os psicólogos, o ataque de pânico pode conduzir, às vezes, a situações de risco.

É muito normal associar o ataque de pânico a algum evento que abalou profundamente o inconsciente da pessoa. Isso a faz paralisar em quaisquer circunstâncias que lembrem o fato.

As causas de um ataque de pânico

Suas causas podem ser múltiplas, como por exemplo, numa posição de altura, escuridão ou animais. Na maior parte das vezes, o ataque de pânico resulta do processo já desenvolvido por alguma fobia ou medo excessivo.

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O problema mais sério para um ataque de pânico é que ele pode gerar uma crise em qualquer lugar. A pessoa não tem a opção de escolher ou dominar a sua ação.

Como identificar um ataque de pânico

Em geral, o sintoma de uma pessoa que passa por um ataque de pânico deve ser observado nos momentos anteriores à sua ação. Há casos em que o grau de ansiedade elevou-se tanto que a pessoa não conseguiu controlar seus impulsos, permanecendo imóvel sob o estado de crise.

O que a pessoa sente no momento de um ataque? Via de regra, o transtorno se caracteriza por:

  • estados de ansiedade elevados com palpitações;
  • tremor;
  • falta de ar;
  • agitação cerebral;
  • sudorese;
  • secura na boca;
  • tontura;
  • desmaio;
  • dores estomacais;
  • zumbido nos ouvidos;
  • formigamento nas extremidades;
  • sensações apavorantes como perda dos sentidos.

Quando os ataques são súbitos podem culminar em até distúrbios cardíacos, se a pessoa tiver problemas. Normalmente, um ataque de pânico pode durar aproximadamente de 5 e 15 minutos.

Como lidar com o ataque de pânico

Conhecer antecipadamente essas causas podem ser de fundamental importância para atenuar os sintomas físicos, psicológicos e emocionais. Logo que é identificado um ataque de pânico é importante deixar a pessoa segura para que possa retornar à normalidade. Isso evitará que outros sintomas se desencadeiem num rápido processo sem controle.

Todo ataque de pânico passa. A pessoa deverá fazer o possível para evitar alimentar a sua imaginação e memória com o ocorrido, a fim de evitar o seu agravamento. O ideal é respirar profundamente por vários minutos até que o ritmo cardíaco se estabilize por completo.

Como pudemos ver, o ataque de pânico pode ser iniciado de forma crescente ou inesperada. O nosso cérebro e o nosso corpo são inteligentes em enviar sinais de alerta que se materializam em sintomas físicos.

Como consequência do ataque de pânico, a pessoa tende a não dar continuidade à ação que antes realizava, gerando um trauma momentâneo. A questão é que este problema, se não tratado, poderá se transformar em um transtorno de pânico.

Tratamento para a síndrome do pânico

Como não há como prever quando uma crise acontece. É importante a pessoa avaliar se há frequência em seus sintomas. Nos primeiros estágios do transtorno, é bem mais fácil tratá-la.

A ajuda da psicoterapia é muito importante neste sentido porque ela atuará especificamente nas causas e origens do ataque, buscando assim, neutralizar completamente a raiz do transtorno. Em si, os ataques de pânico são complexos de serem curados por conta própria. E, se não são devidamente acompanhados por um especialista nesta área, podem suceder com mais frequência.

>>> Para saber mais: Transtorno do Pânico: E agora, o que fazer?

O tratamento para a síndrome do pânico desencadeará um processo terapêutico capaz de extrair as fobias, tensões e ansiedade com um diagnóstico correto. A melhoria do paciente é excelente com as terapias comportamentais e da psicanálise, pois visam gerar o autoconhecimento na pessoa. A compreensão de seus medos impossibilita futuras crises.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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