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Analfabetismo emocional: você sabe o que é?

Analfabetismo emocional: você sabe o que é?

Saiba tudo sobre o analfabetismo emocional e como isso pode atrapalhar a sua vida. Conheça suas emoções e como lidar com cada uma delas

Você já ouviu falar em analfabetismo emocional? Ele é a incapacidade de uma pessoa compreender as emoções em si mesmo e nos outros. No entanto, com o auxílio de um psicólogo, esse quadro pode ser revertido. 

Nesse texto vamos explicar melhor o que é o analfabetismo emocional. Boa leitura.

O analfabetismo emocional nos impede de diferenciar o que estamos sentindo, ao mesmo tempo em que limita nossas ações, transformando-nos em pessoas reativas e impulsivas.

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Dessa forma, se a alfabetização verbal é importante para aprender a ler e escrever, de modo semelhante, a alfabetização emocional é essencial para que possamos perceber e comunicar nossas emoções.  

O conceito de analfabetismo emocional foi criado na década 1970 pelo psicoterapeuta Claude Steiner. Ele foi usado para se referir à incapacidade dos indivíduos em compreender emoções, ouvir os outros e ter empatia com seus estados emocionais.

Entenda como o analfabetismo emocional afeta a sua vida

As emoções são parte integrante da natureza humana. É através delas que respondemos à vida de muitas maneiras diferentes: raiva, felicidade, medo, amor e solidão, por exemplo.   

E é fundamental aprendermos a identificar as emoções. Isso por que são elas que influenciam nossos pensamentos, ações, necessidades e relacionamentos

Pois, apesar de sermos seres racionais, somos motivados pelas nossas emoções. As escolhas que fazemos, as ações que tomamos e as percepções que temos são todas influenciadas pelas emoções que estamos experimentando a qualquer momento. Por isso é tão importante conhecê-las. 

Quais as consequências do analfabetismo emocional? 

Atualmente, muitos dos problemas da sociedade moderna se devem, pelo menos em parte, às pessoas serem incapazes de compreender e expressar adequadamente suas emoções.  

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Dessa forma, o analfabetismo emocional está relacionado a vários males sociais tais como uso da violência, abuso de substâncias e relacionamentos disfuncionais  — só para citar alguns. 

Por outro lado, pessoas que lidam com emoções de uma maneira mais positiva encontram um grande benefício em suas vidas. A alfabetização emocional contribui  positivamente para a saúde, relacionamentos, para o sucesso e para a qualidade de vida.

Quer um exemplo prático? Se você está com raiva porque seu chefe não o valoriza, e sabe as razões pelas quais não o faz, essa emoção compreendida se torna uma ferramenta para pensar em alternativas construtivas, ao invés de simplesmente continuar com os nervos à flor da pele. 

Conheça as suas emoções 

Existem muitos tipos de emoções que influenciam a forma como vivemos e interagimos com os outros. Para a Psicologia, existem quatro emoções básicas que combinadas entre si dão origem a todas as outras. Confira.

Alegria

A alegria tende a ser a emoção com que as pessoas mais se importam. Uma vez que centenas de estudos associam a alegria com uma boa saúde física e mental.

É frequentemente definida como um estado emocional agradável que é caracterizado por sentimentos de contentamento, felicidade, gratificação, satisfação e bem-estar.

Por outro lado, a infelicidade tem sido associada a uma variedade de problemas de saúde. O estresse, a ansiedade, a depressão e a solidão, por exemplo, estão ligados a coisas como baixa imunidade, aumento de inflamações e diminuição da expectativa de vida.

Tristeza

A tristeza é uma emoção caracterizada por sentimentos de desapontamento, pesar, desesperança, desinteresse e humor melancólico.

Como as outras emoções, a tristeza é algo que todas as pessoas experimentam de vez em quando. Em alguns casos, as pessoas podem experimentar períodos prolongados e graves de tristeza que podem se transformar em casos de depressão.

O tipo e a intensidade da tristeza podem variar dependendo da causa, assim como varia também a forma como cada um lida com essa emoção. 

Medo 

Talvez nossa emoção mais primitiva, o medo é uma emoção poderosa que ao longo da evolução humana desempenhou papel fundamental em relação à nossa sobrevivência. 

Quando enfrentamos algum tipo de perigo, o medo surge de modo imediado. Nossos músculos ficam tensos, a frequência cardíaca e respiração aumentam, e mente se torna mais alerta, preparando o corpo para fugir do perigo ou ficar e lutar.

No entanto, o medo também pode surgir como reação às ameaças antecipadas ou até mesmo nossos pensamentos sobre perigos potenciais, gerando o que conhecemos como ansiedade.

>>> Saiba mais sobre o que é ansiedade e suas causas

Raiva 

A raiva é uma emoção caracterizada por sentimentos de hostilidade, agitação, frustração e antagonismo em relação aos outros.

Valor Consulta Psicóloga Karla






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Embora a raiva possa ser positiva enquanto nos motiva a agir e encontrar soluções para as coisas que estão incomodando, essa emoção também  pode se tornar um problema.

Quando é excessiva ou expressa de maneiras que não são saudáveis, perigosas ou prejudiciais para os outros, pode se transformar rapidamente em agressão, abuso ou violência.

Uma vez que a raiva descontrolada pode dificultar a tomada de decisões racionais e até ter impacto em nossa saúde física.

Pessoas consideradas analfabetas emocionais possuem grandes chances de se deixar levar por momentos de raiva descontrolada impactando negativamente vários aspectos de suas vidas.

Finalizando, gostaríamos de dizer que ao entender cada emoção, você se torna capaz de compreender o impacto que causam em seu comportamento. E, a partir disso, traçar estratégias para ser uma pessoa menos impulsiva e mais assertiva. Não parece maravilhoso ser inteligente emocionalmente também? 

Gostou do nosso conteúdo? E aproveite para conhecer nosso artigo sobre Razão x Emoção.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Sobre Psicóloga Thaiana

A psicóloga é CEO do consultório Psicólogos Berrini. Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.

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