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Depressão em crianças

Categoria dos serviços da psicóloga: depressão

Existe depressão infantil?

Lidar com Depressão em Crianças

A depressão é uma palavra muitas vezes banalizada, mas, na verdade, se trata de uma doença grave que pode prejudicar muito a vida da pessoa se não for tratada corretamente.

Valor Consulta Psicóloga Renata






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Mas, existe depressão em crianças? Sim, a doença pode acontecer em qualquer fase da vida, só é mais difícil de identificar essa situação na infância.

Nos adultos, a depressão é muito mais facilmente diagnosticada. Isso porque eles costumam se queixar ou então familiares e amigos percebem algo muito diferente em seu comportamento.

Quando uma pessoa, que sempre gostou de fazer algo, perde subitamente o interesse por aquilo, é um alerta de que algo não vai bem.

Já com as crianças, a situação é diferente. Elas costumam entender a depressão como seu próprio jeito de ser, como se aquela fosse a sua personalidade.

Mesmo sofrendo, a criança não sabe que aquelas sensações negativas são derivadas de uma doença que pode ser tratada.

Assim, costumam calar-se e retrair-se, tornando ainda mais difícil para os pais perceberem a doença e procurarem a ajuda de um psicólogo.

Como identificar a depressão infantil?

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Mesmo sendo mais difícil, é possível identificar alguns sintomas e, por fim, o psicólogo pode diagnosticar a depressão infantil.

É preciso ter em mente que o comportamento mais normal de crianças é de atividade, exploração, entusiasmo por novas descobertas. Quando esse desejo pelo novo desaparece, já é possível perceber isso como um alerta.

Como a criança pode ser pequena e não saber identificar com palavras as suas sensações, é comum que ela somatize o sofrimento em forma de problemas físicos, como dores e doenças.

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Essa é a maneira delas de expressão da tristeza, angústia e ansiedade. Outro ponto a ser percebido é a insônia, frequência de pesadelos e choro para dormir, pois a qualidade de sono fica bem alterado nos quadros de depressão.

Quando já frequenta a escola, a criança com depressão perde o interesse em aprender. Ela costuma apresentar dificuldades de aprendizado e, muitas vezes, há suspeitas de déficit de atenção, hiperatividade ou dislexia. No entanto, na verdade, o problema é a depressão.

Outros sintomas que podem ser percebidos:

  • Medo excessivo;
  • Diminuição da atividade física;
  • Isolamento;
  • Sentimento de desvalorização;
  • Sensação de culpa;
  • Alterações na alimentação;
  • Alteração de hábitos.

Assim como nos adultos, alguns fatores e traumas podem ser como “gatilhos” para o desenvolvimento da depressão. Perdas, separação dos pais, situações novas, mudança de escola e de casa podem desgastar a criança e conduzir a um quadro depressivo.

No entanto, o fator mais comum é um componente hereditário, genético, que desencadeia a depressão infantil.

Como tratar a depressão infantil?

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COMO SELECIONAR O SEU PSICÓLOGO

Nem sempre a depressão infantil precisa ser tratada com medicamento. Quando o diagnóstico é feito cedo e o caso é leve, com tratamento de psicólogo e ajuda dos pais já é possível ter boas mudanças no quadro da depressão.

Mas, como a depressão é uma doença com fator genético, em alguns casos é preciso, sim, entrar com medicamentos, que sempre devem ser prescritos por um médico.

Diferentemente do adulto, a criança costuma responder muito rápido ao tratamento e por isso o seu tempo de medicação é menor.

Geralmente, indica-se um antidepressivo na dosagem mais baixa possível e, aos poucos, vai-se retirando a medicação. Tudo isso precisa ser feito sob a recomendação de um psicólogo e psiquiatra, os profissionais especializados nessa área.

Portanto, o mais importante é, ao perceber alguns dos sintomas acima, procurar a ajuda de um psicólogo. É ele que pode chegar a conclusão se a criança realmente sofre de um quadro depressivo, encaminhá-lo para um psiquiatra – caso seja necessário -, e iniciar a terapia que será fundamental para a melhora do paciente.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.