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5 dicas para acabar com a síndrome do impostor

Categoria dos serviços da psicóloga: serviços variados de psicologia
A Síndrome do Impostor

Em algum momento da sua vida você já chegou a duvidar do seu talento, potencial e capacidade?

Desconfiar das próprias habilidades às vezes é até bom para estimular a evolução, mas, se esse comportamento se tornar rotineiro, é importante ficar em alerta porque pode ser um sinal de que você está sofrendo da chamada síndrome do impostor.

Fique calmo, porque, através da ajuda de um psicólogo isso pode mudar. Existem algumas atitudes que as pessoas mais perfeccionistas também podem tomar para ajudar a acabar com essa sensação de que é uma fraude, incapaz e incompetente.

Aceite elogios

Continue a leitura e confira nossas cinco dicas que vão te auxiliar a eliminar a síndrome do impostor da sua vida.

Pessoas que sofrem da síndrome do impostor na maior parte das vezes não conseguem aceitar elogios de outros. É essencial ressaltar neste caso que elogiar é uma maneira de reconhecer um trabalho bem realizado, um dom, um talento especial.

Portanto, se você está sendo elogiado com frequência, não há motivo para imaginar que todos ao seu redor estão sendo falsos contigo, falando coisas boas só para te agradar.

Comece a aceitar esses elogios de coração aberto e tente se sentir grato e orgulhoso de si mesmo. Essa sua atitude pode mudar muitas coisas na sua vida para melhor.

Admita os seus pontos fortes

Valor Consulta Psicóloga Ingrid






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Você pode ter tido um pouco de sorte para estar onde está hoje, mas não ache que seu sucesso dependeu apenas desta eventualidade.

É muito importante ter a humildade de compreender que você não sabe tudo e nem é bom em todas as coisas que faz, mas há um momento em que é necessário reconhecer que você tem muitos talentos, ou, do contrário, não estaria no posto atual.

Uma boa dica é anotar os seus pontos fortes em um caderno e ler a lista diariamente, principalmente quando se sentir triste. Lembrar-se de suas características marcantes poderá auxiliá-lo a tirar a crença de que não é bom o bastante.

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É muito fácil esquecer o quão longe podemos chegar e tudo que aprendemos no caminho após certo tempo no mercado.

Por este motivo, oferecer aulas, lançar um blog pessoal e ensinar outro profissional poderá ser uma mão na roda para lembrá-lo de todas as suas realizações.

Compartilhar os conhecimentos também é uma ótima dica para fazer com que você se apaixone de novo pelo que faz. Sem contar que esta atividade alivia o estresse.

Tire um tempo para você

Fazer as coisas que ama é uma excelente sugestão para clarear as ideias. Quando realizamos atividades que gostamos, a tendência é que nossa autoestima se eleve e que aumente o nosso bem-estar.

Tirar um tempinho para você mesmo irá te ajudar a descobrir o que te faz feliz e, por consequência, será um estímulo para você olhar para si com mais carinho, sem medo de reconhecer as suas virtudes e conquistas pessoais e profissionais.

Não faça comparações

Um dos sintomas mais comuns de quem sofre com a síndrome do impostor é a de se comparar com outras pessoas. Por isso, a primeira recomendação é esquecer o sucesso dos outros nas redes sociais, por exemplo.

É preciso viver a sua vida, com as competências e fragilidades de qualquer ser humano, respeitar a sua experiência e lembrar que você não é uma fraude e é apenas você, do seu jeito.

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Por isso, a dica mais importante é desligar-se um pouco das redes sociais para não cair na tentação de se comparar com os outros. Muitas vezes o que vemos não corresponde com a realidade.

Se mesmo depois de todos os esforços você continuar se sentindo como um impostor, é importante buscar apoio profissional através de um processo terapêutico.

Um psicólogo poderá ajudá-lo a superar a síndrome, que, se não controlada, pode causar problemas mais graves como depressão e ansiedade.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.