Habilidades Sociais

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Habilidade Sociais

O que são habilidades sociais e por que são importantes?

As chamadas habilidades sociais estão se tornando cada vez mais importantes no dia a dia das pessoas, seja no ambiente de trabalho ou na escola, em casa, no trânsito, enfim em todas as situações em que o relacionamento interpessoal é necessário. Pessoas articuladas, que sabem se comunicar bem e se comportar de forma agregadora, afetuosa e cordial têm mais sucesso na vida, sofrem menos e fazem uma diferença muito positiva nos seus círculos de convivência. Mas como desenvolver estas habilidades? Até que ponto trata-se de um dom? Quando é necessária a ajuda de um psicólogo?

Se relacionar bem com os outros, sem conflitos e criando um ambiente saudável é uma arte, como dizem alguns autores. Mesmo entre crianças, esta habilidade é posta em jogo, sempre que elas disputam um brinquedo ou pedem a atenção dos pais, por exemplo. Quando adultos, a exigência é ainda maior. Quem nunca perdeu uma promoção ou se viu de alguma maneira “passado pra trás” por alguém com maior poder de persuasão? A boa notícia é que parte das habilidades sociais nasce com as pessoas, mas elas podem ser praticadas e treinadas. Isso garante que todos possam tê-las como característica pessoal.

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Hoje, adultos agressivos, tímidos demais, autoritários e rudes não são bem aceitos no ambiente de trabalho. Por outro lado, aqueles que têm dificuldade em dizer não também não são bem vistos nas empresas. Diante disso, os treinamentos com o objetivo de melhorar estes profissionais, aperfeiçoando-os na arte da boa convivência têm ocorrido com certa frequência dentro das companhias.

Veja aqui alguns exemplos de habilidades sociais:

  • Fazer e responder a perguntas;
  • Elogiar;
  • Pedir e dar feedback;
  • Começar e manter conversas;
  • Dizer por favor;
  • Agradecer;
  • Apresentar-se;
  • Cumprimentar;
  • Se despedir;
  • Manifestar opinião;
  • Concordar e discordar;
  • Aceitar e recusar favores;
  • Desculpar-se;
  • Admitir falhas;
  • Estabelecer novos relacionamentos;
  • Solicitar mudanças de comportamento;
  • Interagir bem com autoridades;
  • Lidar com as críticas;
  • Reconhecer sentimentos;
  • Identificar-se com a perspectiva do outro;
  • Manifestar reações;
  • Compreender;
  • Expressar apoio ao outro;
  • Coordenar grupos;
  • Falar em público;
  • Resolver problemas;
  • Tomar decisões;
  • Mediar conflitos;
  • Fazer amizades;
  • Expressar solidariedade;
  • Cultivar o amor.

A prática leva à perfeição, já diziam nossos avós. Isto se aplica no contexto das habilidades sociais. O ser humano está sempre pronto para aprender, mudar seus comportamentos e pensar de forma inovadora. Ou seja, todos podem aprender a se comunicar melhor, lidar com mais facilidade com situações estressantes, administrar a pressão e os próprios erros, trabalhar em time, ser resiliente – capacidade de se adaptar a novos cenários -, ser paciente e se autocontrolar.

A hora de consultar um psicólogo

Quando a pessoa percebe que, apesar das tentativas, não está conseguindo se comportar de maneira adequada e aceitável no ambiente em que vive ou começa a notar que seus filhos estão com dificuldades para conviver bem na escola ou com os amigos do prédio, por exemplo, é chegada a hora de pedir ajuda profissional.

A área de psicoterapia comportamental vem realizando pesquisas para o desenvolvimento de práticas direcionadas ao aperfeiçoamento das habilidades sociais em todas as etapas da vida: infância, adolescência, juventude, fase adulta e idosa. Nas terapias em consultórios de psicologia, muitas vezes, conclui-se que o grande problema é um problema de comunicação e aí as habilidades socais passam a ser trabalhadas de forma individual.

O psicólogo ajuda o paciente a vivenciar situações de sua rotina em casa, no trabalho, na escola, entre familiares e amigos. A grande meta é contribuir para que as relações deste paciente com as várias pessoas com que convive sejam saudáveis, independentemente do ambiente. Isso pode diminuir os conflitos, as preocupações, o mal-estar, a angústia e os episódios de ansiedade.

Os retornos individuais serão grandes para a vida das pessoas. Afinal, quem não quer ser feliz?

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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