Ansiedade

  • Como Controlar a Ansiedade

Entenda o que é e como controlar a ansiedade. Tudo o que você precisa saber.

A ansiedade se tornou um dos problemas psicológicos que mais afetam os adultos e jovens de hoje em dia. Ela pode ser causada e agravada pelos fatores cotidianos que todos enfrentamos. Confira o guia completo sobre Ansiedade logo abaixo.

Índice

  1. Introdução sobre Ansiedade
  2. Definindo a ansiedade
  3. Identificando uma pessoa ansiosa
  4. Ansiedade Comum e Ansiedade Patológica
  5. Sintomas físicos e emocionais causados pela ansiedade
  6. Em que momento a ansiedade se torna um incômodo?
  7. 5 tipos mais comuns de ansiedade
  8. Como controlar a ansiedade?
  9. O trabalho do psicólogo quando um paciente sofre de ansiedade
  10. Psicólogas que atendem casos de Ansiedade

1. Introdução sobre Ansiedade

Assim como o estresse, a ansiedade é, de certa forma, uma reação do corpo ao perigo.

5 sinais de ansiedade

Todos nós somos ansiosos, em uma escala menor ou maior. Diferente da ansiedade normal, que sentimos na véspera de uma prova ou de uma reunião importante, também existe a ansiedade patológica – esta, por sua vez, é um transtorno mental sério que, se não tratado, pode desencadear graves crises de pânico. Por outro lado, é necessário pontuar que a ansiedade não é apenas um fenômeno patológico, pois ela também está presente no ciclo de vida do ser humano e contempla algumas fases do desenvolvimento.

Em alguns momentos da vida todo mundo se sente um pouco nervoso e ansioso. Porém, para algumas pessoas, a ansiedade é algo mais frequente, que atrapalha o andamento normal da vida. Nesses casos, esses indivíduos podem sofrer do Transtorno de Ansiedade, uma doença séria que se manifesta de diversas maneiras e precisa ser tratada.

Um número muito grande de pessoas procuram os consultórios de psicologia trazendo como queixa principal os sintomas de ansiedade para justificar todo o sofrimento psíquico que enfrentam.

2. Definindo a Ansiedade

Valor Consulta Psicóloga Ana Lessa






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A ansiedade é um estado psíquico natural que é muito útil para nos alertar de um perigo e fazer com que nos preparemos para enfrentá-lo. No entanto, ela tem sido definida, de maneira geral, como um estado emocional desagradável acompanhado de desconforto físico e que, geralmente, possui relação com o medo.

O conflito se instala quando o medo transita de real para imaginário e, ao ser investigado com mais critério, chega-se à conclusão que ele é fruto da imaginação do indivíduo. Entenda que as consequências do transtorno de ansiedade vão muito além de apenas ter frio na barriga com mais frequência.

Elas afetam profundamente a vida de quem possui esse transtorno, prejudicando a vida social, profissional e até mesmo pode desenvolver doenças físicas.

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Sentir-se ansioso (a) é, sim, algo bastante natural. Mesmo crianças bem pequenas ficam ansiosas – se comportam de maneira agitada antes de sua festa de aniversário, se arrumam bem rápido para ir para a escola no primeiro dia de aula, etc. A ansiedade tem a ver com a nossa percepção do futuro e o quanto queremos (ou não) que ele chegue.

Ela acontece como uma resposta fisiológica a algo que ainda vai acontecer. É uma reação de muita adrenalina que precede um momento de estresse – pode até ser benéfica, conduzindo nossa atenção para o evento que teremos. Só que, em alguns casos, a ansiedade pode levar o indivíduo a um ataque de pânico, em que ele pode, simplesmente, não conseguir mais realizar suas tarefas normalmente.

É importante ter em mente que a ansiedade é um sentimento normal e necessário. Antecipar o futuro e criar planos é algo natural, saudável e inerente ao ser humano. No entanto, o que acontece é que muitas pessoas acabam sentindo-a o tempo todo e ela passa, então, a ser uma rotina. E, quando isso acontece, ela deixa de ser uma sensação normal e passa a ser um transtorno – é o que chamamos de ansiedade patológica.

3. Identificando uma pessoa ansiosa

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A ansiedade, como dissemos anteriormente, é importante para o ser humano, já que faz parte de sua reação natural frente a situações de perigo, como algo instintivo. As sensações emocionais e físicas engatilhadas pela ansiedade distribuem doses hormonais que o corpo mesmo fabrica. Porém, o desequilíbrio dessas sensações ocasiona vários tipos de ansiedade e transtornos, impedindo as pessoas de serem assertivas.

Alguns pacientes chegam em consultório dizendo que estão com muita ansiedade e que não sabem o que fazer com isso. Outras, simplesmente, chegam dizendo que não sabem o que têm – e, no fim, descobrem que é a tal da ansiedade.

Estar ansioso (a) ou ser ansioso (a) é algo muito sugestivo. Existem inúmeras razões para que uma pessoa possa se enquadrar na ansiedade. E este pode tanto ser um momento vivido pelo paciente quanto uma característica de sua personalidade. Em qualquer um dos casos é possível trabalhar em terapia.

4. Ansiedade Comum e Ansiedade Patológica

Para evitar que um estado de ansiedade se desenvolva para quadros mais graves, é de extrema importância identificá-lo precocemente para saber quais são os melhores tratamentos para cada caso.

A ansiedade comum faz as pessoas agirem rápido, porque ficam eufóricas. A ansiedade patológica tem o efeito contrário: pessoas com esse tipo de ansiedade acabam não conseguindo executar tarefas simples do dia a dia, como ir ao trabalho ou fazer uma pesquisa para a faculdade, porque se sentem ansiosas demais e acabam “travando” na hora de desenvolvê-las.

Confira: >>> 20 técnicas que te ajudam a controlar a ansiedade no trabalho

A ansiedade comum a que me refiro, muito conhecida pelas pessoas como “friozinho na barriga” é inerente à condição humana e elemento importante porque promove mudanças ao permitir que as pessoas entrem em contato com um universo novo e desconhecido.

É um pouco difícil diagnosticar o que é uma ansiedade normal do dia a dia com uma ansiedade patológica, e o psicólogo é o profissional capacitado para fazer esse diagnóstico de maneira precisa. No entanto, alguns sintomas e situações são um alerta de que a ansiedade está passando do limite aceitável: sensação de aperto no peito, tremores, hábito de roer unhas, enjoos, vômitos, náuseas, falta de ar e tensões musculares são alguns deles.

Quem sofre de Transtorno de Ansiedade tem ataques de adrenalina com muito mais facilidade e pode sentir constantemente que algo sério está prestes a acontecer, mesmo sem ter nenhum motivo para isso. Com isso, se torna uma pessoa preocupada, tensa, sem foco e com baixo rendimento nos estudos e atividades profissionais. Conheça as Principais diferenças entre preocupação e ansiedade

A ansiedade patológica, diferentemente da comum, deve ser tratada rapidamente. Uma pessoa com transtorno de ansiedade passa por muitos desconfortos, a ponto de prejudicar a sua vida cotidiana. A ansiedade também pode ser um sintoma de outros transtornos, como o Transtorno de Pânico, Estresse Pós-Traumático e TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Esse tipo de ansiedade precisa, sim, ser tratada por um especialista. Ainda que você sinta que pode controlá-la por um tempo, um psicólogo irá ajudar a compreendê-la, o que é um ótimo primeiro passo para controlá-la. Ele auxilia a encontrar o que, na sua vida, pode estar causando essas reações e quais consequências práticas a ansiedade está trazendo para você.

5. Sintomas físicos e emocionais causados pela ansiedade

É muito importante ressaltar que os sintomas são diversos e variam de pessoa para pessoa. Mas, mesmo no caso de uma ansiedade comum, já é possível perceber sintomas como o coração bater mais rápido e as palmas das mãos ficarem suadas, por exemplo. Quando a ansiedade é um problema patológico, é normal que a pessoa sinta insônia, dor no peito, arritmia cardíaca e falta de ar. Algumas pessoas também relatam formigamentos na pele e visão escurecida quando estão em uma crise.

Listamos abaixo quatro dos principais sintomas que, quando desencadeados, trazem problemas não só fisicamente, mas em muitas áreas da vida do indivíduo, como na vida social e na vida profissional.

5.1 Crises de pânico

Quem sofre de ansiedade crônica costuma ter crises de pânico. Esses episódios são caracterizados por sensações físicas bem intensas, como taquicardia, sudorese, dor no peito e formigamento nas mãos. Além disso, o indivíduo sente-se extremamente angustiado e desesperado. Em algumas situações, ele pode achar que vai morrer naquele mesmo instante.

5.2 Problemas de sono

Dificuldade em começar a dormir ou de se manter dormindo por toda a noite é sinal de ansiedade crônica. Quem sofre desse problema costuma deitar e se manter acordado, pensando em problemas específicos, programando detalhadamente o dia seguinte ou não consegue se desligar, sentindo-se muito agitado.

5.3 Problemas de digestão

Nosso sistema digestivo é muito sensível às emoções. Por isso, é comum que pacientes que sofram com a ansiedade tenham também problemas digestivos, como a Síndrome do Intestino Irritável. E o pior é que esse problema acontece de maneira cíclica: o paciente tem a síndrome por sofrer de ansiedade, mas, por causa das complicações dela, torna-se ainda mais ansioso.

5.4 Perfeccionismo

O perfeccionismo é bem constante no Transtorno Obsessivo Compulsivo, que também faz parte do quadro de Ansiedade. Pessoas que estão o tempo todo se julgando, se avaliando e têm muito medo de errar podem estar sofrendo com esse problema. Por isso, elas se sentem muito incomodadas e angustiadas até terem tudo da maneira exata que planejaram, e, ao terminar, podem não estar satisfeitas e começam a busca pela perfeição novamente.

6. Em que momento a ansiedade se torna um incômodo?

A ansiedade passa a ser um incômodo quando o indivíduo percebe que não está mais conseguindo se concentrar em suas tarefas rotineiras, ou que passou a ter comportamentos totalmente prejudiciais, tais como insônia ou roer unhas, por exemplo. Alguns optam por calmantes e medicamentos naturais. Em alguns casos estes procedimentos podem, sim, ajudar, mas, talvez (ou possivelmente), não corrijam a raiz do problema.

Ansiedade pode estar diretamente ligada a coisas que virão, ou seja, você sabe que na semana que vem fará a viagem dos seus sonhos, ou que terá uma apresentação no trabalho para mais de vinte pessoas e fica imaginando como será ou como você deve se comportar, etc. Tudo isso, inevitavelmente, gera ansiedade. Mas é importante descobrir a forma de lidar com ela, pois, como sugerido no exemplo acima, ela pode nos causar insônia, entre outras situações que podem nos prejudicar no ato de nossas funções e daquilo que tanto esperávamos que fosse acontecer.

7. Os 5 tipos mais comuns de ansiedade

7.1. ANSIEDADE GENERALIZADA

Estado de ansiedade excessiva onde são afetadas as principais áreas de ação, como o trabalho e a família. Esta ansiedade ocasiona sintomas físicos como dores, enxaquecas, disfunções de órgãos etc. Confira todos dos detalhes sobre TAG – Transtorno de Ansiedade Generalizada

7.2. FOBIAS

As fobias são um dos tipos de ansiedade mais comuns. Podem iniciar repentinamente com sentimentos incontroláveis de terror e extrema ansiedade. Existem muitos tipos de fobias, dentre os quais destacamos:

  • A fobia social, que está na exposição direta com outras pessoas;
  • A fobia específica que pode ser mediante exposição a animais, estados climáticos, ambientes fechados, procedimentos médicos como cirurgias e dentistas, altura, falta de luz etc.

7.3. ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO

O estresse pós-traumático costuma ser desenvolvido após a pessoa vivenciar uma experiência traumática. Quem possui esse tipo de ansiedade tem muita dificuldade para dormir, sente-se inseguro e inquieto. Também passa a sempre relembrar o fato ocorrido em imagens mentais (flashbacks). Essa pessoa permanece em estado contínuo de alerta.

7.4. TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO (TOC)

A pessoa passa a agir com ações repetidas, chamadas compulsivas. O TOC é um transtorno comum, e se caracteriza pela presença de pensamentos e impulsos indesejados. Essas atitudes mentais geram desconforto, depressão e medo.

7.5. CRISES DE PÂNICO

Muitas vezes sem razão ou motivo real, a pessoa sente falta de ar, pressão alta, calor, tonturas e vômito. Em alguns casos, é conhecida como agorafobia, relacionada ao medo instantâneo de certas situações, como sair de casa, falar em público ou desempenhar uma função.

8. Como controlar a ansiedade?

Uma das principais formas de controlar o problema de ansiedade está em compreender as suas causas. Saber a origem e os tipos de ansiedade ajudarão muito na hora de escolher o tratamento adequado.

Para isso, pode-se perceber que, dependendo dos tipos de ansiedade, determinadas conexões ligadas a emoções de felicidade ou medo, angústia e estresse, serão importantes para diagnosticar o problema.

É importante ter em mente que a ansiedade, independentemente do tipo, precisa ser tratada. Quanto mais o quadro se agrava, mais difícil será revertê-lo. E a psicoterapia está entre os melhores caminhos para encontrar o tratamento adequado a todos os tipos de ansiedade.

A ansiedade também pode ser controlada com algumas ações que causam alívio e retomada de controle dos pensamentos. Vamos a algumas formas de controlar a ansiedade:

  1. A primeira delas é a tentativa de controlar os pensamentos negativos que inundam nossas mentes e que nos fazem ter sensações desagradáveis.
  2. A yoga e a meditação, por exemplo, são excelentes formas de aprender a controlar nosso fluxo de pensamento. Praticar exercícios físicos e atividades de lazer, principalmente ao ar livre, também são ótimos métodos para reequilibrar a mente, além de nos ajudar a dormir melhor.
  3. Pequenas mudanças nos hábitos diários, como diminuir a carga de trabalho ou trocar de emprego, se alimentar melhor e passar mais tempo com a família e os amigos, também geram excelentes resultados.
  4. No entanto, muitas pessoas que sofrem desse estado não conseguem colocar essas mudanças em prática por causa do efeito paralisante que a ansiedade causa. Se esse for o seu caso, procurar o suporte de um psicólogo é o primeiro passo. O profissional vai ajudá-lo a descobrir quais são as origens do seu quadro e a colocar em ação um plano de tratamento para atenuá-lo.

Quando não tratada, a ansiedade traz danos imensuráveis. Ela afeta a vida pessoal e profissional do indivíduo, incapacitando-o em momentos cruciais e em ocasiões inesperadas. Por isso, procurar um psicólogo é a melhor solução.

Precisamos entender que a ansiedade é um dos nossos males modernos. Como o estresse, ela nos envolve no dia a dia e, se não agirmos com cuidado e buscarmos ajuda, pode tomar conta de toda a nossa vida.

Se você se reconhece com alguns dos sintomas que citamos aqui, não tenha medo ou vergonha de pedir ajuda. Passar por um tratamento é melhor do que continuar se sentindo impedido de fazer suas tarefas e buscar seus objetivos por causa de um inimigo invisível.

9. O trabalho do psicólogo quando um paciente sofre de ansiedade

É sempre importante ressaltar que o trabalho na psicoterapia depende dos dois: psicólogo e paciente. Antes de qualquer coisa, é importante que o paciente esteja aberto a compreender novas questões que possam surgir, e ajudar o psicólogo a interpretar as diferentes formas que o paciente possa ter de comportar-se diante de situações de ansiedade.

Assim, o psicólogo terá o objetivo de entender o que ocasiona os episódios de ansiedade do paciente, principalmente quando isto passa a ser algo corriqueiro. Sentir ansiedade vez ou outra é normal e todos nós sentimos. O problema está quando isso se torna parte do dia-a-dia e o paciente percebe que se sente o tempo todo ansioso, que está o tempo todo esperando por algo, sendo que sequer existe algo previsto para acontecer.

Na psicoterapia são trabalhados os pontos que podem causar mais tensão na vida do paciente, e o porquê de ele sentir-se assim frequentemente. O objetivo é mostrar ao paciente quais as formas de lidar com isso, como proceder quando sentir que a ansiedade está incomodando, ou mesmo prever quais situações poderão deixá-lo ansioso, onde ele já poderá ter ferramentas para enfrentar isso.

Como disse anteriormente, estar ou ser ansioso não é predominantemente um problema, desde que isso não atrapalhe a rotina ou mesmo as demais pessoas ao redor. E, lembre-se: a ansiedade pode, sim, ser tratada e o tratamento adequado pode diminuir e até eliminar as crises de ansiedade, proporcionando maior conforto e qualidade de vida ao paciente.

10. Psicólogas que atendem casos de Ansiedade

Ana Lessa

CRP 136271/06

Psicóloga Ana Lessa

Formação em Terapia Cognitivo Comportamental pelo CETCC, Especialista em Terapia Familiar e de Casal, Analista de Mapeamento de Perfil Comportamental Profiler pela Sociedade Latino Americana de Desenvolvimento Humano…

Renata Gimenes

CRP 36105/06

Psicóloga Renata Gimenes

É especialista em teoria, técnica e ferramentas dentro da abordagem Cognitiva Comportamental e tem especialização em Saúde Mental e Psicopatologia. Também possui experiência na área organizacional em treinamento e desenvolvimento de grandes equipes…

Ingrid Machado

CRP 98165/06

Psicóloga Ingrid Machado

Formação em Terapia Cognitivo-comportamental – TCC e é pós graduanda em Terapia Comportamental …

Carolina Carmignani

CRP 36041/06

Psicóloga Carolina Carmignani

Possui mestrado na área de Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Também é especialista em teoria, técnica e estratégias especiais dentro da psicanálise, além de formada em Neurolinguística …

Leticia Marques

CRP 114273/06

Psicóloga Leticia Marques Merschmann

Atua com Terapia Cognitivo-comportamental e é pós graduanda em Neuropsicologia e Psicanálise. Realiza atendimento a Adultos e Terapia de Casal …

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Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.