A importância do casal ter planos em comum

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A importância do casal ter planos em comum

Casal unido jamais será vencido. E quanto mais duas pessoas que se amam têm planos para o futuro em comum, mais fortalecida fica a relação. E quando um quer viajar e o outro quer economizar? Ou um quer ter filhos e o outro não tolera a ideia de ter crianças em casa? A solução é uma só: alguém vai ter que ceder. Na vida a dois, temos que abrir mão de algumas coisas e chegar a acordos, o tempo todo. O diálogo é a terceira parte de uma relação, porque só uma boa conversa pode levar o casal a sair dos impasses comuns na convivência a dois.

Planos comuns são apenas alguns dos ingredientes

Na tentativa de evitar conflitos mais sérios, o casal pode aproveitar a liberdade de escolha e transformá-la em um ganho ao fazer planos juntos. Claro que não é somente isso que vai garantir a união e a felicidade. Para alcançar este resultado, é preciso muito mais ingredientes, tais como, gratidão, cumplicidade, companheirismo, generosidade, carinho, admiração, paciência, respeito e tolerância.

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Afinal, planos podem mudar, não dar certo e também frustrar, mesmo quando realizados. Mesmo assim, ter objetivos comuns respaldados por nobres sentimentos pode, sim, ajudar a construir parcerias duradouras e que tragam mais satisfação para ambas as partes.

Se planos compartilhados e sonhos em comum fortalecem a união e os laços entre duas pessoas, é imprescindível que o casal, já na época do namoro, avalie junto se os desejos dos dois são compatíveis e se ambos têm as mesmas expectativas, principalmente as mais sérias, como ter filhos ou não. Porque há certas diferenças que até sobrevivem a um namoro, já o casamento demanda um compromisso muito mais forte e consistente entre duas pessoas.

Projetos e metas comuns

Daí a necessidade de firmar um projeto da vida em comum, que envolva promessas de fidelidade – se esta for a vontade dos dois – e de união para enfrentar as dificuldades. A relação a dois depende muito do prazer, da satisfação e da serenidade alcançados depois da troca de alianças. Quando o casal constrói seu patrimônio, se dedica a uma causa social, por exemplo, ou simplesmente resolve de comum acordo emagrecer, a confiança e a cumplicidade que se estabelecem o credencia para a felicidade.

Os projetos comuns dão às pessoas um ideal a ser seguido, um propósito de vida, por mais simples que sejam. Basta ver a alegria de um casal ao conseguir comprar uma casa, fazer a viagem dos sonhos ou morar num barco ou na praia. Quando conquistam algo juntos, perseguem metas comuns e chegam a soluções para os seus problemas. Fica bem mais fácil lidar com os aspectos negativos, como doenças na família, desemprego, filhos problemáticos, falta de dinheiro e frustrações momentâneas. Porque disso ninguém está livre.

Pausa para reflexão

Quando aparecem os projetos incompatíveis, o casal não pode ver isso como um ponto final na relação. É preciso saber administrar, porque há grandes chances de eles se repetirem. Por mais descontentamento que eles possam trazer, há uma luz no final do túnel. Um pode acabar entendendo os argumentos do outro e mudar de opinião. Ou então, nem concorda, mas abre mão de sua opinião e dá uma força para o projeto do outro.

É assim que funcionam as negociações. O que não pode é engolir sapos. Porque depois vem o ressentimento que, quando jogado na cara do outro, pode ser o começo do fim. Entram em cena as ofensas, a mágoa, as brigas e a troca de acusações, deixando a convivência insustentável. Neste caso, a terapia de casal entra como um divisor de águas. Na presença de um psicólogo, ambos são motivados a expressarem as marcas que o passado deixou e o quanto estão dispostos a perdoar para continuar na relação.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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