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A adolescência é uma fase delicada, de transição e novas descobertas. Uma dessas descobertas é a descoberta da responsabilidade.
É o momento em que o (a) adolescente passa a pensar mais em entrar no mercado de trabalho, começa a fazer seus próprios planos, e começa a querer suas próprias coisas, inclusive, a tal da independência.
Mas, poucos pensam que, junto com a independência, uma série de responsabilidades está também na bagagem.
O sonho de ter o nome liberado para ter o primeiro cartão de crédito é, simplesmente, magnífico.
Quem não quer ter um cartão de crédito com seu nome, e sair às compras?
É realmente uma sensação prazerosa e de muito orgulho para si mesmo, pois é o início de um caminho de conquistas.
Contudo, estar ciente do que vem junto com isso é – de verdade – ainda mais importante do que ter um cartão de crédito com o próprio nome anexado!
Ser realista
Confira no nosso guia completo sobre psicólogo e terapia. Nele você encontrará dicas de como selecionar o psicólogo certo para você.
É fato que nos deslumbramos com a possibilidade de comprar nossas próprias coisas, sem ter que pedir dinheiro para o pai ou para a mãe.
Mas, assim como foi utilizado aquele cartão para comprar aquele sapato ou aquela roupa dos sonhos, a fatura dele chegará ao final do mês e aí entra a responsabilidade de ter que pagá-la.
Quando um indivíduo entra no mercado de trabalho, infelizmente, não recebe um manual de instruções sobre como lidar com o próprio dinheiro – o que, em partes, é uma pena.
Portanto, ter cautela com os gastos é muito importante e não custa pedir o auxílio dos pais para conseguir controlar isso.
Encarando as responsabilidades
Não apenas pela questão financeira, mas as responsabilidades tendem sempre a aumentar. Com os estudos: que precisa ser sempre prioridade; quando se inicia no mercado de trabalho: a importância de levar isso a sério.
Por mais que não seja o emprego dos sonhos, dar o melhor de si em tudo que for demandado, encarar com seriedade e… Responsabilidade.
“Nossa, mas que chatice”: não, não é chato.
Ler um texto como esse até pode parecer que, a partir da adolescência, as coisas tendem a ficar chatas. Mas não é assim.
Embora as coisas passem a ter muito mais significado e exigirem, em muitos momentos, uma postura séria, tudo isso vem acompanhado de um retorno muito bom.
Esse retorno está em conquistar as próprias coisas, e ver a importância de aprender àquilo que as pessoas mais experientes têm a ensinar.
Além do mais, chega um momento em que é possível olhar para trás e ver o quanto foi importante ouvir alguns ‘nãos’, para ser, cada vez mais, uma pessoa melhor. E um adulto incrivelmente satisfeito com a própria vida e com autoestima.
Também é valido buscar a ajuda de um psicólogo para dar início a um processo terapêutico. O autoconhecimento é muito importante para o nosso desenvolvimento.
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Autor: psicologa Letícia Batista Lopes - CRP 06/168484Formação: A psicóloga Letícia Lopes é graduada pela Universidade Paulista, pós-graduada em Saúde Mental pelo CEPPS e possui formação em TCC Terapia Cognitivo Comportamental pelo CETCC. Atua em seus atendimentos utilizando predominantemente a abordagem Humanista.