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A descoberta de uma doença grave ou crônica

Categoria dos serviços da psicóloga: serviços variados de psicologia
A descoberta de uma doença grave ou crônica

Saber lidar com descoberta de doença grave é um passo importante a ser feito

Lidar com a descoberta de doença grave ou crônica não é nada fácil. Muitas vezes demanda o acompanhamento psicológico profissional. Tanto para quem recebe a notícia quanto para os familiares e amigos do paciente, o fato de lidar com descoberta de doença grave pode gerar trauma.

Como lidar com descoberta de doença grave?

Valor Consulta Psicóloga Vânia






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Quando o diagnóstico é revelado, imediatamente o controle emocional e mental do paciente e família são abalados. As primeiras perguntas e questionamentos que se fazem, normalmente, são: “Mas, por quê logo comigo?”, “Chegou a minha hora?”, “Há meios de sair dessa?.

Por estarem com extrema angústia, dificilmente a pessoa encontra respostas positivas. Quando se trata de doenças graves e de fase terminal, tudo pode ser uma questão de tempo.

A fim de trabalhar com a ideia de tempo, é que neste momento, a ajuda da psicologia, junto às pessoas envolvidas, pode ajudar a amenizar o impacto e saber lidar com descoberta de doença grave.

Como agimos diante da descoberta da doença?

Os primeiros pensamentos e sentimentos em relação ao grande medo da morte passam a se tornar cada vez mais presentes, aumentando o sentimento de vulnerabilidade. As primeiras emoções trazem dor, tristeza, muita preocupação e principalmente a sensação de impotência frente à doença.

O segundo sintoma é o mais delicado porque, com o diagnóstico dado de uma doença grave ou em estado terminal pode iniciar um movimento de desestruturação da vida. E é neste momento em que outros problemas podem surgir, como depressão, fobia, transtornos, compulsões, entre outros mais sérios.

Ocorre um choque emocional, que pode ir da negação do problema até o trauma psicológico. Mas tudo irá depender da personalidade e comportamento de cada pessoa.

Em fases avançadas e sem o apoio e ajuda externa, pode ocorrer desespero e depressão crônica. Existe ainda uma grande probabilidade de entrar em fases de negação, fatalismo, excesso de preocupação e sensação de impotência.

O que fazer diante de tal situação?

Muitas vezes, as pessoas que estão, direta ou indiretamente, envolvidas têm o desejo de cooperar. Mas, na maioria dos casos, elas simplesmente não sabem como ajudar porque estão emocionalmente implicadas no problema.

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O que acontece quando sai um diagnóstico de uma doença grave? Como lidar com descoberta de doença grave na família? Estas respostas vão depender da percepção da doença, dos sintomas, os efeitos dos tratamentos e de diversos fatores psicossociais da pessoa envolvida.

O apoio psicológico fornece as condições para trabalhar com os recursos emocionais do paciente de modo a contribuir de forma ativa e responsável neste processo de lidar com descoberta de doença grave. Ele também vai impactar tanto na qualidade de vida e ajudar a pessoa a enfrentar o próprio processo de morte.

O papel do psicólogo é de fornecer ao paciente, através da psicoterapia, recursos para lidar com as emoções e os sentimentos que surgem diante do diagnóstico de doença grave. Assim, ele poderá conhecer esses processos de adaptação às mudanças da vida, para poder antecipar e trabalhar com os prováveis problemas que podem ocorrer.

Com tudo isto, a ajuda psicológica é capaz de proporcionar um grande suporte e acompanhamento nesta nova etapa de vida da pessoa.

Como dito antes, neste processo, é de suma importância levar em consideração as emoções e o seu ajuste, o seu controle e conhecimento, para que possa compreender o impacto da doença.

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Se você tem alguém conhecido ou familiar que passa por este processo é muito importante que direcione estes conhecimentos para ela.

O medo da morte é algo comum, assim como a negação das mudanças na aparência pessoal, a incapacidade no fazer das tarefas cotidianas, a interrupção brusca de relações, o mal estar, dor etc.

Dar apoio necessário e saber lidar com descoberta de doença grave é dirigir a fase mais importante da sua vida. Também é importante ter em mente que a culpa não melhora em nada o processo da doença.

Se você deseja realmente ajudar, é importante ser acolhedor e fornecer o espaço confortável para que ela possa falar abertamente de seus sentimentos, reconhecer a sua raiva e impotência, e estimular a tolerância consigo mesma.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.