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Casar é um exercício de paciência

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio
Casar é um exercício de paciência

A visão romântica do casamento pressupunha relacionamentos perfeitos, onde marido e mulher compartilhavam de um companheirismo sem limites e um amor tão intenso que nada seria capaz de abalar.

A realidade, no entanto, já há bastante tempo derrubou mitos e mostrou que ninguém deixa de ser humano porque está amando, que erros são cometidos ainda que sem a intenção, e que mesmo o mais forte sentimento sofre influência das pressões do dia a dia.

De acordo com psicólogos, a paciência, na realidade, acaba sendo um bem muitas vezes mais valioso do que o próprio amor na rotina conjugal. Uma verdadeira terapia de casal, um exercício de crescimento.

Valor Consulta Psicóloga Vânia






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Viver com alguém debaixo do mesmo teto, dormir e acordar todo dia junto, é bonito, mas também muito complicado.

Filhos, contas, parentes de um e de outro, casa, trabalho, empregados, animais, são tantos os itens que compõem uma vida a dois que muitos casais quase “esquecem” como é namorar depois que a lua-de-mel começa a se distanciar no tempo.

Muitas vezes não tem nada a ver com falta de amor, de vontade sexual ou de atração física, mas é difícil manter o romantismo quando há mais contas a pagar do que dinheiro no banco ou quando as noites são mal dormidas por causa de preocupações, por exemplo.

Entender o momento pelo o qual o outro está passando é tão importante quanto ter o seu próprio momento compreendido.

Afinal, é difícil aceitar opiniões completamente divergentes quando se espera apoio total e irrestrito. Mas será que você também está pronto para ser flexível?

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COMO SELECIONAR O SEU PSICÓLOGO

É comum o casal se perguntar porque, no final das contas, passaram a haver discordâncias de opinião quando antes elas não existiam.

Espera-se que o bom senso impere, mas, na maioria das vezes, acaba-se esperando isso do outro. É preciso uma análise crítica e realista de si mesmo, antes de analisar o outro.

Você realmente discorda ou apenas espera uma oportunidade para divergir e criar um clima? Há realmente necessidade de toda essa polêmica ou na verdade o assunto não merece mais do que 30 segundos de atenção?

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Você está aberto a negociações ou simplesmente usa a sua discordância como válvula de escape para uma situação mais complicada?

O que se espera de duas pessoas que se amam é aquela famosa contagem até 10 antes de emitir a sua opinião – sim, porque negociações são feitas todos os dias, em todos os lugares.

Você negocia o preço de algum produto, o filme que vai ver, o almoço com as crianças, o seu ponto de vista com seu chefe.

Apesar disso, muitas pessoas simplesmente são mais intransigentes justamente com quem se ama, com níveis de cobrança elevadíssimos.

Claro que não há uma única fórmula para a felicidade, mas cada casal pode encontrar a sua.

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Procurar manter o namoro apesar da rotina, dar atenção a pequenos gestos, como mandar e-mails no meio da tarde dizendo que ama o parceiro, surpreender com um sexo fora de hora, ser independente sem ser excludente, manter o diálogo aberto sem esperar concordância o tempo inteiro, entender que brigar também faz parte do casamento e exercitar sua paciência diariamente podem fazer a diferença entre um casamento feliz e uma relação agonizante.

Lembre-se que o casamento é uma relação a dois e cada um deve fazer a sua parte, claro – mas você não precisa esperar que seja o outro a começar.

Quando o casal notar que as coisas estão saindo um pouco do controle, o indicado é buscar a ajuda de um psicólogo para dar início a um processo terapêutico. Seja o processo individual ou de casal. Fortalecer a autoestima e o bem-estar é fundamental para uma relação saudável.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.