Relacionamento Conjugal, um exercício de paciência

Categoria dos serviços da psicóloga: terapia de casal, relacionamento conjugal, relacionamentos, casamento, divórcio
Relacionamento Conjugal

Dizem que a esperança é a última que morre, mas em compensação a paciência é a primeira. Quando se trata de um relacionamento conjugal, então, ela deve ser um exercício diário, afinal viver com outra pessoa, por mais que se ame, não é uma coisa fácil. A convivência acaba fazendo com que pequenas diferenças se tornem imensas e muitas vezes justamente aquilo que um achava tão atraente no outro pode acabar se tornando motivo de irritação. É a paciência, no entanto, a chave para um relacionamento duradouro, em que ambos sintam-se valorizados mesmo nas diferenças. Quando tudo parece ir por água abaixo, uma boa dose de paciência pode operar milagres.

Claro que falar parece mais fácil do que colocar em prática. São tantos os elementos que podem influenciar na rotina de um casal, como emprego, dinheiro, filhos, sogros, vizinhos, que normalmente é complicado não se deixar levar pelo estresse. Problemas anteriores também não se resolvem com o casamento, muito pelo contrário, ele funciona mais como uma lente de aumento.

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É preciso lembrar, no entanto, que não são apenas os problemas que acabam sendo potencializados, a intimidade, o companheirismo e a cumplicidade também. Respirar fundo e contar até 10 pode evitar ofensas e brigas desnecessárias que apenas desgastam um relacionamento que deve ser baseado no amor. Talvez seja necessário contar até 20 ou 30, mas ceder à tentação de falar demais pode ser um caminho sem volta.

As palavras têm mais poder do que se imagina e muitas vezes podem bastar duas palavrinhas erradas ou mal colocadas para criar um grande e poderoso estrago. Manter o casamento em ordem, criando um sentimento diário positivo é um exercício que deve ser constante. Há que se ter paciência para ouvir o outro, para se colocar no lugar do outro, para apoiar o outro.

A chave para um relacionamento duradouro está em pequenas atitudes, como não apontar os defeitos do companheiro, reconhecer seus próprios defeitos e, mas do que falar, ter paciência para ouvir, procurando compreender o ponto de vista do parceiro. Ao mesmo tempo, evitar ficar com o pé atrás, não se fechar em mágoas nem rancores, procurar dialogar sempre que houver alguma coisa que não vai bem, com respeito e tranquilidade.

Difícil? Claro, mas não impossível, principalmente se há amor. Dividir a vida traz surpresas que devem ser devidamente valorizadas, porque tudo tem dois lados – o que muitos casais deixam de ver com o passar dos anos. A convivência não deve anular personalidades, mas sim criar intimidade para que ambos sintam-se apoiados um no outro.

Cultivar a cumplicidade desde o início, o respeito às diferenças, o humor, a admiração, as semelhanças e a paciência. Ingredientes de um verdadeiro coquetel de felicidade dados por quem completa 40, 50, 60 anos de casamento feliz. Sim, porque isso existe e olha que não são tão raros assim. Afinal, dividir a vida com alguém é um princípio básico do ser humano – solidão não faz bem. Já a paciência, por outro lado, não tem contraindicação.

Você está buscando melhorar seu relacionamento conjugal e não sabe exatamente o que fazer? Já pensou em buscar ajuda de um psicólogo? Tanto a psicoterapia individual quanto a terapia de casal podem ajudar você.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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