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Relacionamento Conjugal

Relacionamento Conjugal

A primeira coisa que um casal busca é o prazer de estar juntos. Porém, nem sempre esta fórmula dá certo, devido a inúmeros fatores.

Como, então, dar certo um relacionamento conjugal, tendo como norte a felicidade a dois e que seja prazeroso para ambos? Não é tão difícil, aqui vão algumas dicas de psicólogos.

Dicas para um bom relacionamento conjugal

1. Respeitar

Antes de mais nada, o respeito é um dos valores preciosíssimos a ser levado em consideração. Alimente-o, nunca será demais. Sem respeito, as coisas tendem a não funcionar direito.

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Muitas vezes, ambos desejam se comunicar, porém, permanecem frustrados justamente por que cada um mantém intactas as suas próprias individualidades e comportamentos.

Não abrir mão ou ceder aos seus impulsos e sentimentos, pode acarretar em dificuldades na comunicação.

Cultivar o respeito abrirá portas para a compreensão mútua e as experiências serão mais proveitosas. A falta de respeito é o primeiro passo para a tensão e início de discussões.

2. Compartilhar

Dividir responsabilidades e compartilhar seus interesses é zelar pelo relacionamento conjugal.

Isto pode ser desde questões cotidianas como pagar contas, discutir sobre planos, desejos, cuidar igualitariamente de filhos, organizar e limpar a casa, participar de interesses em comum no lazer, etc.

O bom relacionamento conjugal é o compartilhar de somatórias de cada um, na reciprocidade saudável.

3. Doar

Valor Consulta Psicóloga Vânia






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Isso não significa ceder, transferir tudo de si a outra pessoa. Doar também pode resultar em oferecer, presentear. Uma das melhores ofertas e não tem gato algum, é o riso e o bom humor: condição básica para o bom relacionamento conjugal.

Um sorriso, às vezes, vale mais que mil palavras. E claro, presenteie inesperadamente seu cônjuge com surpresas, sinal de que a pessoa a quem ama e vive ao seu lado é valorizada. Elogie com frequência.

Poder admirar sempre a outra pessoa, faz com que o sinal de felicidade seja conquistado.

4. Tolerância e compreensão

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COMO SELECIONAR O SEU PSICÓLOGO

O casal que evita conversar ou expor os seus problemas, mesmo os individuais, estará fadado a não saber superar dificuldades. E, nos momentos de debilidade, o relacionamento conjugal fica prejudicado.

Este é um dos principais problemas hoje que levam milhares de casais aos consultórios de psicologia. A falta de compreensão no relacionamento conjugal levam ambos ao estresse e outros problemas, como violência, por exemplo.

Todos os conflitos pessoais do indivíduo, somados às questões do cotidiano, se tornam difíceis de lidar se houver omissões e brechas no diálogo no relacionamento conjugal.

A melhor forma de subtrair este empecilho é optar ou tentar, pela prática da assertividade.

Um relacionamento conjugal deve ser recíproco quase em tudo, pois seus comportamentos afetam diretamente um ao outro.

5. Autocrítica

Um relacionamento conjugal é algo a dois. Portanto, um comportamento comunicativo de uma via só não existe. Apenas criticar as ações e comportamentos do outro sem olhar para si causa sofrimento e desgaste.

Reavaliar suas ações e reconhecer erros, faz parte de um bom relacionamento conjugal, além do fato de indicar um amadurecimento pessoal. O orgulho próprio e a falta de humildade estimula a disputa interna, a arrogância e gera brigas desnecessárias.

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Incentive-se pela prática de amenizar estes impulsos. Com certeza, fará com que o relacionamento conjugal não se transforme numa experiência traumática.

Para saber mais >>> Psicoterapia de Casal: Entenda os benefícios que este dispositivo terapêutico pode trazer

Estas dicas ajudarão ao casal refletir e poder mudar, mas sempre é saudável obter uma resposta vinda de um profissional da área.

Se o casal não consegue observar quais são suas funções no relacionamento conjugal é por que há problemas no caminho da felicidade a dois.

Por isso, com a terapia de casal é possível identificar onde estão as lacunas da relação e, a partir daí, listar os problemas que precisam ser modificados.

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*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.

Autor: Thaiana Filla Brotto

CRP 06/106524 – 6ª Região

FORMAÇÃO

Psicóloga formada em 2008 pela PUC-PR, com pós-graduação pela USP em Terapia Comportamental e pós-graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental pelo ITC.