Entendendo os tipos de fobia

Categoria dos serviços da psicóloga: fobia, medo e pânico
Entendendo os tipos de fobia

O medo é uma característica dos fracos ou uma virtude dos cautelosos? Nem um e nem outro. Guardadas as devidas proporções, ele é necessário para nossa sobrevivência, impondo limites para livrar-nos do perigo. No entanto, quando muito intenso, o medo transforma-se em fobia e passa a trazer transtornos para a vida, se tornando uma barreira que limita a nossa capacidade e trava o nosso desenvolvimento. Vamos entender agora alguns tipos de fobias e ver como o psicólogo pode ajudar você a vencê-las.

O que é a fobia?

Fobia é um medo aterrorizante de algo que não representa qualquer perigo real. Quem sofre deste mal costuma evitar situações e lugares para não estar exposto a esse perigo imaginário. E, diante do objeto, do ser ou da situação que causa fobia, a pessoa apresenta alguns sintomas físicos, como falta de ar, taquicardia e ataque de pânico.

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Tipos de fobias

O número de fobias é imenso. De acordo com o Manual Diagnóstico Estatístico de Transtornos mentais, elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria, são classificados 500 tipos de fobias. Os mais comuns e que, inclusive, costumam levar as pessoas aos consultórios psicológicos são:

Zoofobia = medo de animais

Desde baratas até cobras ou animais maiores. Normalmente, esta fobia se desenvolve depois que a pessoa sofre alguma mordida ou vê alguém sofrendo um ataque. As mulheres desenvolvem mais este tipo de fobia do que os homens.

Acrofobia = medo de altura

Quem sofre com esta fobia sente tonturas, enjoo e calafrios quando está no alto de um edifício e olha para baixo. É comum que estas pessoas evitem andar de elevador, têm medo de voar de avião ou de acidentes aéreos.

Claustrofobia = medo de lugares fechados

Limita o acesso a alguns lugares, principalmente escuros, pequenos ou fechados. A pessoa é acometida de pânico ao entrar em um elevador, trem ou metrô subterrâneo, por exemplo.

Fobia social = medo de falar em público ou de aglomeração

Quem sofre com esta fobia evita estar em eventos públicos ou diante de uma plateia. Só de pensar em fazer uma apresentação pode desmaiar ou ter uma forte dor de barriga. Esse tipo de fobia pode, inclusive, causar depressão devido ao isolamento. É um medo que costuma ter origem na infância ou na adolescência.

Hemofobia = medo de sangue, injeções e ferimentos.

Sentar na cadeira do dentista, fazer a coleta de sangue para exame ou tomar uma injeção são situações de desamparo para quem sofre com esta fobia. Por este motivo, na maioria das vezes, a pessoa evita hospitais e ambulatórios, só enfrentando-os quando a situação é de extrema necessidade.

Como surgem as fobias?

Cerca de 10% da população mundial sofre de algum tipo de fobia e qualquer um pode ser acometido em qualquer fase da vida. Quem conviveu com pessoas fóbicas na infância apresenta maior predisposição a desenvolver o problema. Traumas relacionados com o objeto causador do perigo também podem resultar em fobias.

A maioria dos medos pode começar até mesmo na fase gestacional, influenciados pela transferência de emoções, sentimentos e pensamentos dos pais. O que significa que muitos dos medos manifestados quando adultos foram gerados ainda no ventre materno ou no período da infância.

Tratamento psicológico

As fobias paralisam, roubam a liberdade de ir e vir, tiram as pessoas do convívio social e ainda provocam sintomas físicos. Esses fatores levam as vítimas deste transtorno a buscar a ajuda de psicólogos para se livrar do tipo de medo que te torna escravo e refém.

O psicólogo, através de técnicas e terapias, têm condições de identificar a origem da fobia e tratá-la de forma que o paciente consiga vencê-la e voltar a ter uma vida normal.

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Autora: Thaiana F. Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)

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