Quais as consequências do bullying na vida adulta

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Consequências do bullying na vida adulta

Você sabia que as consequências do bullying podem ser vistos na vida adulta? Desde baixa autoestima até transtornos emocionais, todos podem ter uma raiz comum.

O termo “bullying” hoje possui maior visibilidade do que décadas anteriores. Isto porque a mídia tem falado com maior intensidade sobre esse assunto. A prática do bullying compreende muitas coisas que vão desde atitudes gestuais e verbais, que se tornam opressoras e agressivas até jogos de humilhação e manipulação. Em todos os casos, psicólogos tratam estes comportamentos como práticas de intenção de causar dor.

E é na idade infantil que esse contexto ocorre, geralmente dentro dos muros da escola. Muito recentemente as novas políticas educacionais têm levantado esta questão como prioridade no ensino básico e fundamental. Apesar de toda uma ampla rede de divulgação sobre as consequências do bullying, ainda assim ele é praticado com certa frequência e, como na maioria dos casos, não é levado como algo sério.

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Para a psicologia, romper com a a sua naturalização é parte importante em que se envolvem sociedade civil e instituições. Reconhecer a sua existência é recorrer às formas de prevenção e mitigação. Os psicólogos estão convencidos de que se tratado logo no início, a porcentagem dos casos podem ser ajudados com sucesso, sem a necessidade de apelar para medicações.

Quais as consequências do bullying na vida adulta?

Na Inglaterra, estudos realizados na Universidade de King’s College de Londres, indicam que as consequências do bullying feito ainda na infância podem ser prolongar por toda a vida. O bullying tende a desencadear e aumentar problemas relacionados à saúde, às relações sociais e principalmente com a própria identidade da pessoa. Sequelas e cicatrizes são deixadas para o resto da vida. De certa forma, quem pratica e quem sofre podem ser afetados.

>>> Leia também: Traumas psicológicos.

Encarar as consequências do bullying como forma ou tipo de violência é de interesse social. O bem-estar de todos fica em perigo quando a naturalização é vista como aspecto cultural. Tais riscos ajudam a fomentar o desenvolvimento de doenças e distúrbios precoces.

Sem o devido acompanhamento estes problemas são tratados comumente como medo, depressão, ansiedade etc. Os estados comportamentais indicam uma tendência à vitimização como forma de criar estratégias de exteriorizar a sua dor.

Com a rotina de vida ligada à multi-interação de trabalho, lazer e estudo, muitos pais acabam negligenciando estes problemas, ou não os consideram de fato, e dão margens à falta de tempo e vivência com seus filhos. Em razão disso, a criança torna-se insegura e tende a encontrar formas de se autoafirmar, o que será com maior frequência na adolescência.

Portanto, a autoestima é visivelmente afetada. De acordo com a psicologia, a reação ao bullying pode ser imprevista e geralmente incorporada de forma negativa. Internalizar estas práticas de bloqueio, sem a ajuda de um psicólogo, envolvem a criança ou adulto em um amplo problema comportamental. Muitas vezes, são mecanismos inconscientes que levam a pessoa a “lidar” com estes problemas, já que são naturalizados pela sociedade.

As marcas emocionais e as consequências do bullying permanecem na vida adulta e vão acompanhando a fase de maturidade por longo tempo. Enquanto não reconhece a causa desses sentimentos negativos que estão ali presentes, o comportamento sofrerá sempre efeitos adversos.

A pessoa com baixa estima já não vê em si mesma forças para superá-la, assumindo sua parcela de culpa, internalizando negativamente suas consequências. Objetivos e metas na vida, para pessoas com baixa estima, tende a ser inalcançável.

Tipos de consequências: fisiológica e emocional

Além da questão do trauma psicológico e emocional, pessoas que sofreram traumas na infância, apresentam processos de envelhecimento celular precoce, diminuindo assim, a sua expectativa de vida em até 20 anos.

Obesidade e problemas cardíacos também são associados ao trauma. Transtornos alimentares que levam a obesidade ou ainda a anorexia/bulimia podem também ser consequências do bullying na vida adulta.

Além disso, ele também aumenta o risco do aparecimento de câncer, úlceras, doenças do tipo diabetes, AVC e enxaquecas. O abuso de álcool e drogas é uma das consequências mais comuns entre as pessoas que sofreram bullying na infância. Depressão, tendências suicidas e psicose são transtornos associados ao trauma.

O que fazer?

Com o auxílio de um profissional da área é possível acompanhar e evitar que os traumas permaneçam ativos pelo resto da vida. Na psicologia trabalhamos com diversos métodos e terapias que proporcionam ao paciente um tratamento de reverter sentimentos relacionados em compreensão e força interna

Entenda melhor as consequências do bullying e suas relações em nossos serviços e terapias.

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Autor: Thaiana Brotto (Psicóloga CRP 06/106524)
*Os textos do site são informativos e não substituem atendimentos realizados por profissionais.